Malhação digital

Aplicativos voltados para a saúde e boa forma fazem cada vez mais sucesso

O mercado de aplicativos está crescendo e o principal beneficiado é o usuário Foto: Reprodução

Para um número cada vez maior de pessoas, celulares tablets e outros gadgets não são mais supérfluos, sendo assim, objetos de necessidade. Muitos fabricantes e desenvolvedores de software estão se voltando para o mercado de programas e aplicativos. O aquecimento desse mercado possibilitou um incremento na variedade de apps: para quem quer cozinhar, controlar as próprias finanças, ou meramente se divertir com jogos, redes sociais e aplicativos para compartilhamento de imagens e arquivos de mídia.

De olho nisso e em recentes pesquisas — como a da Appnation, que prevê uma movimentação de até US$ 151 bilhões até 2017 com a criação e comercialização de aplicativos — desenvolvedores exploram fervorosamente esse mercado em crescente ascensão. Investem em pesquisas relacionadas às rotinas, culturas e costumes das pessoas, para criarem produtos que atendam a demanda dos maiores interessados.

Um dos exemplos é um novo nicho de público que cresce entre os usuários desses aplicativos: o mercado de apps relacionados a saúde, beleza e boa forma. As pessoas querem se sentir bem, mas tem pouco tempo para praticar exercício, ou procurar informação sobre dietas e afins. Para dar conta dessa demanda, os dois mercados de aplicativos mais comuns entre os usuários, a Apple Store e a Play Store, estão cheias de apps com tal finalidade.

Serviços de dietas e exercícios oferecidos pelos apps caíram no gosto de muitos usuários. Luis Eduardo Rauber Motta é um deles. O estudante de engenharia química conta que, como tem pouco tempo, usa o aplicativo Jefit para se manter sempre em forma. “Faço sete disciplinas na faculdade, além de estudar para concursos públicos e trabalhar, com isso, tenho pouco tempo para ir a uma academia e me exercitar. Quando comecei a usar o aplicativo, achei ótimo, pois assim pude criar uma rotina de treinos, baseado no que o aplicativo indica, e sempre variá-los. Assim nunca enjoo de nenhuma sequencia”, comentou Luis.

Por Guilherme Rossini