
Fraternos laços que nos unem
Sentei-me na cama abruptamente, rindo. Tinha sido só um sonho, que pena. Eu me sentia alerta. Incrível, pensei, como um sonho pode ser tão real.
“Xikinhu”, meu irmão falecido a dois anos vinha me falar sobre sua estadia ao lado do Senhor. Contou-me as missões que fazia, os amigos que tinha e o quão completo se sentia lá.
Contou que todos se vestiam de branco, mas que anjos não tinham asas e eram almas que orientavam outras almas. Disse-me que nunca deixou de me visitar e que zela por minha saúde todos os dias, bem como, pela saúde e alegria da mãe Tânia e da Laurinha.
Ao final, pediu para que deixasse um beijo e lembranças a todos. Me deu um abraço e partiu.
Em sonho, acordei, falei com a Mãe, dei um beijo na Laurinha e retornei a dormir, aguardando o dia que Xikinhu irá voltar.
Sobre Xikinhu, Tânia e Laurinha: Conheci Tânia, virtualmente (não sabemos explicar como), devido a fatalidade que aconteceu com Xikinhu.
Não cabe aqui contar o que aconteceu, mas somente que Xikinhu reside em um plano diferente do nosso. Com a Tânia aprendi muito, conversei muito e sempre a chamei de Mãe ou Mãezinha.
O carinho que tenho por ela é digno de um filho. Nunca vi Xikinhu, se não por fotos, então, não sei explicar esta ligação com a Tânia e com a querida Laurinha, a qual sempre lembro. Fica aqui registrado um sonho no qual acordei me sentindo bem e em paz.
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