As Virgens de Baco — parte 4 (FINAL)

Então, na segunda de carnaval, aconteceu de encontrarmos os três. Quando a Liv o viu tratou de correr para seus braços, como se ele já fosse seu namoradinho. Entendi aquilo como um domínio que ela acreditava ter sobre ele, o que não correspondia à realidade. Para ele, na verdade, nem houve constrangimento: ela não sabia da minha parte na história. E se eu não contasse, ela continuaria sem saber, ficaria na eterna ilusão de fodas e conversinhas. Saímos juntos no carro dele, os dois na frente e eu no banco de trás. Não demorou para ambos iniciarem o maior amasso: beijo na boca, mão na coxa, mão no peito e, enfim, mão no cacete. O negócio é que ele estava me testando e humilhando sem que eu pudesse fazer muita coisa. Eu já estava quase saindo do carro para não testemunhar mais aquela sacanagem desenfreada, que se acentuava progressivamente, quando, em determinado momento, o cara surpreende novamente. Ele vira pra Liv e se sai com essa: “Que tal se sua prima participasse de uma brincadeira com a gente?”. E olhou pra mim com seu jeito cafajeste de sempre. E não é que a danada entrou na dele? Fiquei sem palavras e acabei topando no choque do silêncio. E eu me achando a esperta, tomei uma singela lição da prima pra não esquecer mais.

Fomos, então, para a casa do Sr. Galinha Carismática. Era a casa mais bonita da cidade. Lá chegando fomos direto pro quarto. Não sei se Liv estava feliz por ter de dividir o seu “namoradinho” comigo, mas que estava eufórica com a trinca formada, isso era muito nítido. Comecei a desencanar com a competição que eu criara em minha cabeça com relação ao Wendel e a Liv. A partir dali eu queria mesmo era curtir e gozar. Wendel já devia ter comido centenas de mulheres, sem dúvida, mas duas gatas assim tão gostosas, simultaneamente, como nós, acho um tanto difícil. De qualquer forma o filho do prefeito parecia bem à vontade: esperto que só ele, propôs de início um revezamento de chupadas. Topamos. Nos ajoelhamos diante de nosso amante e cada uma batalhou para segurar um pedaço do caralho mais concorrido da cidade que, aliás, já se apresentava para nós em estado deliciosamente consistente.

Liv começou chupando a cabeça e eu uma das laterais. Logo uma língua descia por um lado e a outra ia subindo pelo outro. Beijávamos e lambíamos de tal forma que, vez por outra, nossos lábios invariavelmente se tocavam e acabava ocorrendo um beijo ocasional. Em dado momento eu deixava Liv tomar conta do pau sozinha e em outra ela devolvia a gentileza e fazia o mesmo comigo.

Num dado momento, movida pela curiosidade do já famoso caso da “calcinha exposta”, perguntei pra ele, com sarcástico tom de raiva: “fala aqui só pra gente agora: você comeu a Juliana no sábado também, não comeu? E, toda desligada, ela esqueceu a calcinha atrás do sofá lá no maquinário, não foi isso? Pode falar, mas não mente! Se mentir, a festinha acaba aqui”, disse rindo e sem nenhuma vontade de cumprir a promessa, ele mentindo ou não. “Bom, de fato ela esteve lá, mas chegou virgem e saiu virgem. Honrou o nome ‘Virgem de Baco’”, disse ele, rindo cinicamente. “Filha da puta!”, respondi (Liv, enquanto isso, seguia mamando sem mostrar interesse pelo assunto), “Se manteve virgem, né? Ou seja, não comeu a xana, mas ela chupou e deu a bundinha. E pouco depois foi a minha vez, fechando com a da Lívia, no seu arco-íris de KY: loira, morena e ruiva. Cara, nem sei o que estou fazendo aqui”, terminei o discurso, rindo ainda mais do que no começo, achando aquela história a mais pervertida do mundo, o que só atiçava meus desejos de querer continuar chupando aquele pau comedor.

Nas vezes em que Liv estava no domínio, como agora, eu puxava seus cabelos ruivos para baixo — ao mesmo tempo em que empurrava sua nuca — utilizando certa grosseria, atolando a pica de Wendel inteira em sua boca até que ela se engasgasse com todo aquele caralho na garganta (não vou negar que havia um pouco de perversidade de minha parte…). Na minha vez ela até que tentava imitar o ato, mas eu driblava sua má-intenção utilizando experiência no assunto.

O rapaz era um baú de surpresas. E a desta vez foi a mais estarrecedora do carnaval: ele pediu para que eu e Lívia nos beijássemos na boca na sua frente. Ele queria ver as duas mulheres mais gatas do carnaval se entregando para seu deleite. Liv virou-se pra mim já de olhos fechados, se entregando para o beijo. Eu nunca havia beijado uma outra mulher na boca! Mas não relutei e entrei no clima. Nos beijamos carinhosamente enquanto Wendel passava seu pau duro em nossos rostos. Liv percorria minha boca com sua língua e estranhamente eu gostava daquela sensação toda. Foi quando Wendel nos segurou pelo braço e nos conduziu para a cama. Nela, nós nos envolvemos numa gostosa confusão de beijos e sarros. Por fim, Wendel nos colocou de quatro, lado a lado. Certamente ele deveria estar atônito com a visão daquelas deliciosas bundas, empinadas e disponíveis, com as suaves marquinhas de biquíni dando ‘aquele’ visual, para que ele realizasse com elas o que sua mente devassa estivesse planejando.

Nosso amante, então, em mais uma de suas sacadas, resolveu vendar nossos olhos. Como nada mais víamos, só podíamos tentar imaginar o que ele faria a partir de então. Então, o cara remanejou Liv de lugar de forma que ela passou a ficar deitada embaixo de mim, como em um 69. Soube disso porque ao abaixar a cabeça senti o frescor de sua bucetinha nos meus lábios. Mais uma vez me surpreendi com essa inversão da minha natureza. Adoro homens e picas, mas a xaninha molhada da Liv era um doce, uma delícia de beijar e chupar! Comecei a ouvir um gemido da Liv enquanto a lambia. Pouco depois comecei a sentir a cabeça do pau de Wendel forçando minha xana por trás. Aos poucos ele foi colocando e logo começou com vai-e-vem: uma conexão primorosa, já que Liv, às vezes, também consegui a tocar com sua língua minha buceta. Como eu já estava cheia de desejo, e ele — como sempre — massageava o lugar certo, não demorei para começar a sentir os choques convulsivos do orgasmo. Pouco depois de atingi-lo, Wendel novamente manipulou suas ninfas na cama, invertendo as posições. Fiquei sob Liv, que, de quatro, também não deixou nada a desejar quando começou a me chupar, enquanto eu cheirava o saco de Wendel e a bucetinha da prima sendo fodida ali bem próxima.

O odor de sexo era encardido, impregnado, lascivo. De onde estava, vez por outra, eu ainda conseguia lamber com algum esforço, e às cegas, os ovos de Wendel que se agitavam nos movimentos de entra-e-sai. Abraçava as costas de Liv naquele louco 69 e sentia seu corpo convulsionado pelo impacto da foda. E ela, por cima, quando não estava gritando, estava lambendo ou mordiscando minha xana. Meu amigo! Quem olhasse para aquela ruivinha com pinta de caipira recatada não poderia imaginar do que ela era capaz de fazer! Wendel a penetrava visivelmente controlando seu próprio gozo. Pelos estalos que, vez por outra, ecoavam, era fácil concluir que as ancas formosas da ruiva recebiam uns bons tapas do cara, que só deu trégua na metelança quando percebeu que os sons e engasgos de Lívia, de uma hora para a outra, se tornaram verdadeiros ruídos animalescos mostrando que ela alcançava, então, a mesma sensação que eu já havia sentido.

Certamente de maneira proposital, só o nosso amante ainda não havia gozado. Na seqüência percebi que Wendel colocara Liv encostada em mim, ambas de quatro na cama. De novo ele tinha a mesma visão deslumbrante de antes. E agora com tesão ainda. “Estou aqui”, sugeriu a ruivinha, querendo centralizar sua atenção. “Ele vem primeiro comigo, Liv”, devolvia. Ele tinha o poder de escolha e isso tornava a disputa certamente mais sensual. Logo senti o pau do filho do prefeito visitando minhas coxas, subindo e passeando pelas bandas da bunda. Fixou-se no orifício que — eu já havia percebido — era a sua maior paixão. Forçou a glande lubrificada com algum gel contra a entrada do agora íntimo cuzinho. Por ainda não ter me acostumado com a espessura de seu mastro, a penetração foi novamente complexa: a mesma sensação de estar sendo rasgada que eu sentira antes reapareceu quando o pau avançou. Mas aos poucos, naquele esquema de total relax que eu desenvolvera com os anos de prática, o cilindro de carne foi se embrenhando sem muita dificuldade até entrar todo.

O caralho ficou imóvel por alguns segundos até que o ânus novamente se acostumasse com a sua presença. Wendel começou então a retirá-lo vagarosamente para então enfiá-lo suavemente de novo. Percebi que era característica sua a pegada firme com as duas mãos no quadril para que se evitasse ao máximo a possibilidade de desistência da mulher diante da dor inicial. Dali em diante, com a rotina já estabelecida, ele liberou as mãos para que estas pudessem puxar os cabelos, acariciar a xana ou ainda, como agora fazia, aplicar alguns tapas. Os movimentos foram ficando gradativamente mais rápidos, mas tenros o suficiente para que a dor não mandasse lembranças. E então a penetração começou a ficar muito gostosa. Sentia suas mãos fortes apertando minha bunda (comê-la só já não era suficiente: ele fazia questão de apertar e desbravar toda a minha, modéstia de lado, perfeita anatomia glútea). Às vezes massageava gostosamente o clitóris, sendo que, vez por outra, ele encaixava dois dedos dentro de minha buceta, numa nada tímida DP. Assim continuou até que, subitamente, Wendel tirou tudo. E, pelos gritos roucos da Liv, saquei que era ela quem o recepcionava, pela sua segunda vez na vida, na via mais estreita.

Wendel fazia um saboroso revezamento: metia um pouco no meu, tirava, ficava metendo um pouco no da Liv, tirava, metia no meu, tirava, metia no da Liv… com seu jeito gostoso, viril e bem-humorado ele falava umas besteiras e a gente curtia aquela inesperada transa compartilhada. Talvez percebendo que gozar numa das primas em detrimento da outra seria um erro, o cara novamente surpreendeu ao não privilegiar nenhuma das duas: depois de longos e tesudos minutos nessa fudelança alternada de cus, ele resolveu, então, tirar as vendas de nossos olhos. Reparei meio de relance (mas com uma curiosidade instintiva) o esfíncter de Liv e vi que estava meio ‘estragadinho’, com as pregas flácidas. Ato contínuo, olhei pra trás e pude vê-lo tirando a camisinha do pau. Sem perder tempo, Wendel girou pra nossa frente e, com uma das mãos, segurou nossos cabelos. Com a outra pressionava seu pau que, pude ver, estava tomado por uma vermelhidão de esfolamento. O cacete apertado vibrava em pequenos pulinhos, já expelindo umas gotas de líquido viscoso que não conseguiram ser contidas por Wendel, que procurava um melhor posicionamento para que o grosso do jorro não caísse em outro lugar que não fosse em nós. Quando juntou nossas cabeças com a puxada firme dos cabelos ruivos e negros, soltou a mão que prendia o caralho a poucos milímetros de nossas bocas — ávidas. Gotas de esperma, acompanhados dos urros e tremores, atingiram nossos rostos e escorreram para nossos queixos. Esfregando seu pau ainda duro em nossas faces e admirando toda aquela visão, o Wendel finalizou seu tempo de majestade carnavalesca ‘ordenando’, para seu deleite, que eu e Liv nos beijássemos novamente, um beijo quente, molhado de sêmen, típico dos dias de Festa da Carne.