A mobilidade urbana do futuro

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Nov 4 · 4 min read

Carros voadores. Drones disputando o espaço aéreo com aviões. Veículos que não precisam de motoristas. Parece que estamos descrevendo o próximo filme do Michael Bay, mas na verdade estamos falando sobre uma realidade que já está batendo à nossa porta: a mobilidade urbana do futuro.

Não é de hoje que essa conversa paira por aí, mas com tantas novidades tecnológicas relacionadas ao assunto, nossa preocupação não é apenas com o combustível que vai colocar esses veículos nas ruas, mas também com os profissionais que vão pensar em como eles vão impactar diretamente na vida das pessoas. Se hoje já estamos convivendo com dificuldades causadas pela quantidade de carros espalhados pelas vias, imagina daqui a alguns anos?

A complexidade da locomoção pelos grandes centros urbanos é um desafio interdisciplinar. Em um evento organizado pela Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) em maio deste ano, Leão Serva afirmou que “a questão da mobilidade é uma das maiores oportunidades de negócios que existe atualmente, com valor estimado de 1 trilhão de dólares”.

Você já deve ter ouvido por aí que até 2030 a Alemanha quer que toda a sua frota seja substituída por veículos elétricos, ou que a Holanda já tem mais bicicletas do que carros circulando pela rua. O que antes parecia um sonho, já está se tornando mão na roda para tornar o planeta mais sustentável, ajudar o meio ambiente e, de quebra, criar novas e promissoras oportunidades de negócio para os novos empreendedores.


Beleza, tudo isso parece muito legal em outros países. Mas como fica a situação por aqui?

Bom, precisamos concordar que o Distrito Federal não é lá o melhor exemplar de mobilidade urbana para o país. Além dos “bairros” serem muito distantes do Plano Piloto, o transporte público não oferece boas condições aos usuários (desde a qualidade dos veículos até a acessibilidade das regiões). Outro ponto é que o motorista por aqui costuma andar sozinho no seu carro. Para você ter ideia, o número de veículos registrado chega a quase 2 milhões, o que dá uma média de 1,74 carros para cada habitante.

Profissionais de diversas áreas já estão promovendo atitudes mais sustentáveis relacionadas ao assunto. Ah, e isso não é exclusividade de quem estuda Engenharia Civil ou Arquitetura e Urbanismo, viu? Cursos como Administração, Ciências Biológicas, Engenharia Elétrica e até Ciência da Computação estão promovendo mudanças em suas matrizes para que os alunos desenvolvam suas competências e habilidades para a mobilidade urbana do futuro.

Você sabia, por exemplo, que o biólogo é um dos profissionais responsável por estudar como a construção de uma estrada poderá impactar na vida de animais e seres humanos que habitam a região? O administrador e o cientista da computação, por sua vez, podem pensar em modelos de negócio que incentivem uma mobilidade urbana sustentável e tecnológica, como é o caso das bicicletas e patinetes compartilháveis e dos aplicativos para dividir caronas com seus vizinhos.

Os alunos do CEUB não apenas se dedicam a encontrarem soluções para o problema da mobilidade urbana do DF, como também incentivam jovens que ainda nem estão na faculdade a pensarem sobre isso para promoverem um futuro diferente para a nossa cidade.

É o caso do Projeto de Iniciação Científica do João Alexandre Ottoni, estudante de Arquitetura e Urbanismo em parceria com o Gabriel Lima, estudante do Ensino Médio do colégio Sërios, que juntos pensaram em um jogo de tabuleiro para que o público infanto-juvenil entendesse a relação entre os meios de transporte e os aspectos socioeconômicos das pessoas que residem no DF. Clicando aqui, você pode conferir o trabalho na íntegra!

Para pensar na mobilidade urbana do futuro, precisamos trabalhar o pensamento crítico no presente. Afinal, de que adianta termos carros autônomos se não tivermos espaço nas ruas para ocupar?

Se você quer saber mais sobre essa e outras tendências profissionais para o futuro, acesse http://uniceub.br/virada!

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