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        <title><![CDATA[Stories by Fernandazely on Medium]]></title>
        <description><![CDATA[Stories by Fernandazely on Medium]]></description>
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            <title>Stories by Fernandazely on Medium</title>
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            <title><![CDATA[Vocação ou Profissão? Minha carreira até UX]]></title>
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            <category><![CDATA[biblioteconomia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Fernandazely]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 30 Aug 2023 15:47:00 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-08-30T15:47:00.318Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Vim apresentar a vocês a minha jornada de transformação de <strong>vestibulanda de Medicina</strong>, passando por <strong>técnica em Processamento de Dados</strong>, <strong>aspirante à Bibliotecária</strong> e até <strong>Designer de Produtos</strong> que atua nas mais diversas frentes que constituem o que chamamos de Experiência do Usuário (UX).</p><p><strong>Embora possa parecer confuso, todas essas etapas se conectam perfeitamente em minha trajetória profissional.</strong></p><p><em>Construir uma carreira de sucesso nem sempre segue um caminho planejado. Muitas vezes é preciso adquirir um repertório diversificado para finalmente descobrir ‘</em><strong><em>aquela’ possibilidade que nos impulsiona</em></strong><em>.</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1000/0*w3oB5mXLifbVsXhV" /><figcaption>Mulher loira, usando óculos e com um rabo de cavalo, segurando um pincel atômico e escrevendo em post-its em meio a uma janela transparente com uma cidade ao fundo.</figcaption></figure><h3>Desisti do sonho de cuidar de pessoas</h3><p>Desde muito jovem, meu sonho era seguir a <strong>carreira médica</strong>, mas sabia que isso só seria possível em uma faculdade pública (por motivos financeiros). Após algumas tentativas sem sucesso de aprovação no vestibular mais concorrido do país, acabei por repensar minhas escolhas e explorar outras áreas de interesse.</p><p>Embora o sonho de ser médica tenha ficado para trás, <strong>meu amor pela ciência permaneceu. </strong>No entanto, a escolha de uma nova faculdade se tornou um desafio.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/498/1*hq1IqW18MWQCNwzNZoCi1w.gif" /><figcaption>“Medicina seria minha vocação, então eu vou fazer o que da vida?” (Cena da série House M.D.)</figcaption></figure><h3>Vida de proletariada</h3><p>Enquanto não me decidia sobre que curso fazer na faculdade comecei a trabalhar com informática, onde aprendi a monetizar meus conhecimentos e passei a oferecer serviços de consultoria e construção de <em>websites </em>completos, percebendo que poderia agregar mais valor ao entregar projetos do início ao fim. <strong>Essa experiência abriu portas e ampliou minha visão sobre as possibilidades profissionais.</strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/640/1*FnjjjtcLSkMGaBK-gzPIdg.gif" /><figcaption>Tenha um planejamento, mas saiba improvisar (cena da série Gracie and Frankie)</figcaption></figure><h3>Escolhi Biblioteconomia</h3><p>Já mais velha, entendi que para evoluir no mercado de trabalho realmente precisava ter títulos e fazer faculdade tornou-se imperativo para mim. Mas eu não queria fazer qualquer coisa e não queria sentir que estava perdendo meu tempo em quatro ou cinco anos em uma instituição qualquer em troca de um papel. Então separei meus critérios iniciais e comecei a pesquisar quais cursos disponíveis em faculdades federais me interessavam pela grade curricular e possibilidade de vaga no setor Público (sim, eu queria fazer concurso).</p><p>Pesquisei todas as grades curriculares dos cursos que mais me chamavam a atenção e me perguntei: <strong>o que eu gostaria de estudar por quatro ou cinco anos?</strong> Foi assim que escolhi fazer Biblioteconomia na Unirio, que tinha um eixo específico voltado para <strong>Ciência e Tecnologia</strong> (o segundo eixo é voltado para Memória, Patrimônio e Cultura, e o terceiro eixo trata de Gestão de Informações em Organizações).</p><p>No início, estava focada em me formar e ser aprovada em um concurso enquanto estudava coisas que me pareciam interessantes. <strong>Se tudo desse errado eu estaria em uma carreira com amplas possibilidades (e livros!).</strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/498/1*_DMF0cVBxysVNFn2vGqKWw.gif" /><figcaption>Se tudo desse errado eu estaria cercada de livros, então tudo bem (: (filme O Homem Bicentenário)</figcaption></figure><p>E eu consegui! Antes de finalizar todas as matérias obrigatórias <strong>fui aprovada no meu primeiro concurso </strong>(1º lugar como Bibliotecária de um Centro de Pesquisa no Conselho Regional de Química) e por conta dessa aprovação consegui me formar antes da minha turma.</p><p>E enquanto eu aguardava a nomeação continuei estudando para outros concursos (outras aprovações vieram, inclusive), e foi durante essa jornada que a Arquitetura da Informação surgiu em meu caminho, abrindo as portas para o emocionante mundo do Design de Experiência do Usuário (UX). Era isso que eu queria fazer! <strong>O sonho da estabilidade do concurso Público deixou de fazer sentido.</strong></p><h3>Mercado de Trabalho X Academia = eternos aliados</h3><p>Eu já trabalhava prestando <strong>consultoria</strong> para empresas, <strong>empreendendo </strong>em algumas frentes diferentes e fazendo <em>freelancer </em>como <em>Web Designer</em>. A visão de mundo que eu tinha era muito diferente da visão dos meus colegas de faculdade e eu aguardava ansiosamente as matérias mais teóricas e genéricas acabarem para que eu pudesse chegar na parte mais “mão na massa” do curso.</p><p>Essa inquietação me impulsionou a criar um projeto, que até hoje segue viva e operante: a<strong> </strong><a href="http://www.mentebrava.com"><strong>MenteBrava</strong></a><strong>! </strong>A vontade de fazer o cenário mudar, mudando a visão que as pessoas têm de si mesmas a partir de um produto que quereriam vestir criou um negócio satisfatório e lucrativo para mim.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/408/1*KhsXimKVzmqkhg3P7iikeQ.png" /><figcaption>A MenteBrava é uma loja virtual de produtos personalizados exclusivos. Tudo, das estampas até o site em si, passando pelo modelo de negócios e o plano de marketing, foi desenvolvido por mim. (www.mentebrava.com)</figcaption></figure><h3>Onde tudo conecta, converge e mistura</h3><p>A Arquitetura da Informação revelou que a minha paixão estava na interseção entre tecnologia, pessoas, design. Esse era o lugar onde eu verdadeiramente me sentia em casa.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*aw-TF3BzKoyEPv5gyfcRhQ.png" /></figure><p>A partir daí eu já <strong>não sentia falta do sonho abandonado</strong> da medicina, <strong>não sentia frustração</strong> ao lidar com projetos de tecnologia sem sentido <strong>enquanto me realizava pesquisando, estudando e criando argumentações para projetos onde eu tinha permissão de ser criativa e rebelde!</strong></p><p>Ao longo dos últimos anos tenho tido o privilégio de ajudar equipes estruturadas a desenvolverem produtos inovadores e empresas a se estabelecerem no mercado.</p><p>Com minha experiência em tecnologia, negócios e sucesso do cliente, <strong>encontrei minha vocação no campo do UX </strong>e me esforço todos os dias para criar soluções funcionais, criativas, voltadas a um objetivo macro da empresa e atendendo às necessidades dos usuários, proporcionando uma experiência intuitiva e envolvente que flui naturalmente através de sistemas de organização, rotulagem, navegação e muita (muuuuita) pesquisa.</p><p>Isso não é mole, não! Mas o impacto é grande! Essa abordagem centrada no usuário tem o poder de transformar a forma como as empresas se conectam com seu público, como os produtos são utilizados e como as pessoas se relacionam com o todo.</p><h3>Significado vem no caminho: só não pare!</h3><p><strong>A minha paixão pela estruturação e organização encontrou um novo propósito: a resolução de problemas por meio do design centrado no usuário. </strong>Meu pensamento começou a se moldar em direção a um enfoque que valoriza todo o processo e busca criar uma experiência contínua, impactante e realmente útil.</p><h3>Continue a nadar…</h3><p>Se você também está trilhando um caminho semelhante, quero te encorajar a explorar o vasto campo de possibilidades de <strong>cada coisinha que faz seu coração bater mais forte</strong> e descobrir o potencial transformador que ele pode oferecer.</p><figure><img alt="cena do filme Procurando Nemo" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/672/1*AfYBwl8raHTYiuTUmafVuw.gif" /></figure><p>Com dedicação e paixão, você pode se tornar um agente de mudança e impactar a vida de pessoas.</p><p>❤</p><p><strong>✍ LinkedIn da autora: </strong><a href="https://www.linkedin.com/in/fernanda-zely/">https://www.linkedin.com/in/fernanda-zely/</a></p><p><strong>👩‍💻 LinkedIn do IA Biblio BR: </strong><a href="http://bit.ly/IABiblioBRLinkedIn">http://bit.ly/IABiblioBRLinkedIn</a></p><p>🎬 <strong>YouTube do IA Biblio BR</strong>: <a href="https://youtube.com/@IABiblioBRGrupo">https://youtube.com/@IABiblioBRGrupo</a></p><p><strong>📰 Conheça nossa publicação: </strong><a href="https://medium.com/ia-biblio-br">https://medium.com/ia-biblio-br</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=dceae1943282" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/ia-biblio-br/voca%C3%A7%C3%A3o-ou-profiss%C3%A3o-minha-carreira-at%C3%A9-ux-dceae1943282">Vocação ou Profissão? Minha carreira até UX</a> was originally published in <a href="https://medium.com/ia-biblio-br">IA Biblio BR Grupo</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Desafios e Oportunidades: Bibliotecários na Era da Inteligência Artificial]]></title>
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            <category><![CDATA[biblioteca]]></category>
            <category><![CDATA[futuro-da-educação]]></category>
            <category><![CDATA[futuro-do-trabalho]]></category>
            <category><![CDATA[inteligencia-artificial]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Fernandazely]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 26 Jul 2023 16:00:56 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-07-26T16:00:56.943Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Desde quando estava na faculdade eu ouvia a propagação massiva da seguinte frase <strong>“Bibliotecários são profissionais do futuro”. Nunca estivemos tão perto do uso de Inteligência Artificial e essa frase continua fazendo sentido</strong>, pois tangenciando de forma tão próxima, com o uso de ferramentas como o ChatGPT, <strong>sigo sem medo de que percamos oportunidades de empregos para Inteligências Artificiais.</strong></p><p>Compreendo que a evolução tecnológica, especialmente no campo da Inteligência Artificial, pode gerar preocupações e incertezas em relação ao futuro de nossa profissão. Claro. Algumas funções que antes eram ardualmente desenvolvidas por humanos agora, com um bom prompt de comando, pode ser resolvida em segundos em um <em>chatbot</em>.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/640/1*eiEOLvGiwafi37r9_wkRmg.gif" /></figure><p>No entanto, <strong>em vez de temer ou demonizar essas tecnologias, deveríamos nos apropriar delas de maneira consciente e estratégica</strong>, aproveitando seus benefícios para <strong>aprimorar nosso trabalho e retornar nosso conhecimento técnico e habilidades </strong>para prover um cenário que safisfaça os usuários e atenda melhor o mercado.</p><p>Em vez de nos colocarmos em competição com essas tecnologias, podemos nos posicionar como <strong>facilitadores e especialistas</strong> que utilizam essas ferramentas para melhorar nossos serviços e agregar valor aos usuários.</p><p>Nossa força como bibliotecários está na nossa expertise e no nosso conhecimento sobre o contexto das bibliotecas e as necessidades dos usuários. As tecnologias baseadas em inteligência artificial são ferramentas poderosas que podem automatizar tarefas repetitivas e facilitar o processamento e a análise de grandes volumes de informações.</p><p>Podemos, então, aproveitar as tecnologias emergentes para aprimorar nossas habilidades, <strong>tornando-nos profissionais ainda mais valorizados e relevantes</strong>.</p><p>Em vez de temer a substituição, devemos nos concentrar em nos adaptar e aprender a trabalhar em harmonia com essas tecnologias, como oportunidades para expandir nossos horizontes profissionais. <strong>Vamos nos posicionar como profissionais que estão na vanguarda da aplicação dessas tecnologias</strong>, aproveitando seu poder para <strong>fortalecer nossa relevância no campo da informação.</strong></p><h3>Onde está a ponte entre nós e as IAs?</h3><p><strong><em>A Arquitetura da Informação (AI) me fez descobrir UX e me encantar com a profissão de Designer de Produtos.</em></strong> Hoje sou Designer de Produtos e minha migração de carreira foi facilitada graças ao meu sólido conhecimento em Arquitetura da Informação. E é esse mesmo pensamento que pode fazer você surfar a onda da Programação de Linguagem Natural (PLN) e a Linguagem Generativa.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/480/1*DGZK2XSRTV8Z2uNb1cs4CA.gif" /><figcaption>bibliotecários podem atuar no Digital</figcaption></figure><p>A Arquitetura da Informação desempenha um papel fundamental nesse contexto, pois é com ela que conseguimos organizar e estruturar a informação de forma inteligente e acessível. <strong>Ao combinarmos as técnicas de Arquitetura da Informação com a Linguagem de Processamento Natural, podemos criar interfaces mais intuitivas, sistemas de busca mais eficientes e experiências personalizadas</strong> que atendam às necessidades específicas de cada usuário.</p><p>Espera.</p><p><strong>Você nunca ouviu falar em Linguagem de Processamento Natural? </strong>Então, calma, que hoje vamos abordar tudo isso de um jeito bem introdutório.</p><h3>O que é Linguagem de Processamento Natural?</h3><p>A Linguagem de Processamento Natural (Natural Language Processing — NLP) é uma área da Inteligência Artificial que se concentra no <strong>desenvolvimento de algoritmos e técnicas</strong> que a comunicação homem-máquina funcione. Isso é possível graças a o que chamamos de Linguagem Generativa.</p><p>Usando <strong>Linguagem Generativa</strong> é possível entender, interpretar e gerar texto e fala de maneira semelhante à comunicação humana, mas de forma personalizada, automatizada, eficiente e precisa.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/847/1*Gq2ori-LfjDUbuU_5aqxKg.png" /><figcaption>Enquanto a Linguagem de Processamento Natural se concentra na compreensão e análise da linguagem humana, a Linguagem Generativa se concentra na criação e geração de linguagem natural pelos computadores.</figcaption></figure><p><em>Exemplos de Linguagem Generativa: reconhecimento de fala, compreensão de texto, tradução automática, etc.</em></p><p><em>Exemplos de aplicação da Linguagem Generativa: chatbots, assistentes virtuais, redação automática de texto e criação de conteúdo.</em></p><h3>Mas o que isso tem a ver com a minha área de atuação?</h3><p><strong>Linguagem natural não te lembra folksonomia? </strong>Pois é! A Folksonomia é um conceito relacionado à organização colaborativa de informações, em que os usuários contribuem atribuindo tags ou etiquetas aos conteúdos.</p><p>Embora a folksonomia não esteja diretamente relacionada à Inteligência Artificial ou à Linguagem de Processamento Natural, ela pode colaborar com essas áreas, fornecendo dados adicionais, melhorando sistemas de recomendação e enriquecendo a análise de informações.</p><p>A <strong>Arquitetura da Informação</strong> (AI) é uma disciplina que se concentra na organização, estruturação e apresentação de informações de forma clara e intuitiva para facilitar a navegação e a compreensão do usuário.</p><p>Na prática, a Arquitetura da Informação é crucial ao estruturar a Linguagem Generativa e Linguagem de Processamento Natural na criação de <strong>interfaces e sistemas</strong> que forneçam uma experiência de usuário realmente significativa e eficaz.</p><p>Quer entender possibilidades de atuação, na prática?</p><p>Eu pedi ajuda ao ChatGPT e ele retornou com ideias interessantes.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*g2mNU7fd3Djlej3KwLKCQA.png" /></figure><h3>Oportunidades em IA para Bibliotecários</h3><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/768/1*QbsM9XeYEOeSIVumvo7uFw.jpeg" /><figcaption>Esta imagem foi gerada por uma IA, a partir de um prompt de comando meu.</figcaption></figure><p>Abaixo você encontra 22 ideias que a IA listou e eu organizei para te inspirar:</p><h4>Organização, classificação e busca de informações</h4><ul><li><strong>Organização e classificação de informações</strong>: Os bibliotecários são especialistas em organizar e classificar informações de forma eficiente e acessível. Eles podem aplicar esse conhecimento na estruturação e categorização de dados e conteúdos digitais, facilitando a navegação e a busca por informações relevantes.</li><li><strong>Especialista em busca e recuperação de informações</strong>: Utilizar técnicas avançadas de PLN para melhorar os sistemas de busca e recuperação de informações em bibliotecas, oferecendo resultados mais precisos e relevantes aos usuários.</li></ul><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/557/0*LD1rpsnkgRBkfqfQ.jpg" /><figcaption>A cada nova invenção humana, gera-se necessidade de ordená-la no mundo. A imagem acima refere-se a grupamentos de Emojis de acordo com seu significado.</figcaption></figure><h4>Desenvolvimento de Linguagem Generativa</h4><ul><li><strong>Especialista em desenvolvimento de linguagem generativa</strong>: Trabalhar no desenvolvimento de algoritmos e sistemas capazes de gerar conteúdo automatizado e personalizado, proporcionando experiências únicas aos usuários.</li></ul><h4>Processamento de Linguagem Natural (PLN)</h4><ul><li><strong>Arquiteto de Informação em projetos de PLN</strong>: Atuar como arquiteto de informação em projetos que envolvam a implementação de tecnologias de PLN, garantindo a estruturação adequada dos dados e a criação de interfaces intuitivas para os usuários.</li><li><strong>Especialista em PLN em bibliotecas</strong>: Trabalhar como especialista em PLN em bibliotecas, aplicando técnicas avançadas de processamento de linguagem natural para melhorar a busca, organização e recuperação de informações.</li><li><strong>Analista de dados e <em>insights </em>em bibliotecas</strong>: Utilizar o PLN para analisar grandes volumes de dados, identificar padrões de uso, tendências de pesquisa e <em>insights </em>relevantes, auxiliando na tomada de decisões estratégicas.</li><li><strong>Consultor em estratégias de PLN e Arquitetura da Informação</strong>: Prestar consultoria a bibliotecas e instituições, auxiliando na definição de estratégias de PLN e Arquitetura da Informação para aprimorar a experiência do usuário e otimizar os serviços oferecidos.</li><li><strong>Pesquisador em PLN aplicado a bibliotecas</strong>: Realizar pesquisas acadêmicas e aplicadas no campo de PLN, focando em aplicações específicas para bibliotecas e contribuindo para o avanço do conhecimento nessa área.</li></ul><h4>Experiência do Usuário</h4><ul><li><strong>UX Writer em bibliotecas</strong>: Escrever conteúdo relevante, claro e envolvente para interfaces de bibliotecas, seguindo princípios de Writing UX e garantindo uma experiência de usuário consistente e agradável.</li><li><strong>Designer de interação em bibliotecas</strong>: Projetar e desenvolver interfaces interativas e amigáveis em bibliotecas, utilizando princípios de Arquitetura da Informação, PLN e Writing UX para criar experiências de usuário envolventes e eficientes.</li><li><strong>Desenvolvimento de interfaces e prototipagem</strong>: O profissional pode utilizar ferramentas de design e prototipagem para criar interfaces intuitivas e envolventes. Isso pode envolver a criação de wireframes, mapas de navegação e designs de interface que incorporem as melhores práticas de Arquitetura da Informação e Writing UX.</li></ul><h4>Gestão de Projetos e Consultoria</h4><ul><li><strong>Gerente de projetos de tecnologia da informação em bibliotecas</strong>: Coordenar e gerenciar projetos que envolvam a implementação de tecnologias de PLN, Arquitetura da Informação e desenvolvimento de linguagem generativa em bibliotecas, garantindo a integração eficaz dessas soluções.</li><li><strong>Análise de necessidades e consultoria</strong>: O profissional pode trabalhar diretamente com clientes, como bibliotecas ou instituições, para entender suas necessidades e objetivos. Isso pode incluir a análise de requisitos, entrevistas com os stakeholders e a elaboração de estratégias e soluções personalizadas para melhorar a experiência do usuário.</li><li><strong>Desenvolvimento de projetos</strong>: Com base nas necessidades identificadas, o profissional pode desenvolver e implementar projetos que envolvam PLN, Arquitetura da Informação, Writing UX e desenvolvimento de linguagem generativa. Isso pode incluir o planejamento e a execução de tarefas como a criação de taxonomias, a definição de fluxos de informação, a implementação de algoritmos de PLN e a produção de conteúdo envolvente.</li><li><strong>Colaboração com equipes multidisciplinares</strong>: O profissional pode trabalhar em colaboração com outros especialistas, como cientistas de dados, engenheiros de software, designers de interação e especialistas em inteligência artificial. Essa colaboração visa integrar as várias disciplinas para criar soluções completas e eficazes.</li><li><strong>Avaliação e otimização</strong>: Após a implementação de soluções, o profissional pode realizar avaliações e testes de usabilidade para verificar a eficácia e a usabilidade dos sistemas desenvolvidos. Isso pode envolver a coleta de feedback dos usuários, a análise de métricas de desempenho e a identificação de áreas de melhoria.</li></ul><h4>Educação e atuação multidisciplinar</h4><ul><li><strong>Literacia informacional</strong>: Os bibliotecários são treinados para ajudar as pessoas a desenvolver habilidades de pesquisa, avaliação e uso de informações. No contexto da IA, eles podem desempenhar um papel importante em educar os usuários sobre a compreensão e o uso responsável de tecnologias de processamento de linguagem natural, além de fornecer orientações sobre como interpretar e analisar os resultados gerados por essas tecnologias.</li><li><strong>Colaboração multidisciplinar</strong>: Os bibliotecários estão acostumados a trabalhar em equipe e a colaborar com profissionais de diferentes áreas. No contexto da IA, eles podem se envolver em equipes interdisciplinares, contribuindo com sua experiência em gestão de informações e organização de conhecimento.</li></ul><h4>Verificação de dados</h4><ul><li><strong>Avaliação de fontes de informação</strong>: Os bibliotecários são habilidosos em avaliar a qualidade e a confiabilidade de fontes de informação. No cenário da IA, eles podem contribuir na identificação e seleção de modelos, algoritmos e fontes de dados confiáveis, garantindo que as decisões tomadas com base nessas informações sejam fundamentadas e confiáveis.</li></ul><h4>Questões éticas</h4><ul><li><strong>Ética e privacidade</strong>: Os bibliotecários têm um forte senso de ética e preocupação com a privacidade das informações. No campo da IA, eles podem desempenhar um papel fundamental na definição de diretrizes éticas para o uso de tecnologias de processamento de linguagem natural e garantir que os dados sejam tratados de forma ética e em conformidade com as regulamentações de privacidade.</li></ul><h4>Pesquisa, desenvolvimento e futurologia</h4><ul><li><strong>Pesquisa e desenvolvimento</strong>: O profissional pode passar parte do tempo pesquisando e acompanhando as últimas tendências e avanços em PLN, Arquitetura da Informação, Writing UX e desenvolvimento de linguagem generativa. Isso envolve a leitura de artigos acadêmicos, a participação em conferências e a exploração de recursos online relevantes.</li><li><strong>Acompanhamento de tendências e atualização contínua</strong>: Dada a natureza em constante evolução das áreas de PLN, Arquitetura da Informação, Writing UX e desenvolvimento de linguagem generativa, o profissional precisa manter-se atualizado sobre as últimas tendências e avanços. Isso pode envolver a participação em cursos, workshops e conferências, bem como a leitura de materiais relevantes e a interação com a comunidade profissional.</li></ul><p>Viu? Até<strong> as próprias IAs concordam que nossa experiência </strong>em gerenciamento de informações, literacia informacional e ética<strong> nos torna profissionais valiosos</strong> na adequação de PLN. E isso passa pela promoção da compreensão e a conscientização sobre essas tecnologias dentro da comunidade ♡</p><h3>Quem não participa não pode reclamar</h3><p>Desiformação (Fake News), questões éticas como uso de imagens e voz de pessoas falecidas, distorção de autopercepção pelo uso excessivo de filtros… Esses são problemas gerados por IA, que deveria existir para solunar, não problematizar nosso mundo. Se você não está pensando nisso, você será engolido por isso!</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*aiYu2_XEGwRnwmCARRqL0w.png" /><figcaption>Evento em Genebra tem participação de 50 robôs na discussão sobre uso responsável de novas tecnologias.</figcaption></figure><p>Se, hoje, quem manda e desmanda nas redes sociais que usamos todos os dias são os algorítimos, quem faz a curadoria de conteúdo é… adivinha!</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/540/1*D8hddJ3osqLh-qq7oafaPA.gif" /><figcaption>No filme WIFI Half o algoritmo de busca é representado por um bibliotecário.</figcaption></figure><p>A Inteligência Artificial que faz nossa curadoria! Mano!</p><p>Não se trata mais de abocanharmos este mercado ou não. Precisamos estar inseridos nessas discussões por uma questão ética.</p><h4>Problemas éticos que devem ser considerados</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*EHd1oam45lUE_gDK34rS3A.png" /></figure><ul><li><strong>Viés algorítmico</strong>: Os algoritmos de IA podem refletir preconceitos e discriminação presentes nos dados de treinamento, resultando em decisões tendenciosas ou discriminatórias. Isso pode impactar negativamente grupos marginalizados e reforçar desigualdades existentes.</li><li><strong>Privacidade e segurança dos dados</strong>: O uso de IA geralmente envolve o processamento de grandes quantidades de dados pessoais. A coleta e o uso desses dados podem representar riscos para a privacidade das pessoas, caso não sejam devidamente protegidos e gerenciados.</li><li><strong>Falta de transparência e sentido na comunicação</strong>: Algoritmos complexos de IA podem ser difíceis de compreender e explicar. A falta de transparência pode gerar desconfiança e dificultar a responsabilização em caso de decisões errôneas ou injustas.</li><li><strong>Responsabilidade, accountability e Direitos Autorais</strong>: À medida que a IA se torna mais autônoma, surge a questão de quem é responsável pelas ações e consequências das decisões tomadas por sistemas de IA. Além de não estar 100% claro e identificável quando uma produção de conteúdo foi criada por máquina ou por humano.</li><li><strong>Impacto na desigualdade e discriminação em Bias social</strong>: A implementação inadequada da IA pode agravar desigualdades sociais e econômicas, aprofundando divisões existentes. Além disso, há o risco de perpetuar discriminação em decisões automatizadas, como no recrutamento ou no sistema de justiça.</li><li><strong>Manipulação e desinformação</strong>: A IA pode ser usada para criar e disseminar desinformação, fake news e conteúdo manipulado, minando a confiança nas informações e na mídia. Isso pode ter impactos significativos na sociedade e na tomada de decisões informadas.</li></ul><p>Essas são apenas algumas das muitas oportunidades que bibliotecários podem explorar. Cabe a cada profissional identificar seus interesses, habilidades e aspirações específicas e buscar oportunidades que estejam alinhadas a esses objetivos.</p><h3>…E as bibliotecas vão acabar?</h3><p>Não, calma aí! Qual a quinta regra de Ranganathan? As bibliotecas vão continuar a existir. Embora o cenário esteja em constante evolução, as bibliotecas têm demonstrado sua capacidade de se adaptar e se reinventar ao longo do tempo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/480/1*e0J6T-JNCmWU_XyaFOwLPA.gif" /><figcaption>A biblioteca não vai acabar!</figcaption></figure><p>Além disso, as bibliotecas desempenham um papel crucial na promoção da inclusão digital, oferecendo acesso gratuito à Internet e recursos tecnológicos para aqueles que não possuem esses recursos em casa. Elas também são espaços acolhedores e seguros, onde as pessoas podem estudar, pesquisar, se reunir e participar de programas educacionais, <strong>essenciais para a disseminação do conhecimento, acesso à informação e promoção da cultura</strong>.</p><p>Portanto, embora as bibliotecas possam evoluir em termos de serviços e recursos oferecidos, sua importância como instituições de acesso à informação e promotoras da educação e cultura continuará a ser relevante e valiosa para as comunidades. As <strong>bibliotecas têm uma longa história de adaptação e resiliência</strong>, e é esperado que elas continuem a se reinventar e atender às necessidades em constante mudança da sociedade.</p><p>Eu gosto de ver nossa área de forma positiva, com profissionais valorizados, especialistas em ajudar os usuários a encontrar as informações de que precisam, navegar em recursos digitais e desenvolver habilidades de pesquisa. <strong>Afinal, nós somos guardiões do Conhecimento!</strong></p><p>Mas não dá pra pensar que vai ter vaga de trabalho para todo mundo na função de bibliotecário-chefe de bibliotecas tradicionais. É específico demais. <strong>Então abra os horizontes para funções menos operacionais!</strong></p><h3>Bibliotecários, uni-vos às IAs</h3><p>Trabalhando juntos, podemos criar soluções inovadoras e garantir que nosso conhecimento e expertise continuem sendo fundamentais em um mundo cada vez mais tecnológico. Está claro que devemos promover uma cultura de colaboração e aprendizado contínuo, buscando parcerias com profissionais de áreas afins.</p><p><strong>Lembrem-se de que nossa experiência, conhecimento e empatia são insubstituíveis.</strong> Ao unir essas qualidades à inteligência artificial e às tecnologias emergentes, podemos oferecer uma combinação única de habilidades que agregam valor aos mercados.</p><p>Além disso, podemos construir uma nova era de bibliotecas mais eficientes, inteligentes e centradas no usuário.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/768/1*oaU2sCNPD1gmCykd4uOT8Q.jpeg" /><figcaption>Imagem criada com ajuda de IA</figcaption></figure><p>É importante ter flexibilidade, adaptabilidade e um espírito de <strong>aprendizado contínuo </strong>para ter sucesso nesse campo em constante evolução. Vamos abraçar as oportunidades, superar os desafios e sermos ativos na modelagem de futuro no campo da Informação.</p><p>Desejo a todos sucesso em suas carreiras e que possam encontrar um campo de atuação que combine suas paixões, habilidades e os desafios do mundo digital atual!</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f2ca6971ce08" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[UX na prática: Construindo o Time dos Sonhos]]></title>
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            <category><![CDATA[ux-designer]]></category>
            <category><![CDATA[design-teams]]></category>
            <category><![CDATA[design-thinking]]></category>
            <category><![CDATA[liderança]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Fernandazely]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 13 Jul 2023 22:26:34 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-07-13T22:26:34.227Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>A formação de um time de trabalho diversificado não é tarefa fácil. Requer não apenas habilidades técnicas, mas também a capacidade de criar um ambiente acolhedor, seguro e produtivo. Ao longo deste texto, compartilharei minha vivência ao participar da construção de um time de UX Designers, que tinha como desafio <strong>se fortalecerem profissionalmente</strong> enquanto criavam (em 8 mãos) <strong>uma documentação sólida para defenderam os pontos de vista de UX dentro para toda empresa</strong>. Time este que tenho orgulho de ter feito parte.</p><p>Mas, antes, apresentarei o pessoal (é bom conhecer gente boa) e depois explanarei cada passo que tomamos para construir um <strong>time diversificado e talentoso</strong>, desde o <strong>recrutamento </strong>e <strong>integração </strong>de novos membros até a <strong>definição de objetivo</strong> e <strong>plano de ação</strong>, passando pela sistemática de <strong>processos</strong>.</p><p>Para você não navegar sem cartilha, ̶c̶o̶m̶o̶ ̶a̶ ̶g̶e̶n̶t̶e̶ ̶n̶a̶v̶e̶g̶o̶u̶, vou te entregar aqui um mini-mapa:</p><p><strong>Etapas do processo</strong>:</p><ul><li>Apresentação do time</li><li>Revelação da missão</li><li>Etapa Zero: Desatando os nós: afinal, o que somos e fazemos?</li><li>Etapa 1: Definindo e Apresentando UX para uma Criança</li><li>Etapa 2: Unindo as Peças do Quebra-Cabeça</li><li>Etapa 3: Explorando as Ferramentas e Práticas do UX</li><li>Etapa 4: Organização e Muito Autoconhecimento</li><li>Etapa 5: Planejamento e Criação do Playbook</li><li>Etapa 6: Ampliando as Possibilidades de Ação</li><li>Etapa 7: Içar velas… e partir para a ação!</li><li>Meus Aprendizados</li></ul><p><em>Os floreios são um bônus de uma autora prolixa para leitores poéticos ♡</em></p><h3>Formação do time</h3><p>O Visionário Filósofo <strong>Ronaldo</strong>, nosso coordenador de UX, destacava-se como um verdadeiro líder. Com uma abordagem única, em cada contato com ele a gente saía com ainda mais perguntas não respondidas ao invés de respostas fechadas. E ainda protegia o time para que tivéssemos terreno fértil para testes. Treinava nossas habilidades para que tivéssemos coragem para propor ideias diferentes e inovadoras. Sua presença inspiradora impulsionava o time em direção ao rompimento de nossos próprios limites, atingindo conquistas (individuais e de grupo) surpreendentes.</p><p>O processo de montagem do time teve início com <a href="https://www.linkedin.com/in/ronaldoramos/"><strong>Ronaldo Souza</strong></a>, nosso dedicado coordenador de UX, e a ajuda da dedicada <a href="https://www.linkedin.com/in/comecepelocaos/"><strong>Tainá Barbosa</strong></a>, que logo deixou a equipe (mas não antes de garantir que o time teria mais mulheres ✌ — diversidade é fundamental). Já faziam parte do time <a href="https://www.linkedin.com/in/terezalumo/"><strong>Tereza Lumo</strong></a>, estagiária nível hard de Design, e <a href="https://www.linkedin.com/in/gabriel-barbosa-4833a014b/"><strong>Gabriel Barbosa</strong></a>, um talentoso UX Designer com interesse em Writing. Eu, <a href="https://www.linkedin.com/in/fernanda-zely/"><strong>Fernanda Zely</strong></a>, fui inserida ao grupo juntamente com <a href="https://www.linkedin.com/in/laryssa-bolele/"><strong>Laryssa Bolele</strong></a>, recém-formada em Arquitetura e migrada para a área de UX Design. Em seguida, recebemos <a href="https://www.linkedin.com/in/vitoria-ceragioli/"><strong>Vitória Ceragioli</strong></a>, anteriormente envolvida com marketing.</p><p>Com a saída de Tainá, Ronaldo viu em mim um potencial braço direito e solicitou minha colaboração na <strong>contratação de novos membros</strong> para a equipe. Foi nesse momento que <a href="https://www.linkedin.com/in/alexmonteirov/"><strong>Alex Monteiro</strong></a>, uma pessoa polida, educada e estudiosa, juntou-se a nós. E por último chegou a <a href="https://www.linkedin.com/in/marinaqlima/"><strong>Marina Lima</strong></a>, Designer-raíz. Com uma equipe composta majoritariamente por profissionais juniores, tínhamos o desafio de unir nossas habilidades e direcioná-las para um objetivo comum.</p><p>Conscientes dos desafios impostos pelo trabalho remoto, <strong>Ronaldo </strong>tinha a missão de criar um <strong>time coeso e humano</strong>, mesmo com barreiras criadas pela distância física. Documentar cada etapa tornou-se fundamental para o sucesso do processo e é sobre esse histórico que vou falar.</p><p><strong>Para além do processo, quero que você perceba as pitadas de sutilezas salpicas nas estratégias adotadas para estabelecer uma cultura colaborativa e estimulante, mesmo em um ambiente virtual.</strong></p><h3>Navegando em mar aberto</h3><p>Prepare-se para embarcar em uma jornada épica pela construção de um time de UX Designers destemidos! Levarei vocês por uma jornada passo a passo, na qual percorremos cada etapa que passamos na missão de fortalecer nosso time de UX Designers. Como vou falar de uma jornada que foi vivida em conjunto, saiba que aqui contém muito do meu ponto de vista pessoal, então se surgir interesse no processo específico de outros tripulantes, entre em contato com eles (que estão linkados na introdução).</p><p>A essa altura você deve ter imaginado que o time já estava em pleno funcionamento, com reuniões diárias chamadas de “cerimônias”, cada uma com um propósito específico. Além disso, atuávamos em duplas que trabalhavam em produtos diferentes, promovendo constantes trocas de informações e colaboração tanto dentro das <em>squads </em>quanto entre os designers.</p><h4>O chamado</h4><p>Ronaldo percebeu que o time precisava se tornar mais estratégico e direcionar seus esforços para cumprir os objetivos da empresa. Com essa visão em mente, ele convocou todos os designers para uma reunião, com um board aberto no Miro.com.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/640/1*9fAL3V6iX9VADMs_1cjRXw.gif" /></figure><p>Usando sua <strong>eloquente voz filosófica</strong>, ele compartilhou uma analogia sobre sermos <strong>Vikings em alto mar</strong>, desbravando o desconhecido em busca de novas terras, na missão de expandirmos nossa cultura nórdica (não estranhem, esse cenário era essencial para gerar o clima).</p><h3>Sem mapa, desenhamos um!</h3><h4>Etapa Zero: Desatando os nós</h4><p>No board do Miro, havia um desenho de um novelo de lã embaralhado, representando um problema a ser resolvido. Ronaldo iniciou o desembaralhamento da lã, apresentando para o time o desafio a ser enfrentado e o início da solução. No entanto, ele ressaltou que não poderia fazer isso sozinho e que precisaria da colaboração de todos.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*GURQZ7njZ8P85IwT87a9CA.png" /></figure><p>Após imersões em um vasto universo de referências, vídeos, textos, discussões, metodologias, frameworks, imagens e exemplos, Ronaldo contextualizou para o time o problema que precisávamos enfrentar: <strong>a necessidade de evangelizar a importância do UX no contexto dos Negócios dentro da empresa.</strong></p><p>Ao refletirmos sobre essa questão, percebemos que a compreensão da importância do UX não estava clara nem mesmo para nós mesmos. No entanto, em vez de nos intimidarmos, abraçamos o desafio com entusiasmo. Como cientistas (agora aspirantes à Vikings) ávidos por conhecimento, adorávamos investigar e explorar novas possibilidades de solução.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*tXoXG5YTLELltNl8nGgTPQ.png" /></figure><p>E Ronaldo realmente não estava sozinho nessa empreitada. Sua habilidade em unir a equipe em torno de um propósito sempre despertou admiração e curiosidade em todos nós.</p><h4>Etapa 1: Definindo e Apresentando UX para uma Criança</h4><p>Seguindo o fio da nossa jornada, Ronaldo instigou minha mente inquieta a dar o primeiro puxão no novelo embaralhado. Ele sugeriu que eu ajudasse o time a trazer clareza sobre o universo do UX, definindo seus contornos. Nossa missão? <strong>Identificar o que não pertencia ao domínio do UX e descobrir a verdadeira essência do que fazíamos</strong>, separando fatos do senso comum.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/822/1*QtYU3RtC5_wGqT1B58yxzQ.png" /><figcaption>Matriz É, Não é, Faz, Não faz.</figcaption></figure><p>Legal, gostei, mas eu, sempre ávida por uma dose extra de rebeldia, decidi acrescentar uma provocação à nossa empreitada: <strong>e se a gente se desafiasse a simplificar toda essa explicação técnica para que qualquer pessoa pudesse entender?</strong></p><p>Veio a ideia de explicar o UX para uma criança de 5 anos, minha afilhada. Então gravei minha afilhada fazendo perguntas sobre minha profissão, e junto com o time, enfrentaríamos o desafio de traduzir o complexo universo do UX em palavras compreensíveis para uma mente infantil.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/350/1*05xIEvMLrddOiglxaD5iWg.gif" /></figure><p>A ideia era que assim garantiríamos que nossa explicação fosse<strong> tão cristalina que até mesmo uma criança pudesse compreender</strong>, mas para isso precisaríamos descer ao nível mais fundamental. E deu certo!</p><h4>Etapa 2: Unindo as Peças do Quebra-Cabeça</h4><p>Após minha jornada de desvendar o UX e explicar em uma linguagem mais simples, o mastro passou para a <a href="https://medium.com/u/5934149dc4d5">Vitória Ceragioli</a>. Com perspicácia, ela percebeu que <strong>tínhamos explorado bem fundo nas profundezas do que era UX e qual era a sua importância no mundo, mas em oito versões diferentes</strong> (cada um deu sua contribuição)! E agora já <strong>era hora de convergir.</strong> Reunindo o time em um círculo de colaboração, Vitória propôs uma atividade de categorização para aglutinação dos <em>insights </em>que havíamos gerado na sessão anterior.</p><p>Com post-its coloridos preenchendo o espaço, cada cor representando uma ideia ou conceito, mergulhamos em uma rica discussão, analisando e agrupando as peças do quebra-cabeça do UX.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*7R5gYYx7RoklF5Uum5DMXQ.png" /></figure><p>No final, Vitória desenhou um diagrama claro e objetivo, trazendo clareza visual para a complexidade de nossas ideias, agora resumidas.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/846/1*T71CNu3pOKvgY9GHBC-nGQ.png" /></figure><p>Mas a jornada não terminava aí. Em um ato de liderança horizontal, digna de admiração, <strong>Vitória nos convocou para eleger a melhor resposta para a pergunta da minha afilhada.</strong> Democracia em ação! Votos foram lançados, discussões acaloradas e, finalmente, chegamos a um consenso que nos encheu de orgulho e satisfação. A melhor explicação eleita foi a do Alex:</p><blockquote>Mari, o tio Alex e seus colegas trabalham facilitando o caminho de outras pessoas nas suas explorações :)<br>Nós tentamos garantir que essas pessoas não fiquem chateadas com suas experiências, da mesma forma que seus papais tentam sempre te dar aquele brinquedo que você deseja, sabe? Ah, também pensamos na forma mais rápida para que essas pessoas possam se sentir felizes enquanto fazem as tarefas mais complicadas… como quando a gente precisa arrumar nosso quarto, guardar as meias em uma gaveta, as blusas em outra… Não menos importante do que isso, nós também pensamos em como será esse processo para todos os nossos outros coleguinhas, que são diferentes de nós e possuem mais dificuldades do que a gente nessas explorações, mas merecem muita atenção nesse processo.</blockquote><blockquote><strong>O que faz um UX Designer, explicado à uma criança de 5 anos, por Alex Vitorino</strong></blockquote><p>Agora, com tudo definido e nossas ideias alinhadas, era a hora de Tereza entrar em cena e contribuir para a construção do nosso novo horizonte.</p><h4>Etapa 3: Explorando as Ferramentas e Práticas do UX</h4><p>Com Tereza à frente, fomos ainda mais fundo para descobrirmos (agora mais tecnicamente)<strong> o que UX realmente faz e como faz</strong>. Ela trouxe consigo uma proposta criativa e desafiadora para validar nossas conclusões:</p><ol><li>foi feito um sorteio com as 8 definições do que um UX Designer faz previamente estabelecidas na fase 1;</li><li>cada um de nós recebeu a tarefa de expressar visualmente a nossa interpretação sobre aquela definição específica, por meio de desenhos. Sem usar palavras ou revelar a definição que sorteamos, pegamos papel e lápis, e deixamos nossa criatividade fluir;</li><li>Por fim, o time teria que adivinhar qual definição se relacionava com cada desenho.</li></ol><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*SL2i0_uNhLVwjp4F_McDxA.png" /></figure><p>Nessa dinâmica divertida, Tereza ajudou a gente a avaliar o nível de clareza que tínhamos em relação às definições do que realmente fazemos como UX Designers. Com base em nossa capacidade de decodificar e decifrar os desenhos uns dos outros, pudemos validar nossa compreensão coletiva. Através de risos, tentativas e adivinhações, solidificamos nosso entendimento sobre as diversas facetas do trabalho de um Designer de UX.</p><p>Com a empolgação ainda presente, passamos para a próxima etapa da fase 3. Durante um período de tempo determinado, cada um de nós registrou freneticamente<strong> todas as ferramentas, métodos e abordagens que utilizamos em nosso dia a dia</strong> para cumprir as definições estabelecidas anteriormente. A lista que se formou era extensa e repleta de insights valiosos sobre nossa prática profissional.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*MWye7ADh20UD8qwt3YdMiA.png" /></figure><p>Agora tínhamos na mesa uma lista validada e consolidada de tudo o que fazia um UX Designer e como exatamente (quais ferramentas)a gente conseguia executar cada ação.</p><h4>Etapa 4: Organização e Muito Autoconhecimento</h4><p>Consciente da importância da ordem e da clareza, <a href="https://medium.com/u/c6d2678c463">Alex Monteiro Vitorino</a> me chamou (pela minha expertise organizacional e pragmática) para catalogar e estruturar a lista abrangente que emergiu do exercício anterior. Juntos, realizamos pesquisas adicionais para embasar nossa classificação, buscando referências e melhores práticas da área.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*-BwnFhK6O8qM4d8ZcZPv3g.png" /></figure><p>Com a lista já organizada, entreguei-me à tarefa de criar um sistema visual que facilitasse o entendimento e o acesso às informações coletadas.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*LxKwwy01B3skVvH_RyMbig.png" /></figure><p>Em seguida, em uma sessão ao vivo com todo o time, Alex assumiu o papel de validador e refinador da lista ordenada. A atenção aos detalhes e o olhar crítico do time garantiram que cada elemento estivesse no lugar certo e devidamente categorizado. Foi um momento de colaboração intensa, em que todos contribuíram com sugestões e feedback para aprimorar a organização.</p><p>Com a<strong> habilidade única do Alex de criar conexões emocionais</strong>, ele trouxe um toque especial à sessão. Apresentando avatares Vikings, ele buscava gerar identificação e apropriação do tema pelo time. Através dessa abordagem criativa, cada um de nós pôde se reconhecer e se envolver ainda mais com a missão que estávamos construindo juntos.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*9AZvBUQt95jDQ6Pz5CUC-w.png" /></figure><p>Em um momento mais intimista, Alex nos convidou a enfrentar nossos medos e desafios pessoais.</p><ol><li><strong>“O que é processo?”: </strong>Primeiro ele deu um tempo para o time pensar e escrever numa definição do Processo. Em silêncio</li><li><strong>“Qual sua dor diante do processo”: </strong>Ele apresentou um monstro lendário para cada um de nós e nos pediu que refletíssemos sobre os monstros que nos cercavam como profissionais. Em uma conversa franca e aberta, compartilhamos nossos maiores medos e obstáculos que nos impediam de evoluir.</li><li><strong>“Como posso te ajudar a fortalecer?”: </strong>Alex sugeriu que déssemos dicas uns para os outros sobre como superar aquelas dificuldades que se apresentavam como monstros.</li></ol><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Uya5YWsjiTZsX-8vddf6BA.png" /></figure><p>Assim Alex, conseguiu nos fazer olhar para dentro, explorando não apenas as ferramentas do nosso ofício, mas também o nosso crescimento e desenvolvimento pessoal.</p><h4>Etapa 5: Planejamento e Criação do Playbook</h4><p>Chegou a vez do <a href="https://medium.com/u/9735988e2bf0">Gabriel Barbosa</a> trazer sua destreza em estratégia e comunicação para o nosso time. Com a clareza sobre o que fazemos, como fazemos e por que fazemos, ele identificou que precisávamos definir o caminho a ser percorrido e o público que queríamos alcançar.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Jmd0ISQ6rs3ii2FzhRXcPw.png" /></figure><p>Retomando as questões iniciais propostas por Ronaldo, Gabriel nos guiou por uma breve introdução à Dialética, trazendo um olhar reflexivo para o time. Em um <em>talk </em>envolvente ele apresentou diferentes possibilidades de abordagem e estimulou o debate entre nós.</p><p>Foi nesse momento que Ronaldo teve a inspiração de <strong>criar um Playbook</strong> para compartilharmos nosso conhecimento e experiência com outros times da empresa. Juntos, concordamos que essa seria a melhor forma de apresentar nosso time e disseminar as práticas de UX dentro da organização.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*rmK5i-GQOVIL5dqj2689gA.png" /></figure><p>Como costumávamos organizar nossa documentação no Notion.so, Gabriel abriu a plataforma e iniciou um brainstorming coletivo.</p><p>Ligando pontos antigos com novas conclusões, Gabriel nos auxiliou na definição da estrutura do Playbook. Com sua visão estratégica, ele ajudou a <strong>mapear os principais tópicos</strong> a serem abordados, <strong>criando uma sequência lógica e coerente</strong> para apresentar nosso trabalho de forma clara e abrangente.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/582/1*NgdFf_tR-3rp9a2RI7gW7g.png" /></figure><p>Com essa estratégia em mente, estávamos prontos para avançar na criação do nosso Playbook e iniciar sua implementação nos times selecionados.</p><h4>Etapa 6: Ampliando as Possibilidades de Ação</h4><p>Chegou a vez da <a href="https://medium.com/u/f6ade91607ec">Marina Lima</a>, a nossa talentosa especialista em UI, com sua abordagem minimalista e sotaque nordestino, trouxe um tempero único ao processo. Marina nos convidou a ampliar ainda mais as possibilidades de ação, aproveitando tudo o que havíamos aprendido até aquele momento.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*CQbPQ_cSF0rHwRWCznNZjA.png" /></figure><p>Com sua calma e foco em fazer uma coisa de cada vez, Marina nos conduziu por um processo sereno e pontual. Utilizando post-its simples em um board, começamos a mapear<strong> todos os canais de comunicação</strong> que poderíamos utilizar para atingir as<strong> pessoas que queríamos alcançar.</strong> Em seguida, identificamos os <strong>formatos que esses conteúdos</strong> poderiam assumir.</p><p>Com o planejamento em andamento, era essencial definirmos para quem exatamente seria direcionadas nossas ações. Marina sugeriu que dividíssemos os grupos de times que queríamos atingir em três categorias de times: <strong>na trincheira</strong> estavam os times que lidavam conosco no dia a dia; os <strong>arqueiros </strong>eram os times estatégicos para UX, mas que não tinham tanta proximidade com a gente; e a <strong>côrte </strong>era a galera da Diretoria e os outros times mais distantes de nós.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*SigEWb7ORqppoq642qohNw.png" /></figure><p>Em seguida, agrupamos os canais e formatos de acordo com o nível de profundidade desejado para cada um dos grupos de times. <strong>Essa abordagem estratégica nos permitiria adaptar a intensidade e a profundidade de nossa comunicação de acordo com cada grupo.</strong></p><p>Para finalizar essa etapa, Marina nos orientou a separar o <strong>conteúdo </strong>que abordaríamos em cada um dos grupos de times, definindo o<strong> tom da comunicação e os assuntos </strong>preferenciais em cada nível. Essa abordagem estratégica garantiria uma comunicação mais alinhada às necessidades e expectativas de cada grupo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*7VWEpU8YvQoDQwQ_YKFWJA.png" /></figure><p>Ao concluirmos essa fase, pudemos visualizar um plano de ação completo, com os próximos passos bem definidos. Estávamos prontos para seguir em frente, colocar nosso plano em prática e compartilhar nosso conhecimento com os times selecionados.</p><p>Prontos?</p><p>Era só o mapa. Faltava navegar!</p><h4>Etapa 7: Içar velas… e partir!</h4><p>Agora, a vez era da <a href="https://medium.com/u/7d54af400619">Laryssa Bolele</a>, que traria sua visão única para terminar de desembaralhar o novelo de desafios com o fim de nossa jornada. A <strong>Laryssa </strong>chegou sentimental com a finalização desse ciclo, mas não adianta, ela é prática! Depois da breve sensibilização do público já chamou a gente para arregaçar as mangas.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*du4w0BMrNZsKk4XGOWyp5w.png" /></figure><p>A primeira fase de ações, que chamamos de ‘ABC do UX Design’, foi definida do macro ao micro em minutos. O time já tinha clareza o suficiente para sabermos tudo o que tínhamos em mãos e decidir o que fazer.</p><p>Embora tivéssemos o objetivo de atingir toda a empresa com nosso conhecimento, entendemos a importância de um plano de expansão gradual. Decidimos começar em níveis mais próximos (a Trincheira), direcionando inicialmente o Playbook aos times mais próximos de nós, com os quais tínhamos uma interação diária mais frequente. <strong>Essa abordagem nos permitiria testar e ajustar nosso conteúdo antes</strong> de alcançar times mais distantes.</p><p>Cada um de nós tinha a oportunidade de adicionar suas sugestões e justificativas, levando em consideração a interdependência dos times e a importância estratégica de cada um.</p><p>Laryssa conduziu uma série de perguntas para entendermos o que precisaríamos abordar para além do Playbook, <strong>como</strong> seria cada evento, quem seriam os <strong>responsáveis</strong> por cada entregável e qual seria o <strong>prazo</strong> de entrega de cada item.</p><h3>Conclusões e Aprendizados</h3><p>Assim formamos o time Viking! A inspiração e apoio em um “mundo-fantástico” ajudou a gente a entrar no clima e continuarmos trabalhando (meses a fio) de olho no objetivo maior, que era defender UX no ponto de vista de Negócios.</p><p>Espero que nossa jornada de construção desse time bravo tenha proporcionado uma abundância de insights para você. Abaixo seguem os meus aprendizados:</p><ul><li><strong>Documentar e compartilhar conhecimentos promove crescimento.</strong></li><li><strong>Construir uma Cultura é mandatório</strong> para todo o resto. Cultura é nossa bússola.</li><li><strong>Diversidade e colaboração</strong> são essenciais para o desenvolvimento de uma equipe robusta que precisa <strong>valorizar habilidades individuais</strong>.</li><li><strong>Ambiente acolhedor e seguro </strong>permite que as pessoas estejam em paz com relação aos seus pontos de evolução. A comunicação verdadeira e clara só acontece em ambiente assim.</li><li><strong>Abertura e clareza a respeito dos desafios para todo o time</strong> gera sentimento de pertencimento e resiliência, além de <strong>profissionais responsáveis, corajosos e determinados</strong>.</li><li><strong>Reconhecer que todo mundo tem algo a ensinar</strong> faz profissionais explorarem a si mesmos e a novas abordagens.</li><li><strong>Reconhecer que todo mundo tem algo a aprender,</strong> promove aprendizado contínuo.</li><li>Um <strong>bom Líder inspira e une a equipe; estabelece metas claras, mensuráveis e orienta o progresso</strong>.</li></ul><p>Obrigada por embarcar conosco. Boa sorte em seu mar aberto. E fique a vontade para compartilhar seus <em>insights </em>aqui.</p><p>Até breve (:</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6e358f62ae9" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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