
“Antes de começar esta análise do mais novo filme do teioso no cinema é necessário deixar claro uma coisa: PRECISÁVAMOS DESSE FILME”
A vida do amigão da vizinhança não estava nada fácil desde “Homem Aranha 3” de 2007 do diretor Sam Raimi que também foi responsável por Homem Aranha 1 e 2, com Tobey Maguire filmes excelente diga-se de passagem, que depois do projeto Homem Aranha 4 ir parar no lixo graças ao fracasso do terceiro filme, ocorreu um Reboot na franquia agora interpretado por Andrew Garfield que nos rendeu dois filmes, e nenhum deles agradou a crítica especializada e nem mesmo uma grande parte do público.

Porém tudo isso mudou graças a união de Marvel e Sony essa que tem os direitos do personagem por conta do triste passado da casa das ideias, essa união era algo necessário os fãs imploravam para ambas fazer essa união para o bem do personagem. E quando um dia isso aconteceu por pouco esse dia não virou feriado, porque já colocaram o personagem com um novo ator (Tom Holland) junto com os outros heróis da Marvel no filme “Capitão América: Guerra Civil”, inclusive muito bem aceito por todos sendo o destaque do filme mesmo com pouco tempo de tela, e já sabíamos e estávamos confiantes que agora sim viria coisa boa para o Herói quando tivesse uma história só sua.

O filme se passa em Nova York cidade onde Peter nasceu e cresceu, e também atua como o Homem Aranha, desde que foi picado por uma aranha radiotiva, e como já foi contado mais de uma vez nos filmes anteriores a Marvel tomou a inteligente decisão de não contar novamente a origem do herói, então pulando essa parte, Peter já é o Homem Aranha, mas debaixo de seu traje é apenas um garoto de 15 anos no colégio, com todos os seus problemas de garoto, mas por conta dos seus poderes também tem seus problemas de herói, e esse é o maior resumo do filme, pois no filme enquanto ele tem sua vida na escola sendo um bom aluno, tendo uma grande amizade, gostando da garota mas legal da escola,

e ainda tem que se preocupar com os delinquentes da cidade, e com o vilão principal que no filme é o Abutre(Michael Keaton), que comanda um negócio no mercado negro onde vende armas criadas dos restos alienígenas da batalha dos Vingadores em Nova York.
A clássica frase “com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”, é muito bem vista no filme, onde diversas vezes Parker se vê obrigado a deixar de fazer coisas que gostaria para poder ser o Aranha e fazer suas responsabilidades como herói, mas mesmo assim sempre muito bem humorado e ainda assim se divertindo com tudo que faz, e o ator Tom Holland encarna tanto Peter Parker como o Homem Aranha com maestria que era o que mais incomodava nos Filmes anteriores com Tobey Maguire e Andrew Garfield, porque não tinha esse equilíbrio de um Peter ótimo e um Homem Aranha ótimo também.

Na divulgação do filme algo que deixava os fãs com um pé atrás era a presença abusiva do Homem de Ferro (Robert Downey Jr), mas ao ver o filme você se da conta que todas as vezes em que ele aparece em tela é necessário, mesmo quando só mencionado, e não muda nada do foco ser o Homem Aranha, assim não ficando cansativo todas as vezes que Tony Stark nos da seu ar da graça, porque ele é um mentor do Peter e não só o gênio, bilionário, playboy e filantropo como nos outros filmes.
O Vilão Abutre, por sua vez inédito no cinema, pode ser colocado facilmente como um dos melhores vilões da Marvel até então, que também não é tarefa difícil, porque é algo difícil nossa querida Marvel acertar nos vilões em seus filmes, mas em Homem Aranha De Volta ao Lar, acerta muito bem, principalmente em sua Ambição, pois é simples e tem total sentido, ele simplesmente tem que arrumar uma forma de sustentar sua família e a forma que encontra é no mercado negro, a la Walter White, só que com armas alienígenas ao invés de Metafetamina; e como o Homem Aranha é um empecilho para os negócios, tenho que matar ele, tudo muito simples e funcional.

Apesar de todos seus acertos, e de fato desde o “Homem Aranha 2” ser o melhor filme do teioso ainda assim tem coisas que incomodam, como por exemplo o CGI do traje do herói que em “Capitão America: Guerra Civil” era deplorável, dessa vez melhorou em comparação, mas ainda assim dá pra sentir que não é real, percebe-se que realmente é computação e não um moleque de colã saltitando. Mas o maior e mais incômodo erro no filme é o exagero exorbitante do humor, todas as saídas de roteiro de definitivamente todos os personagens são formas cômicas, uma ou outra piada não são necessárias, plausíveis OK mas nada necessárias, porém não tiram a qualidade do conjunto da obra.
Por fim, o filme é bom em vários aspectos mas não chega a ser um épico que você entra no cinema e sai como se tivesse sentido todas as emoções que alguém pode sentir em 2 horas. É aquele filme que se você vai ver com baixas expectativas sem dúvidas serão superadas, e se vai com altas expectativas pode ter certeza que não terá arrependimentos pois entrega tudo que promete, vale muito ser visto tanto por velhos quanto por novos fãs do cabeça de teia.

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