Na cama.
Sobre o “sabor” do sexo

Permita me sentir te,
teu cheiro, tua pele, teu sugo.
Meu paladar, seu gosto.
Nosso prazer.
De baixo para cima fito tua face,
suas curvas, teu rosto, seus lábios.
Mordidos.
Permito me que me lace, me uses;
Me devolves um olhar,
me prende, me trava.
Desejo assim,
que por mim consumas tua tara,
suje minha cara.
Enquanto te devoro, me lambuzo, surto, te namoro.
Delitos da eloquência….
Minha boca se farta enquanto se enfarta.
Você se derrama,
Em minha boca se esparrama.
Se mostra molhada, aflita, eufórica, parada.
Travada.
Nos meus olhos te encontro,
à nirvana te levo, de prazer te sufoco,
Até o pranto.
Te trago, te tomo, te bebo, te como. Te domo.
Assim você me ama,
Na cama.
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