A Nossa Estrada
1998
Meu amor, em formato de carta escrevo
a imensa saudade que dói, maltrata.
Os nossos meses de união não retratam
o amor que sinto e que agora descrevo.
É um fogo que se espalha com mil brasas
um turbilhão de momentos, são trevos
que se confundem e escondem segredos.
Nas rotas distantes, a nossa estrada.
O Sonho se faz belo e cativante
quando a terna e doce presença sinto.
Tuas pernas e braços e olhos brilhantes!
Encontro a saída deste labirinto,
e exponho o afeto por ti delirante…
Gigante é a presa e o meu amor é faminto!
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