If you are familiar with Ruby standard library then you probably know these two methods: URI.escape and CGI.escape. But turns out they are slight different and conforms to different specifications. Let’s see what are the key differences between them.

URI.escape method follows RFC 2396 also know as “Uniform Resource Identifiers(URI): Generic Syntax”. Some developers have some trouble using this escaping method.

I won’t go into the details of each specification but the TLDR; is that it doesn’t cover some characters. In other words, this method does not produce the same results of the encode URI JavaScript function.

If you need to encode query strings then CGI.escape method is probably what you’re looking for. CGI.escape follows the CGI/HTML forms spec and returns a string like application/x-www-form-urlencoded requests, which requires spaces to be escaped to + and encode most special characters. …


Dentre tantos fuzzy finders por aí eu escolhi o fzf pelo nível superior de customização oferecido, deixando plugins como CtrlP e Command-T léguas de distância.

Fzf em si não é apenas um plugin. Além de servir como um fuzzy finder, é uma programa de linha de comando que permite visualizar em uma interface textual qualquer tipo de lista, como caminho de arquivos, nomes de diretórios ou palavras do dicionário.

Você pode buscar e selecionar com facilidade dado essa lista de entrada. Até em repositórios com milhares de arquivos o fzf apresenta excelente performance de renderização pelo fato de ser um binário externo otimizado pra isso (diferente de um plugin no seu editor de texto preferido).

Eu instalei o fzf pelo gerenciador de plugins chamado plug.vim que roda dentro do próprio editor de texto. Se preferir, você pode instalar manualmente baixando o binário ou compilar o código fonte desenvolvido na linguagem Go. Outro método de instalação é usar o gerenciador de pacotes da sua distruibuição Linux ou Homebrew se estiver no macOS. …


Aprenda definitivamente como testar funções dentro de um REPL sem perder sua cabeça copiando e colando seu código centenas de vezes.

Provavelmente você já digitou o mesmo código várias vezes. Ou ainda copiou e colou um trecho de código modificado no seu editor de texto. Porém, há um jeito mais inteligente para lidar com esse problema no NeoVim.

O plugin QuickRun permite você executar partes do seu código ou arquivo inteiro. Os resultados são mostrados de maneira assíncrona em um novo buffer lateral ao seu código. Não preciso nem dizer que essa funcionalidade é uma mão na roda para fazer experimentos rápidos sem ter que alternar entre abas. Fica tudo na mesma tela sem interrupções.

Depois da instalação desse plugin o seguinte comando estará…

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Rainer Borene

Programmer

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