Bundas, budas e brochas
Bunda. Uma coisa realmente democrática é a bunda. Todo mundo tem bunda, e existem bundas de todos os tipos, para todos os gostos.
Bunda grande, pequena, insipida, doce, fedida, larga, assimétrica, virtualmente inexistente. Tem bunda preta, bunda branca, bunda vermelha, bunda amarela. Com marquinhas de bronzeado, bundas com estrias, bundas com celulites, bundas com acne. Existe bunda pra caralho, existe bunda que não é pra caralho algum.
Entretanto, não estou interessado na bunda-em-si, penso na bunda como ponto focal para um estado meditativo, para contemplação, digo, enquanto você fode aquela bunda é capaz de atingir a iluminação.
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Pensemos que talvez haja um número limitado de ereções. Seriam limitadas pela idade, ou há algum gene que define que aquele fulano só vai ter 26.650 ereções? Ou seriam ereções universais partilhadas por toda a espécie humana? Quiçá há um equilíbrio homeostático em que uma bela sequencia de ereções, metelança e gozadas aqui, gere umas broxadas lá. Pensando bem, só espero que esse infeliz esteja fodendo uma bela bunda.

