Dou vinho a você

Você bebeu mais de uma garrafa
Não do vinho que te dei
E sim do vinho que pensou que eu era

Boca e pele são taças
Onde nossos lábios correm a madrugada
Em degustação infindável

O ébrio dá vida ao nosso apelo

Cujo vinho nos torna seu efeito


Essa poesia é uma continuação de uma deliciosa brincadeira feita por mim, o Léo Borges em “O dom, o vinho e você” e o SantosJr em “Do vinho a você” Cuja leitura indico como complemento dessa.

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