Doce metade que tens de mim mesmo
2003
Inesgotável fonte de virtudes,
és o brotar e o broto dos alentos
a divina obra dos meus sentimentos
És a escultura viva, a juventude.
Amo-te sem mais arrependimentos
livre das dores do ego, amo-te em saúde!
Próximo estou nos sonhos que me iludem,
entre as estrelas mil do firmamento…
Doce metade que tens de mim mesmo
como se a ti houvesse germinado
desde o princípio, do meu ser o meio.
E agora sinto de tua alma um pedaço…
Se sendo em parte, me dou por inteiro
se por inteiro um Sol seria no espaço!
Email me when Poetas Contemporâneos publishes stories
