Razão Pura: Limites subjetivos

Qual o limite de algo? 
Seria o limite natural, transcendental ou racional?
Quais as categorias de limites? 
Seriam qualitativos e quantitativos? Como se comportam em função do tempo? São oriundos da percepção humana, do conhecimento empírico ou do juízo da razão?

Parece que Limite está em tudo. Para tudo há um limite.

Se não é limitado para o máximo, poderá ser para o mínimo, assim o limite é quantitativo, perceptível, notável.

Por exemplo: O limite de um balde pode estar associado ao número de laranjas que cabem em sua cavidade, ao peso suportado pelo balde ou até mesmo ao seu tempo de vida. O fato dessas características do limite serem quantitativas permitem que esse seja julgado e que regras para ele sejam criadas.

Até mesmo o tempo e espaço podem não ser mensurados em sua maior escala, mas tendem ao mínimo, ao zero, podendo ser percebidos, mensuráveis.

Enfim, Limites são características determinantes de propriedades dos objetos (pertencentes a alguns categoria)

Assim, todo balde poderá sofrer juízos da razão; poderíamos aplicar as regras e exceções dos objetos para se encontrar seus limites. Dessa forma, por meio de conhecimento (das regras) pode se estabelecer os limites das coisas. Talvez essa seja a forma empírico-natural.

Por outro lado, seria possível aplicar a razão pura para se estabelecer o limite do amor? Seria o limite de um sentimento um fenômeno sujeito a percepção humana?

Como perceber o quantitativo do medo? Ou, como herdar regras naturais de uma categoria que comportasse um sentimento ou emoção se estes são subjetivos?

Talvez, o limite de um sentimento a fronteira de uma emoção a priori. Assim, o limite devim sentimento seria percebido pelo qualitativo. Um calafrio, uma oscilação na pressão sangüínea ou até mesmo um solavanco no estômago poderiam servir de indicadores qualitativos.

Ainda, caberia adicionar uma outra característica, que seria a percepção do sentimento em função do tempo.

Alguém que sente angústia por muito tempo talvez tenha chegado nas fronteiras do amor. Ou alguém que sente medo por muito tempo tenha chegado nas fronteiras do ódio.

Assim, o limite do sentimento em função do tempo é a percepção do sentimento pelo orgânico, de modo que tal limite possa servir de estímulo ou não estimulo de uma emoção; ficaria a cargo da percepção humana notar as fronteiras da emoção (do amor, do ódio, da vergonha) por meio dos limites dos sentimentos

Como você percebe suas emoções? Quais são os limites dos sentimentos que te afetam ao ponto de você se “emocionar” é te motivar a tomar alguma ação?

Like what you read? Give Palhaço Diógenes a round of applause.

From a quick cheer to a standing ovation, clap to show how much you enjoyed this story.