Um olhar de quem está vivendo uma Jornada de aprendizado

A SKEP se propõe a entender a educação de maneira mais ampla do que somente o momento que uma pessoa senta numa cadeira e escuta outra falar. Desenhamos experiências de aprendizado que conectem com as buscas de cada um. E não importa se são advogados, médicos, empreendedores ou sonhadores, nós olhamos para as pessoas. Por isso, queremos compartilhar uma entrevista que realizamos com uma de nossas clientes, explorando o sentimento, as sensações e os medos de viver uma Jornada de aprendizado. Mas, antes de partirmos para as perguntas e respostas dadas por ela, achamos válido entender quem, de fato, é a Sabrina.

Sabrina, conhecida como Sá, tem se surpreendido com ela mesma ultimamente. Sempre se achou tímida e pacata, principalmente quando criança e adolescente. No entanto, o tempo a angariou ótimas mudanças. Já há um tempo, e especialmente nos últimos anos, tem se visto mais segura, confiante… como se se sentisse mais à vontade consigo mesma. Hoje, se sente extremamente mais segura em relação ao seu trabalho e sua vida pessoal. Extroversão não é seu carro-chefe…Está mais para tímida e observadora.

O início da Jornada

A Jornada da Sabrina começou muito antes do início das atividades mapeadas, assim como qualquer outra experiência desenhada pela SKEP. “A nossa Jornada já começou”, é uma frase muito dita por nós, porque certamente, existe muito mais por trás desse processo. As fases iniciais de construção já são recheadas de aprendizados, missões e reflexões que estão prontas para serem absorvidas e incorporadas na rotina de cada um. E foi durante o início da Jornada da Sabrina que nós tivemos a ideia de perguntar mais sobre o momento que ela está vivendo hoje. Se liga no que ela compartilhou conosco ;)

Por que fazer uma jornada? O que te deu na cabeça?

“O que me deu na cabeça foi coragem, pois vontade nunca me faltou. Um dos fatores que me deu essa coragem foi o fato de ter me encontrado profissionalmente. Isso sem dúvida, foi fator de grande transformação na minha vida. Me deu a real dimensão de que financeiramente consigo dar conta da minha vida e dos meus sonhos, e que mais do que isso, minha ausência profissional me faz entender que poderei voltar com a tranquilidade de rever minha vida de maneira ainda melhor. E quarta, a vontade genuína de viver novas experiências, com maturidade, responsabilidade e ousadia.”

O que você diria que foi o seu principal aprendizado até agora?

“Aprendi que até hoje vivi basicamente para estudar e trabalhar. O que por um lado foi muito bom e “nobre”, digamos assim. No entanto, por um lado isso acabou me chocando de certa forma, pois a vida sem dúvida tem muitas outras formas de ser vivida. Talvez essas “outras formas” hoje sejam meu grande oxigênio para me redescobrir fazendo outras coisas, vivendo de outra forma… sem dúvida um dos maiores desafios!”

No primeiro dia do assessment, qual foi seu sentimento ao entrar na sala, encontrar as pessoas e começar a produzir?

“Confesso que fiquei bem surpresa e de certa forma sem saber muito como me colocar naquele ambiente (mesmo que tão familiar a mim). De início falar sobre minha família e meu passado me deixou um pouco cansada, pois falar de tudo o que já passei realmente não é algo que me agrade e nem que me evoque boas sensações. Mas ainda assim achei muito curioso descrever minha história! Digamos que do meio para o final, estava me sentindo mais à vontade e ambientada diante das tarefas dadas. E falar do meu presente e do meu futuro, me deixa muito mais inspirada e entusiasmada. Fiquei encantada com toda a delicadeza, atenção, cuidado e capricho de todo o processo…Ainda de boca aberta com tudo isso!”

Como você quer se ver depois da jornada e o que você está disposta a fazer para atingir essa expectativa?

“Adoraria me ver uma pessoa mais corajosa, mais audaciosa, sem me preocupar tanto com o que pensam ou acham de mim. Espero também me tornar um ser humano mais generoso, com a possibilidade real de gerar mudanças nas vidas das pessoas. Minha disponibilidade desde já é a de fazer dessa jornada um investimento maciçamente meu. Hoje com ainda mais disposição a trabalhar e ao mesmo tempo aproveitar ao máximo cada instante por aqui.”

Pra que tipo de pessoa uma jornada faria sentido, na sua opinião? :)

“Acredito que para encarar tal desafio, precisamos estar muito seguros da vontade de mudar. Como se fosse mergulhar numa piscina, onde não se pode ver o fundo, mas com a certeza de que por saber nadar, chegar lá no fundo, com segurança, vai valer muito a pena. Sair da zona de conforto, encontrar outra forma de pensar a vida, certamente também tem que ser um dos pré-requisitos.”

Sabrina é fisioterapeuta. Mas poderia ser professora, atleta, contadora ou estudante. Esse é só mais um rótulo. No fim das contas, Sabrina é Sabrina e está vivendo uma experiência única, que leva em conta as suas características, buscas e preferências nesse processo tão precioso que é o aprendizado.

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