O retorno da fênix
Não sou uma pessoa de muitos altos e baixos, muito menos de idas e voltas. Costumo ir em frente sem olhar muito para os lados, e voltar atrás não é das minhas especialidades, como o símbolo do meu signo: Touro.
No entanto, na carreira de tradutora, que eu decidi seguir aos 13 anos, tudo é bem diferente. Não que eu tenha alguma vez chegado a desistir definitivamente, mas cheguei muito perto.
Por mais cética que eu seja, acho que tem uma mãozinha cósmica (??) na hora em que penso em largar, pois sempre que vêm as ideias pessimistas “não vou conseguir viver de tradução”, “ser tradutora independente não é para mim”, “não tenho talento para prospectar ”, VRÁAAA! Começam a chover trabalhos. Parece um aviso de que estou me desviando do foco, então volto a pensar na carreira.
Mas desta vez é diferente, e contarei o porquê no próximo texto.
