Tô meu sorvete!

De onde vem o desejo de estar conectado?

De onde vem o desejo de compartilhar, de criar coisas novas, de aparecer, de sumir e aparecer de novo? De onde vem o desejo de estar conectado?

Essas (velhas) perguntas ainda vão aparecer (se já não apareceram) em algum momento enquanto se trabalha na e com a internet.

No momento em que nos damos conta da dimensão e profundidade das redes sociais, tudo se torna maior do que estávamos aptos a imaginar. A mineração de dados — cada vez mais perto de diferentes áreas profissionais — abre alas para o antes inimaginável caminho: a identificação clara dos sentimentos humanos.

Criando conteúdo em 1..2… Não, pera! Já foi.

Nem bem a primeira linha que escrevemos foi publicada e milhões de pessoas terão acesso a ela. As pessoas estão se tornando criadores de conteúdos tão rápido que a gente nem pensa mais se aquele episódio que vai ser lançado ou a resenha do livro lançado ontem está disponível na internet. Ele está. Tudo está. Todos estamos. Seja uma opinião, uma resenha ou as famosas unboxing… Acredite, já está lá (ou aqui). Enquanto pensamos em criar algum conteúdo, alguém provavelmente já o fez ‐ ainda que a tortas maneiras.

Então, se tudo já está aqui. Comofas?

Vai além! Se fabricam respostas, criemos novas perguntas \o/!

A possibilidade de explorar o não mais inexplorável mundo de nós mesmos, de entrar e entender o que faz o consumidor consumir e o fazedor fazer, cria (e pede) um nível de engajamento que deve se tornar pessoal. Engajar é rapidamente aumentar e pulverizar para além das barreiras de qualquer empresa. O desafio das marcas não é mais ser global, já somos. Agora o maneiro é ser local — enquanto se é global.

Conteúdo com identidade e identificação local, linguagem universal e que fala com os clientes e prospects a ponto de tornar o share natural e espontâneo? We have a match!

Criar conteúdo pensando localmente ‐ a exemplo do Cid / Não Salvo que com a criação de sub‐páginas locais aumentou a sua base de fãs — isso sim gera mais encantamento, mais pertencimento e, claro, vai exigir uma atenção maior.

Em outras palavras…

Pare compartilhar o blog no Facebook — e depois no Insta, no Twitter, no … Esteja no Facebook, crie no Facebook… Ou no Snap, no LinkedIn, no Pulse… Onde quer que a sua empresa queira estar, antes esteja lá de fato. Mas evite apenas ‘traduzir’ o velho conteúdo para as outras redes. E isso já é conversa antiga.

E o tal do Big Data? E as redes? E as pessoas? E o engajamento? E agora?

O conteúdo que já foi publicado? O Big Data nos dá isso. | O que ainda vai ser? Também. | Os números disso? Dois segundinhos…

Descobrimos que usar a ciência de dados para identificar estes sentimentos humanos leva a uma melhor compreensão das pessoas. A vontade de compartilhar está aí e é natural, queremos compartilhar com os outros. E a internet, por sua vez articulada, está longe de ser simplesmente uma fonte de busca de identidade e, se transformou em uma esfera social da expressão pessoal, da conexão humana e muito mais.

Esses dados dinâmicos, quando trabalhados em conjunto com sistemas de relação de gestão de clientes e afins, fornece uma visão realtime e bem definida dos verdadeiros interesses dos seus consumidores em qualquer momento no tempo, levando a um marketing mais personalizável e mais bem adaptado a orientar gestores e equipe para ajudar o cliente nas decisões de negócios.

Silver Hoax, Mooki003 | DeviantArt.

O compartilhamento digital separa os impessoais do pessoal, as marcas agora tem a informação de quem exatamente está compartilhando, resultando em uma verdadeira compreensão das pessoas.

Entre makers, marcas e objetivos: o Big Data. Para entender que quem trabalha na internet fazendo conteúdo e compartilhando opiniões é uma parte que não pode ser desprezada na estratégia, mesmo em sua estratégia pessoal.

A lição de tudo isso? Use as ferramentas a seu favor. Pois se você não falar por si, alguém vai e pode não ser legal.

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