Andamos entulhados…

Quantas vezes somos “obrigados” a deixar ir coisas, pessoas, sentimentos, palavras, atos…? Por que é tão difícil deixar ir mesmo aquilo que não nos faz bem?

Na maioria das vezes, agarramos com unhas e dentes coisas e pessoas que simplesmente não se encaixam mais em nossas vidas ou no momento em que estamos vivendo. Mas, mesmo assim insistimos em “segurar o osso”. Seguramos tanto e com tal força que chega a ferir. Feridas às vezes físicas, às vezes sutis. E não satisfeitos, quando elas começam a cicatrizar, vamos lá e cutucamos o cascão dando a desculpa de que estava apenas confirmando se a escoriação realmente estava se fechando.

Afinal, gostamos de sofrer?

Eu particularmente acredito que não.

E o que nos paralisa?

O medo do desconhecido. Do acordar e não ver mais fulano(a) ou não sentir mais a determinada sensação….

E assim, vamos caminhando entulhados… Sim! Entulhados de pessoas, pensamentos, objetos, situações, sentimentos. E não sabemos o porquê do peso nas costas…

Leveza, felicidade e liberdade são irmãs. Filhas do desapego, do amor próprio e da paz interior. Pense nisso.

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