Comitê Kaizen: o que é, aonde vive, do que se alimenta?

Inovar. Uma palavra que define o que muitas empresas precisam, muitas afirmam querer, mas por muitas vezes acaba gerando aquela pergunta que nos deixa sem ter uma boa resposta de imediato:

Como a gente faz pra inovar?

E realmente, você, sozinho, “trazer a inovação” para sua empresa não é uma tarefa fácil.

Por vermos essa dificuldade e admitirmos que realmente não existe fórmula mágica pra “inovarmos”, nós aqui da Softfocus criamos um Comitê de Inovação, formado por alguns de nossos colaboradores, com o intuito de instigar a criatividade dos demais, buscar suas ideias e testá-las na prática, principalmente aquelas que a pessoa pensa “mas isso não da pra fazer”. Às vezes da sim!

Em resumo os objetivos do comitê são:

  • Testar hipóteses que, de uma forma ou outra, tragam ganhos para o nosso dia-a-dia. Isso inclui ideias para resolver problemas estruturais/organizacionais, melhorar processos/rotinas já existentes, melhorar nosso ambiente de trabalho, enfim, qualquer coisa que nos ajude de alguma forma.
  • Monitorar e comunicar quais hipóteses estão sendo testadas.
  • Mensurar seus resultados (melhorou, ficou mais rápido, não mudou nada) e divulgar os resultados.
Mas me da um exemplo
  • Usar ferramenta X ao invés de Y.
  • Implementar um novo plug-in na IDE utilizada que pode aumentar a produtividade mas ninguém conhece bem como funciona.
  • Mudar o quadro de lugar.
  • Mudar o quadro inteiro.
  • Mudar o posicionamento dos post-its.
  • Alterar a estrutura utilizada no JIRA.
  • Trabalhar em par, ou não.
  • Implementar um novo processo, ou um novo passo no processo existente.

O que utilizamos são ideias, grandes ou pequenas, que possam melhorar o nosso dia-a-dia, seja operacionalmente, seja a nível de processo, melhorar o relacionamento interpessoal, deixar o ambiente mais agradável, enfim, melhorar.

A ideia é não reprimir ideias.

As ideias podem parecer bestas, podem parecer impraticáveis, mas vemos que só vamos saber isso depois que tentarmos. Se for algo de muito impacto, testamos em menor escala e mensuramos seu impacto, positivo ou negativo. Se deu certo então aumentamos sua abrangência. Se continua dando certo, a hipótese então é aprovada e implementada por completo. (Ex: Pra usar uma nova ferramenta para desenvolver, testamos com um programador por alguns dias, vemos se de fato a produtividade foi impactada, pontos positivos e negativos, etc)

E você? Tem alguma outra ideia? Já viu fazerem de outra forma? Achou ruim? Bacana? Fala pra gente, não se reprima!