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Por que designers devem aprender No-Code em 2021?

Entenda porque você deve começar seus estudos sobre No-Code ou simplesmente ignorar isso completamente se não fizer sentido.

Este artigo também foi publicado no site Designers 2021, um projeto bem bacana criado pelo Vitor Guerra. 😉 → LINK AQUI

Estamos em 2021 e você provavelmente já deve ter ouvido falar, pelo menos uma vez, sobre o termo No-Code ou Low-Code. Se você ainda não ouviu falar sobre o termo, tudo bem! Posso dizer que este post chegou em boa hora para você e ainda dá tempo de entender sobre o assunto.

Aqui você vai não apenas ouvir falar do termo mas também saber por que, seja você um designer ou não, em 2021 será um ano excelente para aprender No-Code e quais são os motivos por que você deveria ou não começar a aprender mais sobre o assunto. Interessado? Então, vamos lá!

Você sabe o que é No Code?

  • No-Code é a prática de criar aplicativos (web ou mobile) sem utilizar programação ou código, ou seja, sem escrever código da forma tradicional que conhecemos.
  • Com No-Code é possível criar aplicações utilizando ferramentas visuais que permitem fazer todo o processo em um editor visual, sem precisar escrever de fato linhas de código. A ferramenta faz isso pra você!
  • Estas ferramentas vêm evoluindo e sendo melhoradas nos últimos anos, possibilitando criar aplicações mais completas e complexas, isso permite que pessoas sem conhecimento de programação possam tornar suas ideias em realidade, sem precisar passar pelo longo processo de aprendizado de uma ou várias linguagens de programação para alcançar seus objetivos. Há uma quebra na barreira de entrada no mercado.
  • Além de baixar a curva de aprendizado e possibilitar que mais pessoas tenham acesso a tecnologia, as ferramentas No Code também costumam baixar o tempo de desenvolvimento dos projetos por sua complexidade ser menor, reduzindo os custos totais do investimento para construir a aplicação. Menos tempo de desenvolvimento, mais fácil de aprender e consequentemente mais barato para criar aplicações.

E o tal do Low-Code? Além do termo No-Code também existe o termo Low-Code.

Qual a diferença entre eles?

  • O termo Low-Code faz referência ao mesmo movimento, porém, nesse caso específico as ferramentas Low-Code ainda depende ou permitem a utilização de código dentro delas, mas tem uma parte visual também o que faz a necessidade de código ainda existir mas em menor escala comparado aos métodos tradicionais de programação, seria um híbrido entre No-Code e Code.
  • Em um projeto ou ferramenta Low-Code o código estará presente mas em menor quantidade, já que uma parte da aplicação será feita de forma visual e outra parte com código. Em algumas ferramentas Low-Code o código é até obrigatório para algumas partes funcionarem, em outros é opcional, ou seja, se você quiser fazer tudo visualmente, pode, mas se quiser usar o código também pode.
  • O que muda é que em ferramentas apenas de No-Code existe uma maior ausência de código personalizável e isso pode ser uma limitação em alguns casos, mas em algumas ferramentas No-Code também é possível usar um pouco de código (HTML, Javascript, etc), caso você queira, então realmente depende muito de caso a caso, o que você precisa fazer e qual caminho adotar.
  • O modelo low-code ainda utiliza código, mas muito menos código do que se comparado ao método tradicional que utilizaria 100% de código no projeto.
  • Low-code é um conceito onde ambas as práticas se encontram Code e No Code. Esse modelo possibilita também que as aplicações tenham mais flexibilidade e mais possibilidades, que é justamente o que a parte de código pode oferecer.

Ok! Entendidas as diferenças entre No-Code e Low-Code, porque estes termos se tornaram tão relevantes nos últimos anos?

Ferramentas No-Code existem há muito tempo, desde 1980 para ser mais preciso, lembra do front-page e do WYSIWYG (What you see is what you get)? Estes são os avós do No-Code. O Dreamweaver pode ser considerado uma ferramenta No-code assim como o Wordpress, Wix, Squarespace e muitas outras.

O fato é que no passado ferramentas deste tipo focavam muito na parte web, para construção de sites, e na época eram muito limitadas e um pouco ruins para trabalhar de forma profissional. Isso fazia com que o seu uso não fosse tão interessante. Estas ferramentas também costumavam gerar um código muito ruim, o que prejudicava a performance dos projetos. Eu mesmo não gostava destas ferramentas e sempre ficava falando mal delas. Ou sempre que via algo novo sobre isso ficava com o pé atrás e julgando ou menosprezando estas soluções. Mesmo hoje em dia as pessoas ainda torcem o nariz para soluções como estas, principalmente pela má fama que projetos amadores causam. Outro ponto é que quem é profissional e já sabe programar já tem domínio de ferramentas muito mais avançadas e naturalmente vêem essas soluções como algo mais voltado para amadores ou soluções limitantes ao seu trabalho. E de fato, se você já sabe programar, talvez No-Code não seja para você, mas caso você precise, pode ser uma opção também. Eu recomendo fortemente que caso você ainda tenha resistência e esteja lendo este post agora com uma visão negativa, que pare agora e pesquise mais sobre o no-code atualmente, leia mais, teste ferramentas de fato, dê uma chance e depois tire suas conclusões atualizadas! Sério, eu tenho certeza que você vai se surpreender, porque eu me surpreendi ao ponto de parar e escrever este post aqui pra te falar disso e levar essa dica pra mais pessoas.

De alguns anos para cá isso tem mudado bastante, novas ferramentas vem surgindo e as ferramentas como um todo vem evoluindo, trazendo mais possibilidades e melhores funcionalidades, dando autonomia para trabalhar de forma profissional, inclusive estas ferramentas tem sido adotadas por muitos profissionais e grandes empresas, o que faz com que o olhar também mude. Um bom exemplo é da ferramenta Webflow, que possibilita a criação de site incríveis, seguindo conceitos básicos de HTML e CSS e gerando código de qualidade e projetos muito bem feitos, tudo sem precisar escrever código, criando seu projeto de forma visual.

A cada ano surgem diversas ferramentas e o que é interessante notar é um ecossistema de ferramentas sendo criadas para soluções diversas. A possibilidade de integração entre ferramentas e a crescente de serviços disponíveis faz com que seja muito mais vantajoso usar algo pronto do que criar tudo do zero. Não é de hoje que vemos a crescente de soluções SaaS para praticamente qualquer tipo de necessidade, seja e-mail marketing, cobranças, criação de e-commerce, sites, campanhas de marketing, CRMs, etc.

Tudo isso vem se integrando de alguma forma, ferramentas como Zapier e Integromat vem fazendo um grande papel em juntar as pontas por meio de APIs e transformando o cenário com possibilidades a serem exploradas por quem tiver paciência em aprender e integrar soluções no dia a dia, possibilitando criar automações que podem melhorar processos e até mesmo possibilitar a criação de serviços e produtos com pouco investimento inicial. É muito bom para validar ideias e construir MVP’s com agilidade.

Até agora temos o seguinte panorama:

  • Novas ferramentas sendo criadas ano a ano. (Webflow, Glide, Adalo, Bubble, etc)
  • Diversas opções de serviços terceiros para praticamente tudo que for necessário (Cobrança, Emails, Campanhas, Leads, Sites, etc)
  • Ferramentas para plugar e automatizar tarefas (Zapier, Integromat, IFTTT, Parabola, etc)
  • Ferramentas que servem como bancos de dados (Google Sheets, Airtable, etc)
  • Big players entrando na dança (Google AppSheet, Amazon Honeycode, Microsoft PowerApps)
  • Ferramentas No Code com valuations milionários (Jan. 2021 Webflow $140M de aporte série B — Valuation de $2.1Bilhões)
  • Mercado de tecnologia expandindo cada vez mais com Machine Learning, AI, Dados, Chatbots, etc
  • Falta de mão de obra no mercado e profissionais para as áreas de produtos, muita procura e demanda.

Mas e porque eu como designer, preciso me importar com esse movimento?

Vamos lá… Eu não sei se você já esteve em uma situação semelhante a essa:

Você pensa em criar uma ideia, tem todas as skills para fazer a etapa de pesquisa, entendimento, criação de layouts, parte visual, protótipo, etc. E quando chega na parte de transformar a solução em realidade você trava. Ou você não sabe nem o básico de HTML e CSS, ou até sabe, mas o projeto precisa de algo que envolve programação, login, cadastro, banco de dados, páginas dinâmicas, etc e aí já fica complicado demais.

Você já sabe tanta coisa, mas eu entendo, saber programar leva tempo e talvez nunca foi necessário e talvez nem seja e você nem está afim de aprender ou começar do zero. Mas você no fundo sente que gostaria de poder levar esse projeto até o final, só faltava essa parte do conhecimento, certo? Bom, eu já me senti assim várias vezes e não tem muitas opções a não ser ter desenvolvedores no time ou contratar alguém pra fazer essa parte, o que também não é tão fácil de conseguir. Se o mercado já está explodindo de vagas, porque o seu amigo programador vai “perder tempo” fazendo o seu projeto em vez de trabalhar naquela empresa bacana que paga bem?

Com No-Code, esse cenário muda, você passa a ter a possibilidade de levar este projeto até o final, mesmo que seja de uma forma mais simplificada ou que tenha que fazer escolhas e adaptações. Inclusive isso é bom, simplificar seu projeto no início é uma boa prática. O importante é que No-Code é relativamente mais fácil e mais rápido de aprender e com esses conhecimentos você será capaz de criar um MVP e colocá-lo para rodar em pouco tempo. E se você estiver afim mesmo, poderá criar produtos completos, basta estudar um pouco mais.

Isso traz uma série de possibilidades para você, tanto pessoalmente como profissionalmente, além de poder aumentar seu valor dentro de uma empresa que reconheça essas skills. Imagina que bacana poder levantar MVP’s rapidamente, colocar pra rodar com usuários reais e validar algo muito mais próximo da realidade do que apenas um protótipo navegável?

Não sei como será no futuro, mas tudo indica que No-Code será algo grande, pode ser também que isso se torne um padrão e que já seja esperado que os profissionais da área de tecnologia entendam sobre No-Code, assim como em algumas empresas o Excel é algo básico. Tudo bem, não será rápido, isso ainda é muito embrionário, principalmente aqui no Brasil, mas quanto antes você estiver preparado, melhor! Quando isso for realidade (se for), você já terá bastante conhecimento, e novamente, isso pode ser um diferencial importante.

Além deste pensamento profissional, conseguir colocar uma solução no ar sozinho é libertador, tenho certeza que você tem alguma ideia, por mais simples que seja, mesmo que seja apenas por diversão, não importa, você poderá fazer acontecer, e isso é muito bacana. Você pode criar apps só pra você, sua família, sua esposa, e eu também acredito que isso vai ser uma realidade no futuro, em vez de ter que ficar usando uma solução que não te atende completamente, você poderá criar a sua própria solução. Por exemplo, você pode criar o seu app de gestão financeira compartilhada com sua namorada ou esposa do jeito que você quiser, criar sua lista de compras, etc. As possibilidades são realmente infinitas.

Outro ponto importante é o quanto isso abre possibilidades para que qualquer pessoa, por mais simples que seja em termos de background tecnológico, possa criar soluções e resolver problemas dos mais inesperados. Você pode criar um aplicativo que resolva algo em sua vida, não precisa utilizar essas skills apenas para criar produtos para empresas, as aplicações e usos são infinitos. Isso também pode ser transformador na vida das pessoas e pode impactar dando a possibilidade de mudar uma realidade pessoal sua ou de pessoas ao seu redor. Além é claro de poder ser utilizado como uma profissão.

Estou é claro focando em designers neste post, mas não acredito de forma alguma que esse aprendizado seja restrito para quem trabalha nesta área, encorajo qualquer pessoa de qualquer área a aprender No-Code e acredito que o resultado pode ser incrível. Direciono este post para designers porque acredito que estamos mais próximos por natureza deste cenário e acredito que como designer no-coder você pode ir mais longe.

Se você procura mais motivos vou listar alguns aqui:

  • Crie seus próprios projetos sem depender de programação
  • Dê vida aos seus protótipos com pouco tempo
  • Crie MVP’s com agilidade e coloque a ideia pra rodar em pouco tempo
  • Utilize produtos criados com No Code para levantar feedbacks, coletar insights e melhorar o produto
  • Automatize ações recorrentes e processos repetitivos de sua área
  • Melhore e integre informações em dashboards e centralize dados e informações
  • Auxilie no processo de transformação digital de processos e empresas
  • Facilite a criação de produtos internos com menos tempo e menos custo

Para quem trabalha de verdade com o processo Lean ferramentas No-Code se encaixam muito bem pois diminuem o tempo de criação e implementação possibilitando testes, coleta de dados e feedbacks e iterações constantes com muito menos custo. E se você quiser pode transformar esse MVP em um produto real sem problemas.

Mas e no longo prazo, minha solução no code vai suportar?
Consigo fazer coisas complexas com No Code?

Depende. Em alguns casos sua solução pode sobreviver muito bem e escalar, em outros casos não. Mas tenha em mente o quanto de investimento e tempo foi poupado até que a solução precise ser refeita ou criada do zero com programação tradicional. Com certeza essa economia pode compensar. Muita gente fala sobre No-Code não escalar, mas na real depende muito, acredito que em alguns casos se souber fazer direito dá pra escalar sim, e quando explodir de clientes, aí tudo bem precisar de uma outra solução, mas você já estará em outro patamar. Melhor começar pequeno e dar certo, do que gastar um monte de tempo e dinheiro e morrer na praia.

Não vou te iludir, vou falar a verdade, ainda existe um limite no que pode ser feito utilizando ferramentas No-Code, mas o fato é que essa barreira está sendo puxada pra cima cada vez mais. Com o aumento do interesse das pessoas e principalmente empresas a adotar No-Code o mercado vai se adaptando e trazendo maiores e melhores soluções, em 2021 a tendência é de grande investimento na área e com isso pode se esperar que novos players vão surgindo e que os que já estão no mercado corram atrás com evoluções para se manterem ativos no mercado e não perderem para a concorrência.

Meu objetivo aqui é te convencer que vale a pena aprender No-Code em 2021, mas não vou ficar só falando minha opinião, vou te mostrar dados reais de mercado e você pode tirar suas próprias conclusões.

Mercado No-Code

  • Previsão: 3/4 das empresas vão utilizar pelo menos 4 ferramentas no-code de 2021 até 2024. Isso da 75% das empresas. Já pensou?
  • Previsão: 65% das atividades de desenvolvimento serão feitas com ferramentas no-code e low-code até 2024.
  • Previsão: O mercado no-code foi avaliado em $8B em 2018 e deve chegar em $46B em 2023. São mais de +43% de CAGR. Total de $46 Bilhões de Dólares.
  • Em 2019 apenas nos EUA foram investidos $529 Milhões de dólares em startups no-code e low code. 5x mais do que 5 anos atrás.
  • A Ferramenta Bubble já passou de +400.000 usuários, +300% de descimento em Abril de 2020.
  • A Ferramenta Zapier já teve $3 milhões levantados em investimento, $50 milhões taxa de retorno (ARR) em 2018.
  • A Ferramenta Webflow teve $14 milhões de taxa de retorno em 2019, +60.000 usuários pagantes em 2019, $72 milhões investimento Série A em 2019. Em 2021 investimento Série B com aporte de $140 milhões feito pela Accel e Silversmith. Atualmente o Webflow está avaliado em $2.1 Bilhões.
  • Parabola captou $8M de investimento Série A em Agosto de 2020.
  • EasySend levantou $16M de investimento da Intel para automatizar interfaces B2C com No-Code em Setembro de 2020.
  • Unqork garantiu investimento Série C de $207M em Outubro de 2020.
  • Fintech Singzy levantou $5.4M através da Arkam Ventures e Mastercard — Plataforma de No-Code e AI.
  • Em novembro de 2020, a ferramenta Ushur levantou $25M de investimento para criar sua plataforma No-Code, segundo TechCrunch.

Fontes: Gartner, Magma, Pitchfork, Globenewswire

O que eu posso criar com No-Code?

Você pode criar o que quiser com No-code, se existe alguma limitação você talvez só precise ser mais criativo. Aqui estão alguns exemplos do que você pode criar:

  • Startups e MVP’s — Excelente para primeiras versões
  • Sites e landing pages
  • Aplicativos e sites para comunidades, colaboração
  • Aplicativos para seus clientes, prestadores de serviços
  • Ferramentas internas, automatização de processos
  • Ferramentas pessoais, resolva seu próprio problema

Você pode criar produtos sofisticados como:

Marketplaces iguais ao AirBnb, Ebay, Amazon, Fiverr, Upwork com funcionalidades de Perfil de Usuário, Listagem de produtos, Páginas Dinâmicas, Mapas, Carrinho de Compras, Pagamentos.

Produtos como Slack, Netflix, Salesforce, Pipedrive, Trello com funcionalidades como Videoconferência, Streaming, Automações, Chat.

Aplicativos de celular como Uber, Tinder, WhatsApp, Instagram com funcionalidades como Geo Localização, Mensagens, Monitoramento em tempo real, seguidores, painel de administração.

Para ver mais exemplos reais, vá até os site da ferramenta no-code que você preferir e procure a página de showcase, lá vai ter exemplos de aplicações feitas usando essa ferramenta.

No-Code é para quem?

Para quem quiser! A ideia é justamente dar a possibilidade para que qualquer pessoa utilize.

Ok mas, quem já está usando No-Code?

Pessoas como você e eu:

  • Para criar projetos pessoais, projetos paralelos.
  • Demonstrar habilidades e ir além do currículo.
  • Criar um site, blog, algum projeto que tenha vontade.
  • Iniciar seus primeiros contatos com tecnologia.

Freelancers:

  • Reduzir o tempo necessário para criar projetos.
  • Expandir habilidades e ter mais recursos para trabalhar.
  • Criar mockups e protótipos mais realistas e próximos do produto final.
  • Criar sites e sistemas que seus clientes possam administrar.

Startups:

  • Reduzir tempo e custo para entrar no mercado.
  • Realizar mudanças e atualizações rápido e coletar feedback.
  • Criar MVP’s com muito baixo custo e investimento de tempo.
  • Utilizar soluções já existentes para acelerar o processo de construção.

Empresas pequenas e médias:

  • Preencher gap no mercado de tecnologia.
  • Se tornar independente de plataformas existentes.
  • Otimizar, atualizar e automatizar processos.
  • Acelerar a transformação digital.
  • Aumentar presença online.

Corporações e Multinacionais:

  • Desafogar times de TI e dar poder tecnológico para seus funcionários.
  • Acelerar a transformação digital em setores com poucos recursos.
  • Criar novos projetos, MVP’s.
  • Automatizar processos, criar novos fluxos.
  • Potencializar o marketing e presença online.

Ok! Gostei, você me convenceu! E agora, como começar meu aprendizado No-Code?

Vou te dar algumas dicas básicas! Comece pesquisando mais sobre o assunto, este post foi só para te apresentar mais sobre essa nova realidade.

Escolha uma ferramenta para aprender primeiro e foque nela, vou deixar uma lista de ferramentas aqui em baixo. Escolheu a ferramenta? Ok, comece a usá-la, assista vídeos, faça um curso, leia mais sobre no-code, participe de comunidades, aprenda de todas as formas que puder. E o mais importante, coloque seus conhecimentos em prática! Pratique muito, isso vai te ajudar a tangibilizar o conhecimento teórico.

Existem muitas ferramentas, muitas mesmo e estão surgindo mais a cada dia, então, pesquise e sempre procure saber se tem novidades no mercado, não vou listar todas porque ficaria uma lista gigante, mas aqui estão algumas das mais populares.

Ferramentas No-Code:

  • Bubble.io
  • Webflow
  • Adalo
  • Glide
  • Thunkable
  • AppSheet
  • Carrrd
  • Editor X
  • Wix
  • Wordpress
  • Elementor
  • Stacker
  • Boundless

Para automações:

  • Zapier
  • Integromat
  • Parabola
  • IFTTT

Para dados:

Para forms:

  • Typeform
  • Google Forms
  • Formstack

Ferramentas Low-Code:

  • Outsystems
  • Mendiz
  • Drona HQ
  • Retool
  • Unqork
  • AppGyver

Ferramentas de Big Tech Players:

  • Microsoft — PowerApps
  • Amazon — Honey Code
  • Google — AppSheet

Vamos embarcar juntos nesta jornada de aprendizado?

Eu também quero te ajudar mais ainda nessa jornada No-Code! Se você se interessou realmente pelo assunto e quer aprender mais, deixo meu convite pessoal para você conhecer o canal Yes!NoCode no Youtube. Criei este canal para falar sobre No-Code e compartilhar conhecimentos sobre ferramentas e sobre este movimento que vem crescendo. Lá no canal eu crio vídeos sobre as principais ferramentas no-code no mercado como Bubble, Adalo, Webflow, etc. Além disso escrevo sobre o assunto e faço tutoriais sobre diversas ferramentas no-code.

Desejo boa sorte no seu aprendizado No-Code!
Te vejo por lá!

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Caio Calderari

Caio Calderari

Chief Non-Technical Officer at WeAreNoCode https://www.wearenocode.com

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