Nome.

Eu já perdi as contas de quanto tempo faz que a gente não se fala.

E eu já perdi as contas de quantas vezes o seu nome apareceu em conversas desde a última vez em que eu te vi.

Ninguém faz ideia da tormenta que isso provoca em mim.

Inocentemente, elas soltam seu nome e as sílabas afundam dentro de mim.

Uma.

Por.

Vez.

Porque assim como eu, seu nome também não é comum.

Porque assim como eu, quando se referem a você, não tem engano, não é preciso perguntar duas vezes.

Somos únicos.

E nessa solidão de igualdade, o meu alento é pensar que quando o inverso acontece, você também não tem escapatória.

Quais memórias acompanham o som do meu nome pra você?

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