Sinto-me de honesto tão abandonado
2003
Sinto-me de honesto tão abandonado
de funesto estado um moroso vento
que tanto de Deus mil recebo alentos
que não nesta terra se vê Seu Estado.
Os guardiões celestes os têm dourados
escudos da paz embates sangrentos
como se na arena dos sentimentos
fulgurante força lhos havia dado.
E persigo o amor para ser amado…
E procuro a dor para consolar…
E festejo o pão e o cálice sagrado!
Seja, mundo novo, um divino altar
que nas suas ladeiras me possa ao lado
das Danielas, Anas, Adriana estar.
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