É hora de fazer

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Estamos em 2015. Vivemos uma das revoluções mais disruptivas de nossa história por meio da internet, mas nos comportamos como se isso não fosse verdade.

Achou exagero? Deixa eu tentar te convencer:

Você assiste TV aberta ou à cabo?

De cada 10 pessoas entre 15 e 30 anos que lerem esse post, tenho certeza que mais da metade responderá que não. É cada vez maior o número de pessoas adeptas à serviços como o Netflix (ou o Popcorn Time) que fazem streaming online de filmes, séries e cartoons sem qualquer comercial, na hora que você quiser, onde você estiver. Mesmo assim, empresas ainda fazem investimentos milionários em campanhas televisivas.

Sim, os valores investidos estão caindo. Não, eles não estão acompanhando a velocidade da mudança social e cultural que está acontecendo.

Pergunta: na hora do intervalo do seu programa favorito na tv (se é que você o assiste lá), o que você faz?

Você abre seu twitter ou facebook. Acertei? Provavelmente, sim.

Você tem um smartphone?

Quase todo mundo tem. E o número de pessoas com acesso às mídias sociais tende a ser cada vez maior por causa deles.

Quando você sair de casa ou do trabalho depois de ler esse post — se é que você não está lendo isso no seu smartphone voltando do trabalho, dê uma olhadinha à sua volta. Eu tenho certeza absoluta que boa parte delas estarão olhando para o celular, trocando mensagens com alguém, ou usando twitter, facebook ou afins.

Isso significa que pouca gente nota nos outdoors que andam colocando por aí. Nos cartazes e adesivos espalhados em metrôs, ônibus entre outras coisas. Mas as empresas seguem colocando boa parte de seus recursos nessas coisas.

Você faz parte de alguma rede social?

Redes sociais são a nova forma de interação dos seres humanos. Seja pelo twitter, facebook, pinterest, tumblr, linkedin, snapchat, entre outros, usamos essas redes para interagir, conhecer, aprender e também para comprar.

Estamos na era da mobilidade, na era das redes sociais, onde as pessoas escolhem o que querem ver, quando querem ver e como querem ver.

Não existe mais o luxo de empresas forçarem conteúdo ou informação para o público. Precisamos saber interagir com as pessoas e gerar engajamento por meio da convivência, por meio do encantamento, por meio das histórias que contamos a eles dia após dia.

Seus potenciais clientes não estão mais vendo televisão, não olham mais para outdoors ou placas. Seus clientes estão olhando para o celular, para o computador, acessando redes sociais e compartilhando conteúdo entre seus pares.

Todos são iguais na hora de interagir frente a frente com um potencial consumidor. De uma microempresa até uma multinacional.

Com todo esse potencial guardado nas mídias sociais, o que você vai fazer? Está na hora de agir, não?


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