O brasil está cada vez mais design

Há poucos anos, o grande diferencial era o marketing. Hoje, empresas trazem o Design para transformar sua operação

Como designer, é interessante observar de perto esta evolução. Mas antes de tudo, preciso começar esclarecendo o que é o design. Isto é necessário por que você provavelmente acredita que design é relativo a deixar algo bonito. Ou, como a gente ouve nos bastidores, “fru-fru”.

Esta opinião é apenas parte da evolução. Num país como o nosso, radicais transformações vêm ocorrendo. Poluir o ar ou desperdiçar água, até bem pouco tempo, não era um problema. Outro exemplo: muitos brasileiros não usavam cinto de segurança. Parece absurdo. E realmente é.

O bolo do Mickey!

O brasileiro está mais atento ao design, ainda que apenas visual. Isso é facilmente atestado pelo sucesso das lojas de decoração. Hoje, morar em um apartamento bonito e decorado não é mais exclusividade de classes altas. Outro simples exemplo que trago é a diferença entre as festas infantis dos anos 90 comparadas às de hoje. Não preciso falar muito, não é?

Que festa, hein?

Mas voltando ao tema, a evolução da percepção do design tem basicamente 4 estágios:

  1. Quem ignora o design
  2. Quem acredita que design é embelezamento
  3. Quem entende o que o design realmente é (e, no mais avançado,)
  4. Quem utiliza o design como estratégia de negócio. Já deixo exemplos como Apple, Nespresso e Hyundai.

Design vai muito alem de beleza. Design é sobre estratégia. É o inicio, o meio e o fim.

Eu não poderia fazer diferente aqui na Usabit. Posso dizer que consigo colocar em prática o design puro. Estudo, pesquisa, tentativa, erro e acerto. Muitos acertos. Nós vivemos a cultura do design e eu não estou falando de sites e aplicativos bonitos ou efeitos e piruetas de tela. Estou me referindo a um modelo de gestão que se adapta diariamente para conquistar nossos clientes. Falo de colaboração, foco, responsibilidade e produtos feitos para pessoas. Não como nós achamos que precisa ser. Mas como elas acham.

Acho interessante citar aqui os princípios do bom design, de Dieter Rams.

Uma boa interface pode ser inovadora
Seguir a “receita do bolo” pode parecer bom e seguro. Mas, questionarmos as mesmas práticas de sempre nos permite inovar em tudo que desenvolvemos.

Uma boa interface é projetada para facilitar seu uso
Tudo o que fazemos é para ser usado. Se você não consegue ou tem dificuldades para usar um produto, ele será descartado. É por isso que nossas interfaces são sempre simples e diretas, pois priorizam a acertividade no uso.

Um menu fácil de entender

Uma boa interface precisa ser bonita
Como você sabe, é a beleza que nos conquista. O olhar é o primeiro ponto de contato do ser humano e o poder da estética afeta diretamente nosso bem estar.

Precisa ser auto explicativa
Sobre tudo em interfaces digitais, a tela precisa conduzir o usuário automaticamente. Nós focamos em fatores como auto entendimento e desempenho. O usuário não pode ficar em dúvida.

É discreta e eficiente
Um bom fruto do design não é uma obra de arte. Costumo dizer que um site não é um anúncio de revista e nem precisa concorrer à cannes. No meio digital, o objetivo é ser claro e eficiente.

O bom design é de longa duração
Gosto destes exemplos de atemporalidade. E gosto de exibir nossos produtos ainda atuais, mesmo desenvolvidos há mais de 5 anos.

Mais de cem anos e ainda muito atual
Porshe design: Praticamente o mesmo
Nós fizemos este site em 2011 e em 2017 ainda recebia elogios antes de ser renovado

Comece a se questionar sobre os diferenciais que sua empresa poderia ter pensando em design. Pense em como seus clientes podem ser impactados por seus serviços impecáveis. Repense sua estrutura, seus processos, sua cultura. Enquanto você não faz, seu concorrente está fazendo.

E, no que for digital, conte com a Usabit!

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