O dia em que Toronto entrou em incandescência

Torcida do Raptors, em casa, com a faixa “We the Other”

Hoje é dia de decisão! Ou da série de decisões, contra o poderoso Golden State Warriors. Agora, veja, abaixo, como o mundo dá voltas…

Em MAIO de 2017, prestes a disputar os Playoffs, o Toronto Raptors esteve envolto em um episódio bastante peculiar. Foi vítima de desprezo pela CBS Sports, que em uma enquete onde perguntava quem seria o campeão daquele ano, citou nominalmente todos os times, menos o Toronto Raptors, a quem se referiu apenas como “Outros”.


Se as empresas e corporações fossem bandas de rock, muitas estariam gravitando ao redor da “Fita K7”, ainda hoje.

Porque apesar de muito se falar nas novas tecnologias e nas novas ondas, desde o simples Marketing Digital até a Transformação Digital, passando por IoT, Inteligência Artificial, Data Driven, Marketing Preditivo, etc, etc, etc… na prática, grande parte das empresas opera da mesma forma que nos anos 80.

Exagero? Veja bem… usar email marketing em vez de impressos via correio não muda muita coisa, a não ser nas métricas e no custo; automatizar um processo manual, sem aprimorá-lo ou sem redesenhá-lo…


Diz o senso comum, que quanto mais opções temos ao nosso dispor, melhor é. Mas na prática, nem sempre é assim…

O Romeo Busarello, da Tecnisa, tem uma aula na Academia Draft que fala sobre as dificuldades que os profissionais de Marketing tem enfrentado para se manterem em suas posições, atualmente.

Sua tese provém da crescente complexidade que as novas mídias, novas tecnologias, novas possibilidades e novos comportamentos do consumidor tem trazido ao seu dia-a-dia. Estima-se que 60% dos problemas enfrentados por estes profissionais sejam inéditos. E são itens que não lhes foram ensinados em nenhuma escola.

“De fato, não…


Ou, quem sabe, uma nova modalidade de marketing: o "TRAPeting". (é uma cilada, Bino…)

É certo que a novidade aqui não é a existência de empresas que têm na desonestidade seu principal ativo. Elas sempre estiveram presentes entre nós. Na sabedoria popular, são aquelas carinhosamente batizadas de “picaretas”. Mas não é delas que estamos falando. Elas viraram café pequeno, acredite.

O que estamos presenciando é a evolução genética de uma espécie com potencial similar ao de um vírus, tanto na capacidade de disseminação e contágio, quanto na profundidade do dano.

A Sereia Corporativa, que bem poderíamos chamar de “Falsiane Ltda.”…


Era pra ser sobre internet. Mas todo discurso sobre a importância da internet, hoje, é como pregar para convertidos. É chover no molhado. Esta fase já passou, ao menos para a maioria.

Também poderia ser sobre o como usar a internet, que me parece ser a fase atual do mercado: a da preocupação de não somente aderir às novidades, mas também dominar e fazer uso das novas mídias e interagir com naturalidade em redes sociais digitais. Ou, mais difícil ainda, saber aproveitar todas as novas maneiras de comunicar e interagir, em suas diversas formas, espaços e linguagens. De obter, enfim…


Não seguirei a ordem do título. Começarei pelos maiôs. Foram notícia, nos últimos dias. Não os maiôs comuns, mas aqueles simulando pele de tubarão, pra natação, sabe? Os engenhosos “sharkskin”. Muita gente não lembra, ou nem acompanhou as olimpíadas de Sydney 2000, mas o sujeito que usou um traje desses (o Fast Skin) pela primeira vez nos jogos olímpicos foi Ian Thorpe, o “thorpedo”. Um australiano de 17 anos que rasgava as piscinas de forma tão impressionante quanto o atual rei das águas, Michael Phelps.

Pois bem, essas roupas de pele de tubarão foram assim concebidas para potencializar a performance…


Steve Jobs e Tim Berners-Lee são duas das personalidades mais influentes da história recente da humanidade. O mundo da tecnologia — e consequentemente, o mundo todo — definitivamente não seria o que é hoje, se não tivessem eles realizado o que realizaram.

Aos mitos, porém, cabem, além das justas glórias, atribuições de feitos que não foram deles, tamanha a magnitude do seu brilho. Foi o caso das duas reportagens que comento abaixo.

É impressionante — e lamentável — a frequência com que a grande imprensa peca ao mergulhar em temas que não são de domínio público, quando dela esperamos, justamente…


Sim, é bom colocar já no título uma diferenciação por século, pois é justamente este o impacto que esta reflexão pretende provocar: o que significava divulgar, promover, propagar e solidificar uma marca até o final do século passado e de que maneira estas mesmas missões deveriam ser encaminhadas agora, no século 21.

Pois é, já faz quase uma década que estamos em um novo século. Mas o tratamento dado às marcas, de uma forma geral, continua sendo muito ?receita de bolo?. Muito 1990. Se funciona? Sim, funciona. Ainda…

A boa notícia é que o segredo continua sendo o mesmo: identificar…


Uma das grandes batalhas que as marcas travam ? dentre tantas ? é conseguir gerar interesse. Inúmeros são os esforços para atingir esse objetivo: desde a mais simples ação de divulgação, até a associação direta com grandes ídolos do nosso tempo. Patrocínios de shows, eventos e causas, das mais diversas, também estão na lista. Um verdadeiro arsenal, enfim. Pois bem: com o Google Trends dá para saber quem está vencendo. Nada científico, exato, mas identifica um movimento, serve como balizador. E é um claro sinal do que está por vir, em termos de inteligência competitiva.

O Trends é mais um…


O velho ensinamento de que um cliente decepcionado propaga sua experiência negativa a muito mais pessoas do que em caso de satisfação plena nunca foi tão válido como nos tempos atuais.

Encaminhar e–mails com relatos pessoais para uma lista de conhecidos é prática corriqueira há algum tempo e, por si só, já potencializa esse poder de propagação. Hoje, porém, os instrumentos à disposição do consumidor são muito mais numerosos e sofisticados do que meras correntes de insatisfação.

Os blogs corporativos, por exemplo, são a coqueluche do momento, merecendo até mesmo capa de publicações nacionais. Entretanto, mais importante do que fixar…

Ricardo de Bem

1983: teve seu primeiro computador. Desde 1995, à frente da Divex. Gosta de fotografia, basquete, propaganda, cinema, marketing, vinho tinto e de escrever.

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