Vago imerso no espaço que me deixas
Vago imerso no espaço que me deixas
perdido em devaneios salutares
banido de teu seio em meus lugares,
cego e inquieto no paço das candeias
Antevejo o Futuro, teus olhares
respirando profano em mil madeixas
habitando cigano sob tuas queixas
penso sobre teu queixo, entre os molares.
Então que me transporte ao seu destino
nesses dias de céu claro e noites boêmias,
nas noites de lua nova e sol a pino!
Para que seja enfim, parte da essência
sabor da calmaria e d’um novo agito
que me remeteu aos pés desta alma gêmea.
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