<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:cc="http://cyber.law.harvard.edu/rss/creativeCommonsRssModule.html">
    <channel>
        <title><![CDATA[Stories by Daniel Carrara on Medium]]></title>
        <description><![CDATA[Stories by Daniel Carrara on Medium]]></description>
        <link>https://medium.com/@dhcarrara?source=rss-f9e151f49485------2</link>
        <image>
            <url>https://cdn-images-1.medium.com/fit/c/150/150/1*EWj06blARwdBpptJPUsMsA.png</url>
            <title>Stories by Daniel Carrara on Medium</title>
            <link>https://medium.com/@dhcarrara?source=rss-f9e151f49485------2</link>
        </image>
        <generator>Medium</generator>
        <lastBuildDate>Sat, 16 May 2026 01:59:51 GMT</lastBuildDate>
        <atom:link href="https://medium.com/@dhcarrara/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/>
        <webMaster><![CDATA[yourfriends@medium.com]]></webMaster>
        <atom:link href="http://medium.superfeedr.com" rel="hub"/>
        <item>
            <title><![CDATA[A morte da inovação]]></title>
            <link>https://medium.com/@dhcarrara/a-morte-da-inova%C3%A7%C3%A3o-42c21795df98?source=rss-f9e151f49485------2</link>
            <guid isPermaLink="false">https://medium.com/p/42c21795df98</guid>
            <dc:creator><![CDATA[Daniel Carrara]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 11 Aug 2016 12:02:38 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2016-08-11T12:05:09.556Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*LALVtPXfqYCJeH7OAQLz0w.jpeg" /></figure><p>É uma triste notícia para a comunidade mundial, mas a inovação morreu. Ela não existe mais, não do jeito que a maioria das pessoas a conhece. A inovação se reinventou. Mas poderia ser de outra forma? Claro que não. Como um conceito tão forte, que resume tantos outros substantivos desafiantes tais como mudança, melhoria, análise, criação, adaptação, progresso e tantos outros termos em apenas uma palavra — inovação — poderia não avançar junto com o tempo?</p><p>Quando esse conceito surgiu, as pessoas temiam-no. Primeiro, porque era algo desconhecido e inatingível para muitos. Pensava-se que, para ser inovador, precisava-se ser um gênio, com ideias mirabolantes, conhecer de mecânica, computação, metafísica e reunir todas essas disciplinas em um produto que iria salvar a humanidade. Regozijamo-nos hoje, pois esse pensamento já é ultrapassado. Mas será que é mesmo para todos?</p><p>Ao escrever esse artigo, tentei ser inovador com um título diferente do convencional e até mesmo polêmico que, em um primeiro momento, despertaria a atenção do leitor para o tema. Se você leu o texto até esse ponto, parece que tive êxito e pode-se dizer que de certa forma tive uma ideia inovadora, transformada em uma ação inovadora que atingiu um resultado almejado.</p><p>O objetivo secundário do texto é chamar a atenção para a palavra inovação, visto que esse assunto vem sendo discorrido exaustivamente em palestras, workshops, congressos e etc. Uma vez que a atenção está voltada para o assunto, o objetivo principal é transmitir a boa-nova de que a inovação já está em nosso dia-a-dia, em nosso meio, em nossas ações, em nossa casa e em tudo que interagimos.</p><p>Tudo o que usamos foi criado ou adaptado por alguém de forma mais eficaz e, consequentemente, de forma inovadora. Você pode se perguntar: “Mas e eu, sou inovador?” A resposta é: com certeza.</p><blockquote>Inovação não consiste em inventar coisas revolucionárias e sim em adaptar, melhorar, otimizar, criar e trazer uma nova visão do humano e da sociedade para um problema real. Se tudo isso for revolucionário, que bom. Se não, mesmo assim ainda pode ser inovador.</blockquote><p>Por isso, a mensagem principal do texto é essa. Pare, olhe ao redor, pense em quantas coisas novas e melhoradas você está utilizando. Quantos processos você otimizou, quanto você melhorou o tempo gasto entre sua casa e seu trabalho descobrindo novos caminhos. Inovação é isso. Mate dentro de você aquele conceito antigo de inovação e se abra para o novo, para as inúmeras possibilidades ainda impensadas que estão ao nosso redor e, com isso, você contribuirá com um mundo melhor.</p><p>Artigo de minha autoria publicado originalmente em: <a href="https://medium.com/inovacaopolitecnica/a-morte-da-inova%C3%A7%C3%A3o-e4b8486643c4#.l7v1xm2o4">Link</a>.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=42c21795df98" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[O carnaval acabou e o ano começou.]]></title>
            <link>https://medium.com/@dhcarrara/o-carnaval-acabou-e-o-ano-come%C3%A7ou-279e6beb0267?source=rss-f9e151f49485------2</link>
            <guid isPermaLink="false">https://medium.com/p/279e6beb0267</guid>
            <category><![CDATA[gestao-do-tempo]]></category>
            <category><![CDATA[lean]]></category>
            <category><![CDATA[gtd]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Daniel Carrara]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 03 Mar 2016 12:12:50 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2016-03-03T12:12:50.854Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/400/1*WvLpaYncMYKPOlf0IpVGCg.jpeg" /></figure><p><strong>O carnaval acabou e o ano começou. Confira 5 dicas de gestão para retomar o trabalho com foco e produtividade</strong></p><p>Infelizmente no Brasil ainda ouvimos dizer que o ano começa apenas depois do carnaval, e, o pior, é que muitos (muitos mesmo) tomam isso como verdade e protelam seus projetos e atitudes produtivas para depois desse advento. Com isso, já se foram quase dois meses ou de 25 a 30 dias úteis de trabalho desperdiçados, o que em horas representa uma média de 200 horas.</p><p>Contudo, o objetivo desse artigo não é “chorar o leite derramado”, mas sim apresentar algumas ferramentas e comportamentos ideais para que, a partir de então, aqueles que estão iniciando o ano agora consigam atingir seus objetivos de negócio.</p><ol><li><strong>Saiba por onde começar</strong></li></ol><p>Defina o que é uma tarefa, um projeto, e torne isso físico, ficando à par de tudo o que está em sua lista de afazeres. Uma tarefa pode levar 10 minutos ou um dia. Existe um método chamado GTD (<em>Getting Things Done) </em>que pode lhe ajudar a quebrar o trabalho em tarefas menores. Já um projeto é algo que leva mais de um dia para ser feito, pois pode conter diversas tarefas, o que permite se ter uma noção de quanto falta para o final e o quão produtivo está sendo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/640/1*ZsAMjlqirDGX8VwnkHQCyA.jpeg" /><figcaption>Fonte: <a href="http://www.promoline.com.br/blog/index.php/post-it-personalizado/">http://www.promoline.com.br/</a></figcaption></figure><p><strong>2.Use e abuse das ferramentas</strong></p><p>Utilize uma ferramenta para gerenciar suas pendências. As mais simples são: papel (post-it) e caneta, uma planilha eletrônica, um app de notas auto-adesivas (indico o Google Keep) ou outra ferramenta que achar adequada. Para usuários já assimilados com esse tipo de técnica, indico um board kanban (eu uso o Trello).</p><p>Torne essa ferramenta sua home page. Ao abrir o broswer ou desbloquear a tela do seu smartphone, ela deve estar ali para lembrar-lhe da sua próxima “task”.</p><p><strong>3.Pare de começar e comece a terminar</strong></p><p>Uma vez que você sabe o que tem que ser feito, como fazer e como controlar, estabeleça um limite! Defina as prioridades e assuma que você é único e consegue fazer apenas uma task por vez. Às vezes será necessário paralisar um projeto para resolver uma task urgente, mas assim que a terminar retome o último projeto que parou, o que provavelmente está no que chamamos de “cabeça da fila” ou já “em progresso”.</p><p><strong>4.Não se sabote</strong></p><p>Algumas tarefas não são tão prazerosas de serem feitas, todos nós passamos por isso. No gerenciamento do tempo, quando nos deparamos com essas tarefas, corremos um grande risco de postergar a execução e navegar na internet, dar uma conferida no facebook, no whatsapp, ir ao banheiro etc..Não deixe que isso tire seu foco. O tempo médio de concentração de uma pessoa em uma tarefa é de 20 a 25 minutos, por isso, passado esse tempo, faça uma pausa e depois de 5 minutos, retome sua task.</p><p><strong>5.Sinta-se útil e feliz</strong></p><p>Uma vez que você começar a mensurar o que está sendo feito, você terá uma noção melhor do que realizou ao longo de um dia, de uma semana e durante o mês. Com isso, aquela sensação que muitos têm ao final do dia de que trabalharam tanto e parece que não fizeram nada pode ser minimizada ou até mesmo ser transformada em um sentimento de utilidade e dever cumprido, o que poderá refletir em uma sensação de felicidade. Por isso, mensure, termine e entregue as tarefas que se comprometeu a realizar e meça o quanto de trabalho entregou durante o dia ou em um intervalo de tempo.</p><p>Enfim, as dicas de gestão da execução aqui apresentadas podem lhe ajudar de forma simples e efetiva a ter uma melhor gestão do seu tempo, mensurar como e quanto de trabalho você está entregando ao longo do seu dia e fazer com que você se sinta mais produtivo e feliz ao executar e terminar suas atividades.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=279e6beb0267" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
</rss>