Casey produzindo seu vídeo, em registro no vídeo de Philip Bloom

Faz um viralzinho pra mim?

Um certo tempo atrás, lembro bem, se discutia nos eventos de mídias sociais brasileiros “como se constrói um viral”. Os clientes pediam “faz um viralzinho pra mim” e nos debates os bons profissionais lembravam: não existe fórmula.

Não se reúne numa segunda-feira de manhã e, sem background algum, se faz um vídeo da Nike para viralizar na Copa do Mundo.

De fato, não existe método ou fórmula para alcançar um viral, mas alguns pontos dão uma base importante para que ele aconteça. O vídeo de Casey Neistat da nevasca de Nova York está perto de 7 milhões de views em quase 48h. Foram quase 3 milhões em 7 horas. São quase 26 milhões no Facebook (que tem uma contagem inflada, claro, mas se considerarmos 50% já é bastante coisa).

O “zeitgeist” foi um dos grandes pontos fortes, assim como o fato de que Casey “faz” virais há 10 anos.

Este artigo lembra pontos importantes sobre isso e vale a leitura:

Mas também esquece um importantíssimo: colaboração com quem já tem audiência. Nesse caso, muita audiência. Três pessoas fizeram o vídeo com Neistat. Dois “desconhecidos” e um gigante de Internet bem maior que o próprio Casey. Jesse Wellens, do canal de pegadinhas PrankVsPrank, acumula 2 canais com 9 milhões de inscritos cada. No Twitter, tem mais de 1 milhão de seguidores. Wellens tem vídeos no YouTube com mais de 40 milhões de views.

Ainda não sabe quem é esse cara? É o Aladin de Nova York, do viral que Casey Neistat (sim, ele) ajudou a produzir 2 meses atrás e tem 14 milhões de views:

https://www.youtube.com/watch?v=lqlrru1V69E

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