A perfeição é regra. O julgamento é opcional.

Cerro San Cristóbal — Santigo, Chile. [Foto de Rosana Kalil]

Por que somos inundados por sentimentos bons como paz, calma, amor, satisfação, bem-estar quando nos conectamos mesmo que apenas visualmente com a natureza? Por que basta olhar o por do sol e puf… todos os problemas acabam?

Porque a natureza é perfeita nos mínimos detalhes e quando permitimos nos conectar com ela não estamos julgando se hoje o sol está se pondo em um ângulo errado ou mais tarde. Ou então, não ficamos observando se todas as folhas da mesma árvore têm o mesmo tamanho e coloração.

Paramos para enxergá-la com os olhos puros de uma criança que descobre minuto a minuto a beleza e a perfeição de tudo.

E hoje, me pergunto o porquê de não conseguirmos ter esses mesmo olhos quando nos relacionamos. Sejam relações amorosas, de amizades, familiares, etc. Por que simplesmente não apreciar a perfeição daquele ser humano que se dispõe em nossa frente e estabelecer essa conexão? Por que julgar se está acima ou abaixo do peso, se o corte de cabelo não me agrada, se tem uma personalidade dita “forte”? Por que???

Se sou capaz de me isentar de julgamentos quando olho para uma planta ou um animal… O que me falta para olhar o meu SEMELHANTE da mesma forma?

Afinal, eu sou o conjunto dos meus “defeitos” (???), qualidades, atributos físicos, personalidade e consciência. E, lugar comum ou não, isso me torna um ser único (não insubstituível) neste planeta que desempenha de maneira singular determinado papel.

Acredite. A perfeição é regra. O julgamento é opcional.

❤️


Em poucas palavras: mensagens curtas para reflexão.


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