A Internet das coisas — Era Digital

Um dos grandes desafios na era da Internet das coisas é como manter todas as “coisas” carregadas para permanecer operando conectadas. Vários experimentos vêm sendo desenvolvidos nessa área: dispositivos wi-fi que conseguem gerar energia e se comunicar por meio da captação de sinais de outros dispositivos wi-fi nas redondezas, como smartphones e TVs, por exemplo. Essa tecnologia, chamada de “Power Dust”, tem potencial para revolucionar o funcionamento de dispositivos e criação de APPs que utilizem essas funcionalidades. Assista a apresentação de Shyam Gollakota no EmTech, professor da University of Washington, sobre esse projeto e o desenvolvimento do aplicativo ApneaApp, o primeiro APP que consegue diagnosticar apneia sem contato, usando smartphone e Wi-Fi, com precisão de mais de 90%

ApneaApp recebe dados da pessoa que está dormindo, via wi-fi e smartphone.

E entrando um pouco mais a fundo nesse assunto de “viver melhor com os avanços tecnológicos”, Rosalind Pickard, do MIT Media Lab, desenvolve braceletes que quando usados pelas pessoas, medem as condições do seu corpo. Esses dados funcionam melhor para prever algumas situações fisiológicas do que os resultados de ressonância magnética (EEG). Um exemplo disso, é a mensuração do stress, que é a emoção mais difícil de se mensurar.

Dennis Ausiello, da Harvard Medical School, discutiu o uso de big data na área de saúde. Segundo ele, a medicina é muito boa para prever doenças que levam à morte, mas não é boa para prever estados saudáveis que levam a doenças. Ele acredita que a tecnologia veio não só para nos conectar uns com os outros, mas também para desenvolver nossa capacidade de nos conhecer melhor, por dentro e por fora.

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