Rafael Moreno
Nov 20, 2018 · 4 min read

“Eram muitas portas, saídas, monstros e desafios. O jovem guerreiro poderia até se imaginar perdido, mas no fundo, era isso o que o motivava. Desbravar, explorar, encontrar uma nova chave para abrir uma nova porta. O caminho ardil tornava sua busca mais prazerosa, heroica, épica.
Zelda contava com ele.
Ele sabia disso.
Nenhuma porta nasceu pra ficar trancada.”


Explorar, explorar, explorar.

Cara, princesas, castelos, explorar até que todos os vasos sejam quebrados e as portas abertas. Não há como fazer isso que não seja escutando Don’t stop me now do Queen, com aquele E.T do Freddie Mercury cantando. Aliás, a Playlist do Toca a Fita está disponível a partir de hoje, com atualização itinerante. A cada novo episódio, uma nova música.

Dessa vez, junto com o Link e no clímax de exploração, vamos nessa toada.

“I’m gonna go, go, go
There’s no stopping me
I’m burnin’ through the sky, yeah
Two hundred degrees
That’s why they call me Mister Fahrenheit
I’m traveling at the speed of light”

Bora Link, o nível 7F tá logo ali

“Cada sala parecia estranhamente familiar. Era como se os seus pés apenas o guiasse. Era como se ele tivesse passado por tudo. Vasos, chaves, portas, portais, esteiras, pontes, espinhos, choques, caveiras, chamas, alavancas, escadas, baús, bússolas, mapas, itens, fadas, poções, raios lasers, estátuas, orbs, monstros, chefes, chefes, chefes e mais chefes.

Chega!

O jovem herói, em sua última campanha, não poderia estar mais ansioso como agora.”


O mais barato desse jogo é que ele te promove dois desafios. O primeiro é o mais óbvio: duas rodadas de exploração em dungeons. Sete no Mundo da Luz e sete no Mundo Negro. Fazendo isso, você termina o jogo, pronto, acabou.

O segundo desafio, e talvez aquilo que prende de verdade qualquer jogador, é a sensação de liberdade, em ir e vir por todo o mapa, tentando completar os malfadados 100% do que quer que seja. E a parte mais legal desse processo é que, em alguns casos, você faz pelo mais puro chutômetro, como por exemplo, conquistar a última espada jogando para a fada lá da Pirâmide do Mundo Negro.

Aqui temos dois fatos: pareci falar grego para metade das pessoas. Segundo, quem entendeu o que eu disse, de nada pela dica gratuita.

Pense em como conquistar todos os corações que lhe dão vida, juntando cada quarto dos maiores. No meu caso, falhei por oito! (hehe)

Agora, se tem um ponto em que Legendo of Zelda: A Link to the past¸ me ganhou, foi com a variedade de itens! Mano, como foi fantástico conquistar cada um deles! Desde os potes que a gente arranjava (dica: tem um com a bruxa lá em cima), até a flauta que tocamos para evocar aquele pássaro que nos fez O IMENSO FAVOR de nos levar de um lado para o outro sem precisar segurar o “A” e ir correndo de pouco em pouco.

Tranquilidade de quem está QUASE chegando

“Espada, escudo, arco, flecha, botas, magia, elementais.

O herói havia conquistado cada suvenir de batalha. Cada baú de cada castelo trazia não somente uma arma, mas uma recompensa a quem ousou desbrava-lo. Trazia consigo uma história que seria contada.

No reino de Hyrule, o escolhido, e não à toa essa dádiva foi encaminhada ao nosso herói, tem consigo todos os suvenires.

Não era à toa.

A partir daquela porta, a mais bela e longínqua história estava para ser contada.”


Essa daqui debaixo é a princesa Zelda, mas dela a gente bate um papo no próximo episódio, quando finalmente encontraremos o Chefão do jogo, Ganon.

Olha só a lindona da Zelda

Por hora, dê uma curtida nesses rabiscos e prometo que num futuro bem distante desenharei da maneira que vier na minha cabeça. Não esqueçam de conferir o episódio anterior, que abriu as portas (olha só, chaves e fechaduras de novo) para a Jornada.

E um abraço para Freddie Mercuy, Brian May, John Deacon e Roger Taylor. Assisti ao filme de vocês nesse mês e ó, puta que pariu hein?

“Don’t stop me now, I’m having such a good time
I’m having a ball
Don’t stop me now
If you wanna have a good time (wooh)
Just give me a call (alright)
Don’t stop me now (’cause I’m having a good time, yeah yeah)
Don’t stop me now (yes, I’m havin’ a good time)
I don’t want to stop at all”

Abraços,

Rafael Moreno


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E uma novidade, segue a playlist do Toca a Fita, com a atualização em tempo real!

“Caneta nas mãos e fones nos ouvidos”

Toca a Fita

Um mixtape de música, filmes, livros e cotidiano.

Rafael Moreno

Written by

Aprendiz de Pascal Avaf e Matamune

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