Prato cheio de vida 

Mistura de histórias vividas e lições aprendidas


Com quantos selfies se faz uma autoimagem boa?

Estava a velha a tweetar e veio um link me questionar. Por que você faz selfies, perguntava a matéria. E aí a coisa se deu.


Me-Jay, o viciado em autopublicação.

Assim como o carrasco é escravo de seu escravo, o Me-jay é dependente de seus seguidores e não o contrário, como muitos pensam.


Que número é você na Escala de Bristol? 

O mundo conectado revela que não sabemos de nada, nem o básico do básico. Mas pelo menos agora sabemos disso. E isso já é um…


Não é pra perder a esperança, mas é pra tomar vergonha na cara.


Eu nem deveria escrever esse texto, porque o que Ruy Castro já disse tudo. Mesmo assim vou continuar, porque não consigo me conter. Escrever é minha forma sem voz de gritar, meu canal de explosão quando a emoção transborda.

Sou brasileira. Aqui nasci e nesse país construí minha vida. Sempre gostei da…


A sensação de merda do ‘quase’ 

ou ‘a um passo (atrás) da felicidade’ 


No ontem do hoje em que escrevo, vi a semifinal do programa The Voice Brasil na TV. A…


Era uma vez um país chamado Fama


Houve um tempo em que cada humano queria ser alguém. Ninguém queria passar a vida como anônimo e ser invisível. Naquele tempo o olhar do outro legitimava a…


Quem controla sua vida? 

Atenção, porque talvez a resposta não seja ‘você’ o tempo todo


Toda vez que eu ouvia a palavra ‘controle’ eu pensava em autocontrole…


O esfíncter e o Facebook

A fabulosa falta de educação na era das redes sociais 


No primeiro domingo de agosto de 2013 fui ver um concerto na suntuosa Sala São


Incontinência emocional, a nova doença social

Além da necessidade patológica de compartilhar absolutamente tudo, perdemos a capacidade de retenção de qualquer fato…


desimportância, essa bênção


@rosana

Não sei como, quando ou para quem Silvio Santos disse isso, mas foi assim que a frase dele ao falar da fama, ficou gravada na minha…


O efeito Prestígio ou porque as pessoas dão ‘parabéns’ pra quem aparece na televisão


”Cara, parabéns! Vi você na TV! - diz o fulano, de forma sincera e elogiosa para seu conhecido…


Burrice is the new inteligência.


Você já deve ter notado, ser burro está na moda. Num mundo cada vez mais competitivo, o burro não ameaça ninguém. Por isso mesmo é aceito socialmente, at…


Comida,comédia,comídia.


Todo mundo diz que ‘você é o que você come’. É uma afirmação clichê, mas que faz sentido, porque o alimento que você ingere passa a ser parte de seu corpo. Ou seja…


Não sei se foi pra melhor, só sei que o mundo mudou


A história recente do mundo está dividida em antes e depois da Internet. Nada se compara à mudança generalizada que este bem comum…


O deserto nas redes sociais


O Instagram é uma rede de fotos com legendas. Quando surgiu, as pessoas tiravam as fotos com seus gadgets móveis e postavam para que os amigos comentassem. Todos…


Compartilhando com @rosana


Hoje foi um dia corrido. Entre conversas e páginas da Dorense em Revista, iniciei uma conversa com a @rosana, através de seu projeto Meia hora a seu dispor no…


Com a mão na massa


No dia 25 de março de 2013 foi a noite de Pessach, a Páscoa Judaica. Por uma configuração familiar incomum, resolvemos não fazer o jantar (seder) em casa. Meu marido pediu apenas que tivéssemos gefilte fish, aquele bolinho feito de peixe e servido com um molho de raiz forte, típico da culinária judaica nessa ocasião, e uma caixa de pão ázimo, o matzá.

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