Sabrina Almeida
Nov 5, 2019 · 1 min read

(A)mar

Não do contrário mas por mim, tento dizer que no papel, sai as coisas que minha boca, acha difícil de dizer

Meu coração fraco demais, tentou evitar amar, porque sabe que essas coisas grandes demais extrapolam em mim e não sei onde colocar.

Pois extrapolei, e vire mexe me afogo em mim mesma.

Ninguém me ensinou amar, sempre preferi o mar e era isso que eu tinha, e acreditava que aquela imensidão era o sentimento mais lindo que podia existir.

Então quando eu imensidão, sou profundo, frio, lindo, cheio de mistérios, e sou inconstante, ora maré baixa, outra alta e assim vou buscando manter .. aquela calma que tem os dias de inverno com pouco agitação.

Ninguém me ensinou a amar, pois talvez não sabiam que isso é algo que se ensina, e assim eu cresci só mar.

Ninguém me ensinou que amar, é mais que ser mar e que amar também faz chorar, faz afogar, faz frio e calor a diferença, é que amar não faz só chorar, faz rir e gargalhar, faz afogar, mas também salva, faz frio mas também esquenta.. É fundo mas também é bonito e da pra chegar lá, porque nadar sozinho é um pouco mais difícil.

E assim eu descobri que eu sou Amar, quando um dia alguém tentou me desafogar.

Amar tem só um problema, também faz morrer igual o mar porque aprender a nadar é difícil e as pessoas cansam de tentar, a vida é mais fácil quando a gente só é Mar.

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The (deep)pression thoughts of a naked girl // Pesnamentos (de) pressão de uma garota nua.

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