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        <title><![CDATA[MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca - Medium]]></title>
        <description><![CDATA[O MECA nasceu como um festival de música no Rio Grande do Sul e hoje é uma plataforma de cultura, conhecimento e criatividade. Produzimos conteúdo jornalístico de qualidade (MECAJournal, MECANews e MECASocial) e estamos presentes em SP, RJ, MG e PE com festivais multiculturais. - Medium]]></description>
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            <title>MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca - Medium</title>
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            <title><![CDATA[O desconforto é inevitável para impulsionar a criatividade?]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 26 Sep 2023 14:06:43 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-26T14:06:31.457Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Para Charles Watson, sim. Mas isso não significa sofrer. Confira o bate-papo com o especialista e entenda porque estar em contato frequente com problemas difíceis pode nos ajudar a encontrar resoluções</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*oOzLJR07e6qEvjjMgfqgKQ.png" /><figcaption>Foto: Divulgação</figcaption></figure><h4><strong>O que faz você querer estudar a criatividade?</strong></h4><p>Como estudei em uma escola de arte no Reino Unido antes de vir para o Brasil, desenvolvi um ritual de manter um caderno no qual fazia anotações todas as noites depois de sair do meu estúdio. Foi uma forma de me distanciar do meu trabalho para conseguir vê-lo com mais objetividade. Mantive esse hábito por toda a minha vida e isso me ajudou a entender os obstáculos auto-impostos que se interpunham entre mim e meu próprio trabalho criativo. Além disso, ainda na Universidade, li um livro sobre o processo criativo escrito por Arthur Koestler, que me marcou. A partir de então, fiquei curioso sobre o assunto e passei a, volta e meia, ler artigos em revistas de ciência e psicologia. Mas foi no início dos anos 1990, quando decidi desistir de trabalhar como artista, que isso se tornou um interesse primordial e comecei a ler vorazmente sobre o assunto. Foi também nessa época que iniciei os projetos educacionais internacionais que ficaram conhecidos como Dynamic Encounters. Desde então, realizei 62 projetos para 30 cidades em quinze países diferentes, onde acumulei 1800 horas de entrevistas filmadas com mais de 100 criativos sobre seus processos. Inicialmente, essas entrevistas eram predominantemente com artistas e curadores, mas, mais recentemente, passei a incluir indivíduos de outras atividades como neurociência, psicologia, genética e física.</p><blockquote>“<em>Ócio dissipador, alienante, que faz com que nos sintamos vazios, inúteis, nos faz afundar no tédio e nos subestimar</em>”.</blockquote><h4><strong>Como podemos exercer o verdadeiro ócio criativo?</strong></h4><p>A maioria das pessoas que me pergunta sobre “Ócio Criativo” nunca leu o livro de António Damásio com este mesmo nome, nem entende o que significa a expressão. Então, só para esclarecer, “ócio criativo” não significa simplesmente não fazer nada ou esperar passivamente que coisas aconteçam. Tampouco significa preguiça, inatividade ou o que Demasio chama de “<em>ócio dissipador, alienante, que faz com que nos sintamos vazios, inúteis, nos faz afundar no tédio e nos subestimar</em>”. Em outras palavras, não é maratonar por 8 horas na Netflix. O <em>ócio criativo</em> ao qual ele se refere é o envolvimento, em horas livres, com atividades que trazem significado para a vida do praticante, mas que não são normalmente associadas ao dia a dia do trabalho obrigatório. Eu sou velejador e isso é uma atividade importante para mim. Até pouco tempo, eu também trabalhava muito com marcenaria naval (já construí cinco barcos a vela) e ensinei a prática no meu estúdio durante cinco anos, onde os alunos terminaram três barcos nos quais estão até hoje velejando. Há anos também pratico natação, meditação transcendental e leio muito. Todas estas atividades são o que classifico como “ócio criativo”Sempre as realizo com um caderno ao meu lado, inclusive, um caderno à prova d’água quando estou nadando, pois é justamente nestes momento que o cérebro é capaz de criar novas conexões entre ideias. Vale dizer que, quando se trata de desempenho criativo, essas atividades paralelas (“ócio criativo”) só fazem sentido quando associadas a um verdadeiro investimento em sua atividade principal.</p><h4><strong>O que você entende da palavra criatividade?</strong></h4><p>Em uma era de narcisismo crônico e gratificação instantânea, em que ‘<em>criatividade</em>’ se tornou uma palavra tão promíscua, esgarçada pelo uso, pode ser difícil entender o seu verdadeiro significado e os sacrifícios que todo desempenho criativo demanda. Quando falo sobre criatividade me refiro à criatividade que tem consequências que vão além da esfera pessoal, fazendo algum tipo de contribuição, pequena que seja, a um domínio existente ou atividade como literatura, música, arte, dança mas também ciência, tecnologia e empreendedorismo, assim como em muitas outras áreas de exploração humana. Implica a luta com materiais, conceitos, ou palavras que são necessárias para trazer sua ideia a algum tipo de fruição, mas que geralmente resistem às suas melhores intenções. Então, ao invés de ideias esporádicas que nos surgem de vez em quando, estou me referindo à criatividade de médio a longo prazo, à uma vida de comprometimento com a produção de fatos criativos que têm algum valor para o contexto cultural onde eles são criados. Em raros casos isso pode até mesmo envolver a inauguração de um novo campo de estudo, como no caso da Evolução Darwiniana. (Darwin não apenas fez uma contribuição para evolucionismo — ele inaugurou uma disciplina que até então não existia).</p><blockquote>Estamos ficando sujeitos a uma espécie de ejaculação precoce mental, extraindo conclusões precipitadas de informações incompletas.</blockquote><h4><strong>Como anda a criatividade hoje em dia?</strong></h4><p>Estamos atravessando uma nova pandemia, desta vez de pensamentos precipitados, em que as pessoas reagem, ao invés de refletir, às informações que recebem de mão beijada. Estamos ficando sujeitos a uma espécie de ejaculação precoce mental, extraindo conclusões precipitadas de informações incompletas.<strong> </strong>Isso não é um bom caminho para o pensamento criativo por razões óbvias — existem muitos assuntos cujo nível de complexidade não se presta facilmente ao pensamento binário e simplista.</p><h4><strong>Como sustentar a criatividade de longo prazo?</strong></h4><p>A melhor maneira de sustentar a criatividade a longo prazo é se envolvendo com uma atividade que traga verdadeiro significado à sua vida: uma atividade que possa ser ainda mais importante do que você mesmo e à qual você está disposto e apto a dedicar longas horas, meses e anos do seu tempo. Isso, claro, envolve comprometimento e persistência. Comprometimento para reunir a energia necessária e persistência para ajudá-lo nos momentos de desconforto e baixa autoestima, que inevitavelmente acompanharão sua escolha.</p><blockquote>Problemas <em>sempre</em> geram desconforto. Então, o desconforto é parte integrante da experiência. Se você tem interesse por criatividade, é melhor se acostumar com ele. E isso não melhora conforme você avança. Porque quanto melhor você se torna naquilo que está fazendo, mais exigente você também fica.</blockquote><h4><strong>Por que você diz que o desconforto é <em>inevitável</em> em qualquer atividade realmente criativa? A criatividade precisa ser tão dolorosa?</strong></h4><p>Não estou falando sobre dor. Estou falando sobre um desconforto natural que <em>todo mundo</em> sente ao se confrontar a problemas difíceis. Algumas pessoas prosperam com problemas; outras fogem deles. Mas todos nós sentimos desconforto quando uma ideia nova ameaça a integridade daquilo em que acreditamos. Isso se chama dissonância cognitiva. As pessoas criativas trabalham por definição no limiar entre o familiar e o desconhecido, e isso significa estar em contato frequente com os problemas difíceis. Problemas <em>sempre</em> geram desconforto. Então, o desconforto é parte integrante da experiência. Se você tem interesse por criatividade, é melhor se acostumar com ele. E isso não melhora conforme você avança. Porque quanto melhor você se torna naquilo que está fazendo, mais exigente você também fica. Você está navegando em direção ao horizonte, mas quando chega lá o horizonte continua no horizonte, certo? Na melhor das hipóteses, você se acostuma com o desconforto e começa a vê-lo como um aliado ao invés de um inimigo; ele pode até se tornar o seu melhor amigo. Ele lhe diz que você está no lugar certo. Dizem que a melhor forma de garantir um casamento duradouro é não se divorciar. Todas as atividades valiosas e exigentes, tanto casamento quanto desempenho criativo, estarão repletas de problemas. O que importa é a sua capacidade de persistir em meio a essas dificuldades. E para fazer isso é importante amar o que faz. Em um relacionamento, você sempre pode se divorciar ou trocar de parceiro quando as coisas ficam difíceis, mas depois de um tempo, chegará um momento em que você perceberá que o único fator comum em todos esses casamentos decepcionantes é você. Bem, é assim com a criatividade: você sempre pode abandonar os problemas quando as coisas ficam difíceis, mas não vai muito longe criativamente (ou em termos de crescimento pessoal).</p><h4><strong>Hoje incentiva-se bastante a criação de equipes multidisciplinares. Seria essa a estratégia mais eficiente para chegarmos a soluções inovadoras? Por que?</strong></h4><p>Existem inúmeras estratégias criativas, mas todas precisam de consideráveis investimentos de energia.<strong> </strong>Toda importante criatividade depende do que chamo de “promiscuidade criativa”, “fronteiras permeáveis” e um estado de “transigência permanente” e, para isso, precisa haver um fluxo constante de informações de dentro para fora do sistema, mas também de fora para dentro. Em termos de biologia, membranas celulares são uma analogia perfeita para isso. Ao mesmo tempo que contêm e protegem o conteúdo das células, permitem a passagem de informações importantes de fora para dentro e vice versa. A célula bacteriológica faz isso pelo que é chamado de transferência genética horizontal — onde esta é capaz de transferir informações genéticas para outras. Assim, a membrana tem uma dupla função: conter e filtrar informações, enquanto as transmite e as recebe.</p><p>Seja o que for a criatividade, certamente envolve a criação de vínculos improváveis entre ideias aparentemente antagônicas e, para que isso aconteça, essas ideias precisam, em primeiro lugar, estar lá. Assim, a maioria dos criativos, além de estarem profundamente envolvidos com sua atividade primária, muitas vezes possuem interesses secundários aos quais também dedicam seu tempo e que, de tempos em tempos, podem fomentar ideias na sua atividade principal. Essas tendências interdisciplinares geralmente ajudam a detectar semelhanças estruturais profundas entre duas ou mais ideias desconexas (deep analogy). Isso é conhecido como fertilização cruzada interdisciplinar e é uma forma de encorajar caminhos menos previsíveis de pesquisa.</p><p>Teoricamente, grupos multidisciplinares deveriam oferecer vantagens semelhantes, oxigenando o sistema com informações externas e, no melhor dos cenários, criando novas possibilidades. Mas os grupos são organismos complexos. E isso só será possível se seus membros forem capazes de enxergar o problema como mais importante do que suas afirmações individuais e próprias crenças. A melhor forma de isso funcionar é dentro de um contexto de “metas superordenadas” (problemas coletivos cuja solução depende do grupo como um todo).</p><h4><strong>Quais são as tecnologias mais recentes que jogam uma nova luz sobre mecanismos de inovação?</strong></h4><p>Tecnologia e criatividade sempre andaram de mãos dadas. Mas acredito que não é a tecnologia que lança luz sobre a inovação, e sim o contrário. As tecnologias são o resultado de pessoas criativas que olham para o mundo como todos nós, mas extraem conclusões diferentes. Tubos de chumbo para tinta a óleo foram inventados na segunda metade do século XIX, mas apenas poucos artistas (os impressionistas) conseguiram enxergar as vantagens imediatas da invenção (como a pintura ao ar livre, longe do ateliê). Quando a tecnologia digital começou a ser disponibilizada ao público na década de 1980, poucos puderam ver até onde isso poderia ir. Temos algumas ferramentas extraordinárias à nossa disposição, mas isso não significa que uma proporção maior de pessoas seja mais criativa — há, inclusive, evidências que sugerem o contrário.</p><h4><strong>O que pode falar sobre inovação?</strong></h4><p>Inovação não acontece só porque você decorou seu espaço de trabalho com bolas de plástico coloridas e um pufe, ou porque participou de algumas reuniões de brainstorming no escritório. Inovação acontece porque um problema real, merecedor de sua atenção, está martelando em sua mente. Você vai dormir com ele e acorda na manhã seguinte com ele. Ele entra e sai de sua consciência periodicamente ao longo do dia. Mesmo quando você está descansando, ele cutuca a porta da sua consciência.</p><p>A criatividade e seu desdobramento, a “inovação”, não consiste em dar saltos quânticos rumo a um futuro desconhecido. Ela é uma extensão suplementar de possibilidades já existentes pontuadas por bifurcações repentinas e às vezes inesperadas. Nesse sentido, ela é um pouco parecida com o modelo de equilíbrio pontuado da evolução darwinista proposta pelo paleontologista Stephen Jay Gould. Na história da evolução, os peixes não acordaram um belo dia com pernas, os elefantes com trombas e as girafas com pescoços compridos, mas tudo isso é um processo muito lento de cópias fiéis com erros raros, aliadas a avanços mais rápidos ocasionais que podem ou não ser favorecidos por um ambiente em contínua mudança.</p><blockquote>A criatividade e seu desdobramento, a “inovação”, não consiste em dar saltos quânticos rumo a um futuro desconhecido. Ela é uma extensão suplementar de possibilidades já existentes pontuadas por bifurcações repentinas e às vezes inesperadas.</blockquote><h4><strong>Pode desenvolver um pouco mais?</strong></h4><p>Vamos imaginar que você acabou de terminar algo em que vem trabalhando há muito tempo. Você acha que isso representa um avanço significativo do seu trabalho, uma inovação, e até mesmo, quem sabe, uma contribuição para o seu campo de trabalho. Só que você está perto demais do problema para vê-lo com clareza. Talvez esteja experimentando a miopia que esse tipo de proximidade muitas vezes supõe. Seu trabalho parece novo. Parece bom, mas você simplesmente não tem certeza. Precisa de uma opinião. Então, você mostra o trabalho para várias pessoas em cuja opinião confia. Elas dizem que está muito bom, talvez o melhor que tenham visto você produzir em algum tempo. Mas pense um pouco. Quais são exatamente as chances de a sua ideia ser inovadora de verdade? Você conseguiu aprovação imediata. Conseguiu consenso. Mas se a ideia for de fato inovadora, você realmente espera consenso? Essa avaliação é tão consensual quanto uma pesquisa de mercado, que no fim das contas é uma mostra do que já existe na mente das outras pessoas.</p><h4><strong>Gostaria de acrescentar mais alguma coisa?</strong></h4><p>Ao falar sobre sua trajetória como um provocador comediante de stand-up, o britânico Stewart Lee afirmou: “Decidi escrever comédia como se estivesse querendo ser demitido.” O que ele quer dizer? Não está dando um tiro no pé? Não é uma afirmação meio masoquista, ou até suicida? Eu não acho. Acho que é apenas uma baliza para medir o quanto ele está trabalhando no limite das suas capacidades. Vamos virar isso: “Decidi escrever comédia como se eu estivesse querendo manter o meu emprego.&quot; Desse jeito, ele deve preencher as expectativas do seu chefe e, fazendo isso, manter seu emprego. Mas criatividade e inovação não são tanto sobre preencher as expectativas de chefes ou qualquer outra pessoa. É exatamente o ponto em que o seu trabalho diverge das suas expectativas em que estamos interessados aqui. É por isso que erros não são apenas tolerados, eles são provavelmente também uma pré-condição para a atividade criativa. Se você está trabalhando em novos territórios não tem absolutamente jeito nenhum de você evitar cometer erros. É melhor se acostumar com isso. E, se você tiver muita sorte, um desses erros pode abrir a porta para uma nova descoberta. Em uma tentativa de encontrar uma nova rota para a Índia, você pode descobrir as Américas.</p><p><strong><em>✍ Natália Albertoni</em></strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/933/0*30-7Qq6adhKF1ib_.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=b5b2ae23cf0e" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/o-desconforto-%C3%A9-inevit%C3%A1vel-para-impulsionar-a-criatividade-b5b2ae23cf0e">O desconforto é inevitável para impulsionar a criatividade?</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Para ficar de olho (Rise)]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 14 Sep 2023 18:22:03 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-14T18:22:03.670Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Insights, iniciativas e dicas práticas para inspirar uma vida longa e melhor</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*jXeH3plx7JXIettgxXHMhw.png" /></figure><h4><strong>Sophie Ebrard</strong></h4><p><em>Like her mother</em></p><p>“Ela é bonita para a idade dela.” A intenção desse comentário é boa, mas a realidade é que ele está carregado com o viés implícito de que ser mais jovem é melhor. Um verdadeiro elogio seria: “ela está ótima.” Ponto. Para a fotógrafa francesa <strong>Sophie Ebrard</strong>, é impressionante que as mulheres mais velhas sejam tão facilmente descartadas. Quando chegou aos 40 anos, ela começou a se perguntar como seria quando fosse a vez dela. Não sendo capaz de ver isso na cultura de hoje, voltou-se para a própria mãe e passou a estudar o corpo dela de maneira íntima. Em seguida, fez o mesmo olhando para si e para a filha caçula. As fotos deram origem à série ‘Like her Mother’, sobre as interconexões entre as mulheres.</p><h3><strong>São elas</strong></h3><p><em>Três motivos para você continuar acompanhando o futebol feminino</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*UDuTuguWEvav6Om2_AGVEA.jpeg" /></figure><p><strong>1. É uma modalidade que vive sua evolução em tempo real <br></strong>A Copa do Mundo 2023 foi marcada por despedidas como a da nossa Rainha <strong>Marta</strong>. Ao mesmo tempo, o campeonato deixou claro que o futuro do esporte está em boas mãos. A colombiana <strong>Linda Caicedo</strong>, 18 anos, se tornou a única atleta da história a jogar nas categorias sub-17, sub-20 e no profissional (tudo isso em um ano!).</p><p><strong>2. Ver de pertinho algumas das principais jogadoras da seleção<br></strong>Entre as oito jogadoras que atuam no Brasil, quatro estão no Corinthians, a principal equipe quando falamos de títulos e investimentos na modalidade. As demais estão no Santos, Flamengo, Palmeiras e Ferroviária, um dos pioneiros do futebol feminino nacional. Fora isso, o clima no estádio é outra história: uma arquibancada diversa, com muitas mulheres e crianças torcendo pelo seu time do coração. Quer um programa mais legal?</p><p><strong>3. O Brasil pode sediar o Mundial de 2027<br></strong>Sim! Somos candidatíssimos. Disputamos com a África do Sul e mais dois concorrentes conjuntos: UEFA — formada por Bélgica, Holanda e Alemanha –, e Concacaf — formada por México e Estados Unidos. O anúncio do local definido será feito no dia 17 de maio de 2024. Já imaginou?</p><p><strong>✍ </strong><em>Giulia Perrone é publicitária, amante do futebol e corintiana roxa.</em></p><h3><strong>Eu caso ou compro uma bicicleta?</strong></h3><p><em>O boom das bikes elétricas segue firme na pista. E o mercado se mantém em expansão</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*jJX8QiP8dJQwnUpP559k8g.png" /></figure><p>Em 2022 houve um crescimento de 9,6% nas vendas de bicicletas elétricas em relação a 2021. Os dados fazem parte do Boletim Técnico sobre o Mercado de Bicicletas Elétricas 2023, que a Aliança Bike divulga anualmente. Um dos facilitadores foi o preço. Segundo o report, o valor médio do produto reduziu 3,9% no mesmo período.</p><p>Outro empurrãozinho veio da consciência. Com o aumento da busca por alternativas de transporte sustentáveis, a bike elétrica tem vivido um momento de renascença. Criada no século 19, hoje ela está moderna, menos barulhenta e bastante potente.</p><p>A Specialized, a Ferrari das bicicletas, ficou conhecida por ajudar o Ronaldo Fenômeno a completar o Caminho de Santiago de Compostela (Espanha). O modelo Turbo Levo que ele usou para pagar uma promessa custa em torno de R$ 55 mil. O preço das magrelas ainda assusta (em média R$ 6.800), mas vem se popularizando. A primeira smartbike brasileira, a Vela 2, da Vela Bikes, tem um design retrô e GPS. Custa a partir de R$ 10.890.</p><h3><strong>Correr em direção à música</strong></h3><p><em>Mais uma vez, o </em><strong><em>MECA</em></strong><em> se junta ao projeto CalmaClima para conectar cultura e esporte</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*qsRvQlxT5M7jEOWGV1bj4A.png" /></figure><p>A nossa parceria com o grupo de corrida mineiro CalmaClima, que aconteceu em outros anos em formatos diversos, cresceu e ganhou as ruas de Belo Horizonte (MG). O resultado dessa conexão foi um aquecimento para o <strong>MECA (Inhotim) </strong>2023, que juntou entusiastas da corrida num percurso de 6 km na semana anterior ao festival. Ao anoitecer, os participantes curtiram o som do DJ francês <strong>Wealstarcks</strong> — que preparou um set para dar um gostinho do festival. Coidealizado por <strong>Bernardo Biagioni</strong>, o CalmaClima vai muito além do esporte e reúne cerca de 400 corredores com uma proposta que a gente admira: a de desvendar o que está nas entrelinhas das cidades.</p><h3><strong>Serendipidade ou oportunidade?</strong></h3><p><em>Esta pensata foi escrita por Carla Mayumi, pesquisadora de tendências e cofundadora da Talk Inc</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Ml_0502zmj9vYz5rdlZC7w.jpeg" /><figcaption>Foto: Arquivo pessoal.</figcaption></figure><p>Acho que finalmente entendi porque gosto tanto da palavra serendipidade. Também compreendi o incômodo causado em mim pela pergunta: “quais seus sonhos?” Eu precisava responder que não tinha sonhos. Assisti ao primeiro episódio do documentário sobre o Arnold Schwarzenegger, na Netflix, e o vi falar sobre a sua lembrança de ganhar o Mister Universo, em 1967, quando ainda era muito jovem. Ele também recorda de como perseguiu esse título e da persistência que foi imprescindível na sua vitória. Admiro as pessoas que têm essa visão do que querem para si. Eu nunca sonhei algo assim.</p><p>Sonhava, claro. Queria falar línguas, conhecer culturas, viver aventuras, subir montanhas, envelhecer com saúde. Mas nada que projetasse uma vida ou que me ajudasse a ter um planejamento para ‘chegar lá’. Acabei fazendo muita coisa legal, sem ter sonhado com elas. É aí que entra a serendipidade. Sou tão fascinada com a palavra que fui pesquisar sua origem. Ela nasceu de uma fábula persa que viajou por muito tempo e por muitas línguas. Na história original, três príncipes faziam descobertas que não estavam buscando — por acidente ou por sagacidade. Não é uma lindeza essa ideia? Ela contribuiu tanto para a evolução da literatura de ficção policial quanto para a compreensão de métodos científicos.</p><p>Voltando pra minha história, sou essa pessoa da serendipidade. As coisas foram acontecendo e sou quem sou, hoje, por causa de uma trajetória que olha muito mais para as chances do acaso. Tenho até uma certa implicância com a palavra: oportunidade. Ainda mais quando vejo pessoas se aproximando de outras, pensando na oportunidade que aquele sujeito apresenta. Me passa um certo egoísmo, um pensar em si demasiado.</p><p>Sou uma pessoa curiosa. Essa curiosidade, somada ao se deixar levar sem pensar demais nas tais oportunidades, me trouxeram até aqui. Adoro o que vivi e o que ainda posso viver. Viajei para mais de 30 países, sem ser rica. Estudei muitas línguas, não sou poliglota, mas me viro bem em algumas delas. Sei usar minhas mãos para fazer coisas úteis, como crochê, tricô, me viro no desenho. Comecei a correr aos 40 anos, a nadar aos 45 e estou pensando em participar de uma prova de duathlon. Estudo mandarim há quatro anos, sendo que comecei aos 49. Aí, as pessoas me perguntam: “por que você estuda chinês?” Não sei, mas talvez um dia eu vá descobrir.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f5732863b454" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/para-ficar-de-olho-rise-f5732863b454">Para ficar de olho (Rise)</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[O retorno triunfante do esporte]]></title>
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            <category><![CDATA[music]]></category>
            <category><![CDATA[art]]></category>
            <category><![CDATA[festivals]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:55:56 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-13T15:17:59.838Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Radar de movimentos culturais emergentes, o </em><strong><em>MECA</em></strong><em> volta ao Rio de Janeiro criando uma nova forma de articular música e esporte num momento em que estar ao ar livre ganha novos significados</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*910x7X_y2Nnk_DzbkiOH8g.jpeg" /><figcaption>Foto: Divulgação</figcaption></figure><p>O intercâmbio entre a música e o esporte é milenar. Dos jogos olímpicos da Grécia Antiga ao megaevento que se tornou o Super Bowl, essa dupla atravessa os séculos enquanto movimenta vastas emoções. No pós-pandemia, quando estar ao ar livre ganhou ainda mais significados, o <strong>MECA</strong> volta ao Rio de Janeiro para promover uma versão atualizada deste reencontro na Marina da Glória, nos dias 18 e 19 de novembro.</p><p>Urbano e solar, o festival vai celebrar atletas e artistas com o objetivo de promover um estilo de vida saudável, estimulando o desempenho físico e mental. Para ajudar a compor o climinha, o line-up traz um mix interessante com bandas <em>indie</em>, como <strong>Whitney</strong>, reconhecida por sucessos como ‘Light Upon the Lake’, e artistas nacionais gigantes como <strong>Marcelo D2</strong> e <strong>Daniela Mercury</strong>.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2F5-VX-urUGu4%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D5-VX-urUGu4&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F5-VX-urUGu4%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/975fdf51b85f0e63889f48a76eef08ab/href">https://medium.com/media/975fdf51b85f0e63889f48a76eef08ab/href</a></iframe><h3><strong>IZA</strong></h3><p>Paixão, liberdade e feminismo se encontram em nova fase musical da cantora, que apresenta o álbum ‘Afrodhit’. O trabalho enaltece a realidade de experiências plurais vividas por mulheres.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FUBdS6Ug77lc%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DUBdS6Ug77lc&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FUBdS6Ug77lc%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="640" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/3640d1cfba8190689705289a9cbe96ef/href">https://medium.com/media/3640d1cfba8190689705289a9cbe96ef/href</a></iframe><h3>Donavon Frankenreiter</h3><p>Uma das maiores lendas da surf music, o esportista profissional, cantor e compositor estadunidense volta ao Brasil. Ele presenteia os fãs com canções de liberdade e mensagens positivas.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FZUPJBhLYsOw%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DZUPJBhLYsOw&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FZUPJBhLYsOw%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="640" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/68eca7aaadd99dbf2c3246674db817e8/href">https://medium.com/media/68eca7aaadd99dbf2c3246674db817e8/href</a></iframe><h3>Daniela Mercury</h3><p>Conhecida mundialmente e amada nacionalmente, a cantora expõe suas origens e sua cultura no espetáculo ‘Baiana’, criado a partir do disco homônimo, seu mais novo trabalho.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FCxuZcep7bDk%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DCxuZcep7bDk&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FCxuZcep7bDk%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/a71c42301fb0912c2c758aa87f034d08/href">https://medium.com/media/a71c42301fb0912c2c758aa87f034d08/href</a></iframe><h3>Whitney</h3><p>O duo estadunidense formado por Julien Ehrlich e Max Kakacek fez a estreia no Brasil em 2017. Retornam ao país para apresentar o novo trabalho e sucessos da carreira.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FuFQ4WqcItJc%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DuFQ4WqcItJc&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FuFQ4WqcItJc%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/7c87d5ac69c53abcfd59c4acd63f67c2/href">https://medium.com/media/7c87d5ac69c53abcfd59c4acd63f67c2/href</a></iframe><h3>Francisco, el Hombre</h3><p>Formada em 2013, a banda festeja o aniversário com shows, álbum inédito e novas versões de canções famosas, como ‘Triste, Louca ou Má’ e ‘Batida do Amor’. Good vibes e suor garantidos!</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FR8odhH-cNss&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DR8odhH-cNss&amp;image=http%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FR8odhH-cNss%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/02cdc220a1925299a17e96d727fdb1a5/href">https://medium.com/media/02cdc220a1925299a17e96d727fdb1a5/href</a></iframe><h3>Quantic</h3><p>Nome artístico do DJ inglês Will Holland, o produtor musical mistura ritmos tropicais como cumbia, funk, soul e jazz.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FaAZVadqUFbI%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DaAZVadqUFbI&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FaAZVadqUFbI%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/2f7eb70f598963e70c6fa2e9d71f7b57/href">https://medium.com/media/2f7eb70f598963e70c6fa2e9d71f7b57/href</a></iframe><h3>Marcelo D2</h3><p>Vocalista do Planet Hemp, cantor segue a carreira solo com shows que misturam ritmos dançantes e letras políticas.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FT2PS0i1TAlE%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DT2PS0i1TAlE&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FT2PS0i1TAlE%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="640" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/5477f24868108951c43918dcbc259d46/href">https://medium.com/media/5477f24868108951c43918dcbc259d46/href</a></iframe><h3>Fat Family</h3><p>A banda sobe aos palcos para comemorar 25 anos de carreira. Com nova formação, o grupo celebra os sucessos musicais dos anos 2000.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FiArXv64tCJA&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DiArXv64tCJA&amp;image=http%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FiArXv64tCJA%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/b6ab8fa7cd40bf7cf5b7a4b1dbb4c6c3/href">https://medium.com/media/b6ab8fa7cd40bf7cf5b7a4b1dbb4c6c3/href</a></iframe><h3>Peter Bjorn and John</h3><p>Vai ter nostalgia, sim! Para matar a saudade de um som levinho e dançante, o trio sueco famoso pelo hit ‘Young Folks’ volta ao Brasil para celebrar o indie rock que a gente tanto ama.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FpI9Bo5I0KfA%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DpI9Bo5I0KfA&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FpI9Bo5I0KfA%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/292ed24846e89d853be6b12f800e1cbd/href">https://medium.com/media/292ed24846e89d853be6b12f800e1cbd/href</a></iframe><h3>Seun Kuti &amp; Egypt 80</h3><p>O músico nigeriano faz canções com importantes mensagens políticas. Ele é o líder do grupo Egypt 80 e filho de Fela Kuti, precursor do Afrobeat.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FbE_KVeh9PB4&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DbE_KVeh9PB4&amp;image=http%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FbE_KVeh9PB4%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/21f6c77abff438f7fe41a454f0e2cd9e/href">https://medium.com/media/21f6c77abff438f7fe41a454f0e2cd9e/href</a></iframe><h4><strong>Gabriel o Pensador</strong></h4><p>Rapper volta à cena após11 anos com o show ‘Antídoto para Todo Tipo de Veneno’.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FBjSNZwzfE1o&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DBjSNZwzfE1o&amp;image=http%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FBjSNZwzfE1o%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/47f4c6d988f1917f91f32221619b1894/href">https://medium.com/media/47f4c6d988f1917f91f32221619b1894/href</a></iframe><h4><strong>Lee-Ann Curren</strong></h4><p>A surfista usa o esporte como fonte de inspiração para criar músicas com pegada <em>indie</em> rock.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2Fb1ES5R8sq5U%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Db1ES5R8sq5U&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fb1ES5R8sq5U%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="640" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/687bb27d5a3f780d0a5aa175f4167a14/href">https://medium.com/media/687bb27d5a3f780d0a5aa175f4167a14/href</a></iframe><h4><strong>Karen Jonz</strong></h4><p>A premiada skatista dá um match entre música e esporte no MECA.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2Fz8V1ffEBt8k%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dz8V1ffEBt8k&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fz8V1ffEBt8k%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/878ad2bf275390067ec2ab9cbdd50e4b/href">https://medium.com/media/878ad2bf275390067ec2ab9cbdd50e4b/href</a></iframe><h4><strong>Os Garotin</strong></h4><p>O trio tem um estilo autêntico e divertido que mistura referências do samba, funk e R&amp;B.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=56a81aa95096" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/o-retorno-triunfante-do-esporte-56a81aa95096">O retorno triunfante do esporte</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Natureza e música: good vibes only]]></title>
            <link>https://medium.com/mecalovemeca/natureza-e-m%C3%BAsica-good-vibes-only-2990e0a6a8bc?source=rss----43d8f4647c89---4</link>
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            <category><![CDATA[festivals]]></category>
            <category><![CDATA[show]]></category>
            <category><![CDATA[musica]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:55:07 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-14T18:29:21.950Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Um festival no Jardim Botânico, uma das paisagens mais belas de São Paulo, para respirar cultura e se conectar com o próprio corpo, além de debater temas que permeiam o nosso dia a dia</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*HuWvJTWv2ptpCuFBI_MdXw.png" /></figure><p>O <strong>MECA (Jardim)</strong> já tem data e local confirmados: 30 de setembro no Jardim Botânico de São Paulo. A programação multicultural começa às 9h e vai até às 22h com workshops, atividades com foco em wellness e nutrição, além de, claro, shows.</p><p>“O festival tem Tulipa Ruiz como headliner e muitas mulheres engajando conversas sobre maternidade, sexualidade, feminismo e outros temas pertinentes para o nosso dia a dia. Tudo em meio a esse lugar mágico e incrível, bastante característico dos nossos eventos”, comenta Hellene Hoy, CMO do <strong>MECA</strong>. “Será um dia para celebrar o contato com a natureza e escapar da rotina”, complementa.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fembed%2Fplaylist%2F37i9dQZF1DWWFaKaPfnI6V%3Futm_source%3Doembed&amp;display_name=Spotify&amp;url=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fplaylist%2F37i9dQZF1DWWFaKaPfnI6V&amp;image=https%3A%2F%2Fi.scdn.co%2Fimage%2Fab67706f000000021906512af74c5adfc3f88fc7&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=spotify" width="456" height="352" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/429a9bc290eac61af78877fb5004eb44/href">https://medium.com/media/429a9bc290eac61af78877fb5004eb44/href</a></iframe><p>Em meio ao refúgio verde da metrópole, a agenda solar e total good vibes reúne nomes como Tulipa Ruiz, Kaê Guajajara, Chico Chico, Luiza Lian e Amanda Magalhães.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FOPbsfPW3-Fs%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DOPbsfPW3-Fs&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FOPbsfPW3-Fs%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/9e84f7479e0bd061b90029342c6518fa/href">https://medium.com/media/9e84f7479e0bd061b90029342c6518fa/href</a></iframe><h3>Tulipa Ruiz</h3><p>A vencedora do Grammy Latino coloca o público para dançar e cantar com os hits da carreira e de ‘Habilidades Extraordinárias’, seu disco mais recente.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FoRPdzDrVuok%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DoRPdzDrVuok&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FoRPdzDrVuok%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/4201da88e9ebf837e254d2f5974bd080/href">https://medium.com/media/4201da88e9ebf837e254d2f5974bd080/href</a></iframe><h3>Luiza Lian</h3><p>Premiada, a cantora e compositora paulistana leva novas canções aos palcos com seu mais novo disco: ‘7 estrelas– quem arrancou o céu?’</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FVxmrq0oF_HI%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DVxmrq0oF_HI&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FVxmrq0oF_HI%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/77133a4f36be131222ae875d60eac93a/href">https://medium.com/media/77133a4f36be131222ae875d60eac93a/href</a></iframe><h3>Chico Chico</h3><p>Herdeiro do timbre de Cássia Eller, o cantor e compositor emocionou corações com a música ‘Ribanceira’, parte da trilha sonora da novela ‘Pantanal’. Levará seu carisma e sua voz pros jardins do MECA.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FP9aAhuJLnt0%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DP9aAhuJLnt0&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FP9aAhuJLnt0%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/8b618e723dca2d2245ca0bf524f84e70/href">https://medium.com/media/8b618e723dca2d2245ca0bf524f84e70/href</a></iframe><h3>Kaê Guajajara</h3><p>A cantora e ativista indígena une hiphop, elementos tradicionais e sua língua materna — Ze’egete — para criar uma sonoridade única em canções de luta e resistência.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FnMaoE_bAupU&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DnMaoE_bAupU&amp;image=http%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FnMaoE_bAupU%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/47dac6e7be9868ce61f047fb07d428fe/href">https://medium.com/media/47dac6e7be9868ce61f047fb07d428fe/href</a></iframe><h3>Amanda Magalhães</h3><p>A cantora, compositora e atriz carioca combina diferentes ritmos em ‘Maré de Cheiro’, seu disco inédito.</p><h3>E muito mais!</h3><p><em>Vivências e projetos que admiramos enriquecem a experiência:</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*1uXch8Dv1VmSiUPDLlBECw.png" /></figure><h3><a href="https://www.instagram.com/womenonwalls.co/"><strong>Women on Walls</strong></a></h3><p>A plataforma visa fortalecer o trabalho de mulheres no meio artístico através de divulgação, capacitação e curadoria.</p><h4><a href="https://www.instagram.com/familiaquilombo/"><strong>Família Quilombo</strong></a></h4><p>O grupo cria conteúdos afetivos e informativos sobre relações e educação antirracista a partir da própria experiência.</p><h4><a href="https://www.instagram.com/feirajardimsecreto/?hl=pt"><strong>Feira Jardim Secreto</strong></a></h4><p>As marcas que a gente gosta em um só lugar! A feira reúne artistas independentes, reforçando a importância do mercado local.</p><p>Para mais informações: <a href="https://meca.love/mecajardim/"><strong>Acesse</strong></a></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=2990e0a6a8bc" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/natureza-e-m%C3%BAsica-good-vibes-only-2990e0a6a8bc">Natureza e música: good vibes only</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Nosso festival ocupa Porto Alegre]]></title>
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            <category><![CDATA[musica]]></category>
            <category><![CDATA[music]]></category>
            <category><![CDATA[festivals]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:45:46 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-26T14:28:11.712Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Em edição inédita, </em><strong><em>MECA</em></strong><em> retorna às origens e toma conta das ruas do 4</em>º<em> Distrito da capital gaúcha para promover diálogos</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*-1WNHcfGu62TthDoRnTh1w.jpeg" /><figcaption>-Foto: Rodolfo Magalhães</figcaption></figure><p>Pela primeira vez, a zona industrial de Porto Alegre será ocupada por uma programação multicultural. Em sua edição de estreia, o <strong>MECA (Caldeira)</strong> promoverá encontros entre artistas, empreendedores, criativos e pensadores de várias partes do mundo. O festival, marcado para o dia 21 de outubro, será realizado nos arredores do <strong>Instituto Caldeira</strong>, um dos principais hubs de startups do Brasil.</p><p>Não por acaso, o ponto chave da agenda será a inovação. Entre as conferências, o destaque ficará com o britânico <strong>Charles Watson</strong>, mestre da criatividade. Enquanto isso, o line-up musical focará em artistas que representam autenticamente as particularidades sonoras brasileiras, como <strong>Gaby Amarantos</strong>, com seu pop amazônico, e <strong>Johnny Hooker</strong> com a nova sofrência.</p><blockquote>“Apostamos alto na potência dos diálogos. É através da experiência, sendo ela ouvida, dançada, falada ou sentida, que podemos criar alternativas para um futuro que valha a pena”, <em>diz </em><strong><em>Hellene Hoy</em></strong><em>, CMO do </em><strong><em>MECA</em></strong><em>.</em></blockquote><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FqcK5MJEktLc&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DqcK5MJEktLc&amp;image=http%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FqcK5MJEktLc%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/9f39ea704fab88c75697156231615924/href">https://medium.com/media/9f39ea704fab88c75697156231615924/href</a></iframe><h3>Gaby Amarantos</h3><p>Novo show instiga a reflexão sobre uma Amazônia futurista e uma floresta tecnológica cheia de alegria.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FXIbJylD_c84%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DXIbJylD_c84&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FXIbJylD_c84%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="640" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/04dc83f1eab80da83183431a577cb65a/href">https://medium.com/media/04dc83f1eab80da83183431a577cb65a/href</a></iframe><h4>Os Mutantes</h4><p>Elogiada até hoje, a sonoridade moderna e autêntica de Os Mutantes é preservada por Sérgio Dias, membro da formação original do grupo, que também tinha Arnaldo Baptista e a maravilhosa e saudosa Rita Lee.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FfFrtPt2I9i4%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DfFrtPt2I9i4&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FfFrtPt2I9i4%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/d90a29d4148201347d681be42543b49e/href">https://medium.com/media/d90a29d4148201347d681be42543b49e/href</a></iframe><h4>Perotá Chingó</h4><p>Depois de ganhar o mundo virtual com o fenômeno ‘Rie Chinito’, as argentinas Julia Ortiz e Lola Aguirre seguem fazendo folk com acento latino-americano.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FZhov3CGtf6c%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DZhov3CGtf6c&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FZhov3CGtf6c%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/40b44d306b4d0034176127a05a7f35d7/href">https://medium.com/media/40b44d306b4d0034176127a05a7f35d7/href</a></iframe><h4>Johnny Hooker</h4><p>Não poderia ser mais perfeito esse tributo a Marília Mendonça. Superação coletiva de qualquer dor de cotovelo, esse show performático é um mix de canções passionais, clássicos do brega e músicas autorais do cantor.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2Fs3v9S-2vAHQ%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Ds3v9S-2vAHQ&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fs3v9S-2vAHQ%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/c1bfd886b8d7961e9b06aa465dfbd61a/href">https://medium.com/media/c1bfd886b8d7961e9b06aa465dfbd61a/href</a></iframe><h4>DINGO</h4><p>A banda porto-alegrense volta repaginada para os <em>indies</em> cantarem o inesperado da vida, sentimentos e sensibilidade. Com novo nome, eles apresentam um disco maduro — ‘A vida é uma granada’ — em terras gaúchas.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FtvRCJulIARM%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DtvRCJulIARM&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FtvRCJulIARM%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/3243b7aa737cfe02b487df6706a4f9a4/href">https://medium.com/media/3243b7aa737cfe02b487df6706a4f9a4/href</a></iframe><h4>Julia Mestre</h4><p>Vocalista da banda Bala Desejo, a cantora exibe seu novo álbum solo — ‘Arrepiada’ — pra ouvir devagar. Entre as suas referências há de Billie Eilish ao bolero.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FLue7hXvd0XQ%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DLue7hXvd0XQ&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FLue7hXvd0XQ%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/5b17a96933304bf1531c45c480fea734/href">https://medium.com/media/5b17a96933304bf1531c45c480fea734/href</a></iframe><h4>Onda Vaga</h4><p>A buena onda argentina une reggae, ska, pop rock, entre outros ritmos. A banda volta ao Brasil e apresenta os melhores hits da carreira.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2Fksu9n2hkrEw%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dksu9n2hkrEw&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fksu9n2hkrEw%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/0ed315db52fa811b3ff8448cef2b1796/href">https://medium.com/media/0ed315db52fa811b3ff8448cef2b1796/href</a></iframe><h4>Alto da Maravilha</h4><p>Há um eterno renascimento na música brasileira. O encontro bonito de Russo Passapusso (BaianaSystem) com Antonio Carlos e Jocafi traduz a máxima. Feito em trio, o disco ‘Alto da Maravilha’ é a síntese do afrobeat e do afrofuturismo.</p><h3>Charles Watson, um mestre da criatividade</h3><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*oOzLJR07e6qEvjjMgfqgKQ.png" /></figure><p><strong>Charle Watson</strong> é educador, pesquisador e palestrante motivacional britânico. Desde a década de 1990, ele realizou 62 projetos em 15 países diferentes. Ao todo, acumulou 1.800 horas de entrevistas sobre seus respectivos processos. No início, com artistas e curadores. Agora, a investigação continua com profissionais das área de neurociência, psicologia, genética e física.</p><h4>O que faz você querer estudar a criatividade?</h4><p>[Quando estudava na escola de arte], desenvolvi um ritual de manter um caderno no qual fazia anotações todas as noites depois de sair do meu estúdio. Foi uma forma de me afastar do meu trabalho para conseguir vê-lo com mais objetividade. Mantive o hábito e isso me ajudou a entender os obstáculos autoimpostos que se interpunham entre mim e meu ofício. Além disso, ainda na Universidade, li um livro do Arthur Koestler sobre o processo criativo que me marcou. Fiquei curioso sobre o assunto e passei a ler artigos em revistas de ciência e psicologia. Mas foi no início dos anos 1990, quando decidi desistir de trabalhar como artista, que isso se tornou um interesse primordial e comecei a ler vorazmente.</p><h4>O que é o verdadeiro ócio criativo?</h4><p>É o envolvimento, em horas livres, com atividades que trazem significado para a vida das pessoas, mas que não são normalmente associadas ao dia a dia do trabalho obrigatório. Em outras palavras, não é maratonar por oito horas na Netflix.</p><h4>Pode dar exemplos que funcionam para você?</h4><p>Eu sou velejador. É uma atividade que me posiciona rapidamente no mundo ‘real’. Há anos também pratico natação, meditação transcendental e leio muito. Sempre com um caderno à prova d’água ao lado, quando estou nadando. É justamente nesses momentos que o cérebro é capaz de criar novas conexões entre ideias. Quando se trata de desempenho inventivo, essas atividades paralelas chamadas de ócio criativo só fazem sentido quando associadas a um verdadeiro investimento na atividade principal.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6812ae9e5729" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/nosso-festival-ocupa-porto-alegre-6812ae9e5729">Nosso festival ocupa Porto Alegre</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Para ficar de olho (Good)]]></title>
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            <category><![CDATA[cultura]]></category>
            <category><![CDATA[musica]]></category>
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            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:40:10 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-13T14:57:13.704Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>O que está no nosso radar quando falamos de sustentabilidade bem-estar e saúde do planeta</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*GBK42G__JHoa8pf2FNlP5w.png" /><figcaption>Foto: Ze Moreu</figcaption></figure><h3><strong>Denilson Baniwa</strong></h3><p><em>Pajé-Onça hackeando a 33ª Bienal de São Paulo, 2018</em></p><p>Denilson Baniwa, da nação Baniwa, é natural do Rio Negro, interior do Amazonas. Os trabalhos dele expressam uma vivência enquanto ser indígena do tempo presente, mesclando referências tradicionais e contemporâneas relacionadas às suas origens. Ele também se apropria de ícones ocidentais para comunicar o pensamento e a luta dos povos originários em diversos suportes e linguagens. O artista-jaguar participa da <strong>35ª Bienal de São Paulo</strong> com a obra ‘Kwema / Amanhecer’.</p><blockquote>Ele afirma que “amanhecer é entender que um novo dia surge após uma pesada noite e que ainda podemos realizar o Pudali, em que se troca conhecimentos e possibilidades de existência em um mundo em constante transformação”.</blockquote><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*RszMOzmJv0HWYeI6ZkBkeA.png" /></figure><h3><strong>Faça você mesma</strong></h3><p><em>Com o projeto Biquíni.pdf, a artista Danielle Cavalher faz provocação à indústria da moda</em></p><p>“Aprender a fazer e vestir um biquíni completo. Sem costura. Quantas vezes quiser”. Esse é o anúncio — e a promessa — de Danielle Cavalher em suas redes sociais. Um PDF impresso, um pedaço de lycra e tesoura de tecido é tudo que você vai precisar para fazer seu próximo look praiano.</p><p>Biquíni.pdf, o projeto da artista plástica carioca, é uma provocação conceitual e prática em relação ao vestir e à cultura do consumo e do desperdício na indústria da moda.</p><p>Em seu ateliê no Rio, ela reúne grupos para fazer as peças junto com ela. O traje não precisa de costura e se adapta ao corpo por meio de cortes e amarrações que ganham diversas formas. Os encontros são realizados em datas esporádicas informadas pela artista em seu próprio Instagram — onde também rolam as inscrições.</p><p>A ideia é que, ao fazer as próprias roupas, as pessoas possam resgatar a sua autonomia, pensar a moda além do produto e imaginar um futuro no qual criatividade e sustentabilidade caminhem juntas. “Precisamos tecer alternativas contemporâneas ao consumo e ao desperdício. Não construiremos novas realidades repetindo velhas práticas”, diz Danielle em seu manifesto. Fica o convite.</p><h3><strong>Juntos pela fauna e flora</strong></h3><p><em>A parceria entre Ampara e MECA visa conscientizar sobre a importância da biodiversidade para um futuro desejável</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/526/1*uFhgh8y8DdLhGlHSRHDiUg.png" /><figcaption>Foto: @oranduu</figcaption></figure><p>A OSCIP Ampara e o MECA se conectam para refletir sobre a necessidade de preservar a fauna e a flora brasileiras, afim de garantir um futuro sustentável e ético. O ponto de partida da parceria foi o painel ‘3 anos após o maior incêndio no Pantanal: um trabalho diário’, que aconteceu no <strong>MECA (Inhotim)</strong>. “Estar aqui mostrando aquilo que nos move é muito gratificante e faz toda a diferença. Temos certeza que falamos para um público de qualidade, preocupado com as questões ambientais”, diz Marcele Becker, vice-presidente da instituição.</p><h3><strong>Ciência da Bondade</strong></h3><p><em>Pensata escrita por Maria Rita Casagrande, head de tecnologia e mantenedora do estúdio de inovação ÁIYÉ</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/986/1*c3k6N6cG0lt42WHrRBqe2A.png" /><figcaption>Foto: Rony Hernandes</figcaption></figure><p>Nunca se falou tanto sobre bem-estar. A preocupação em equilibrar corpo e mente ganhou status de objeto de desejo, alimentando uma indústria bilionária que promete resolver todos os nossos problemas com invenções que vão de ‘goma para crescer cabelo’ a ‘cristais para melhorar a energia’. Mas sabemos que há um problema nesse mar de promessas. Existe muita coisa sendo vendida sem eficácia comprovada.</p><p>De acordo com Kelli Harding, psiquiatra da Universidade de Columbia, há uma peça essencial no desafio do bem-estar sobre qual poucos de nós pensam o suficiente. Na década de 1970, durante uma pesquisa, cientistas deram a um grupo de coelhos geneticamente idênticos a mesma dieta, pouco saudável e rica em gordura, para ver como isso afetava seus corações. Alguns animais se mantiveram surpreendentemente bem.<br> Qual seria o fator mágico?</p><p>Os cientistas perceberam um pesquisador que, além de dar ração a esse grupo de coelhos, acariciava-os e conversava com eles. Parece clichê, mas é um clichê com evidência científica. E o que é verdade para coelhos, é verdade para humanos também. Se você vai viver uma vida longa, saudável e feliz ou uma vida curta e atrofiada, depende de o mundo, metaforicamente, acariciá-lo ou apenas entregar ração pela porta<br> de sua gaiola.</p><p>O abraço que você dá em alguém faz diferença, e não apenas para o outro. Segundo Harding, existe uma ciência empolgante de epigenética (mudanças na expressão gênica que não alteram a sequência do DNA) e telômeros (estruturas de DNA que formam as extremidades dos cromossomos) que mostra como as ações amorosas realmente mudam nossa fisiologia.</p><p>Você, sem dúvida, aprendeu a importância da bondade, da empatia e da amizade na pré-escola. Este não é um avanço biomédico sexy. Mas em um mundo frequentemente categorizado por crueldade, divisão e pensamento desesperado de soma zero — ou seja, para um ganhar, o outro tem que perder e vice-versa — , vale a pena lembrar que a bondade é um dos princípios fundamentais na busca do bem-estar.</p><p>A decência básica importa muito mais do que qualquer biohack ou dispositivo caro. Portanto, economize algum dinheiro, pule os cristais e concentre-se em consideração.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=d8ae919486a5" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/para-ficar-de-olho-good-d8ae919486a5">Para ficar de olho (Good)</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[A internet do absurdo]]></title>
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            <category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:39:33 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-13T14:39:40.532Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Corredores fantasmagóricos que levam a lugar algum, humor ácido-sincerão, acessórios surrealistas para vestir. A estética nonsense da Geração Z, misto generoso de estranhos prazeres, é analisada pelo jornalista João Abbade</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*1K1TtMBCmK9d6m1rh9r8xg.png" /><figcaption>Foto: Reprodução</figcaption></figure><p>Potes de vidro rolam escada abaixo até espatifarem; objetos incrivelmente realistas que, na verdade, são bolos; unhas longuíssimas bizarramente decoradas por uma manicure. Quem vê alguns dos vídeos mais populares da internet pode pensar que estamos enlouquecendo.</p><p>As tendências nas plataformas de vídeos rápidos têm ficado cada vez mais estranhas. Até projetos em formato mais tradicional — mais longos e parecidos com o que se vê na TV — têm abusado do absurdo pra fazer a gente rir. ‘De Frente com Blogueirinha’ (YouTube) talvez seja um dos mais fascinantes programas de entrevistas dos últimos anos. Nele, a apresentadora Blogueirinha, personagem criada por Bruno Matos, esculacha os convidados, todos celebridades.</p><h4><strong>Dopamina High</strong></h4><p>O sucesso de conteúdos desse tipo em tantas esferas tem seus porquês. “Não é só uma forma de ironia, mas também uma fuga. Se a realidade lá fora tá tão bizarra, precisamos criar algo mais bizarro ainda pra fugir dela”, explica Mônica Levandoski, coordenadora de conteúdo e inovação da Consumoteca. A consultoria de tendências da qual ela faz parte mapeou nos últimos meses uma nova onda batizada de Dopamina High. O fenômeno consiste numa busca pelo neurotransmissor do prazer — não só da forma biológica que nosso corpo pede, mas também como um estilo de vida. Ou seja, uma rotina em busca de microprazeres instantâneos, uma viciante droga virtual.</p><p>Todo mundo é impactado. Mas a Gen Z, sem dúvida, sofre os maiores efeitos. Isso porque esse grupo de jovens, nascido em um cenário imerso em crises econômicas e sociais, tenta se encontrar num presente cada vez mais instável. Como tudo muda rapidamente, o prazer imediato transforma-se na regra e a experimentação (no âmbito pessoal, sexual ou do consumo) torna-se a estratégia para construir contornos.</p><blockquote>“Nada libera mais dopamina do que ver uma garrafa de vidro caindo degrau por degrau”, argumenta Mônica. “Estamos com uma carência de maravilhamento. Tudo anda tão doido, que alguns acontecimentos nem nos afetam mais. Logo, procuramos isso no entretenimento, seja num filme ou num vídeo de 15s. São formas de experimentar novas narrativas (de si e do mundo)”, diz ela.</blockquote><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*uYwsfQCFCRWpHqfbIn0OPQ.png" /><figcaption>Foto: Reprodução</figcaption></figure><h4><strong>Das redes para o mundo real</strong></h4><p>Conforme a Gen Z se consolida como formadora de opinião, essa linguagem ágil, irônica e cada vez mais inusitada ganha espaço no mundo real, influenciando a forma como a gente consome, viaja, cria, se movimenta e até ganha (e gasta) dinheiro.</p><p>Kane Pixels, um garoto americano de 18 anos que cria vídeos de intermináveis labirintos de salas de escritório com iluminações insólitas, foi convidado a dirigir um longa-metragem de terror para o hypado estúdio A24. A trend dos bolos ultrarrealistas que explodiu no Twitter virou série da Netflix. A polêmica MSCHF hitou de novo, povoando a internet com as suas curiosas botas vermelhas gigantes nos pés de celebridades para, depois, serem vendidas por US$ 350 na loja da grife. Em um comunicado à imprensa, a marca reiterou que a ideia não era uma piada: “Não é uma sátira. Mas o interessante é que estamos em um tempo em que isso não precisa ser uma piada para as pessoas usarem.” Enquanto o mundo não melhora e se torna menos pesaroso pra quem chegou depois, resta continuar nos divertindo.</p><p><strong>✍ <em>João Abbade</em></strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=afc821667e0b" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/a-internet-do-absurdo-afc821667e0b">A internet do absurdo</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Para ficar de olho (Next)]]></title>
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            <category><![CDATA[festivals]]></category>
            <category><![CDATA[inovação]]></category>
            <category><![CDATA[cultura]]></category>
            <category><![CDATA[tecnologia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:39:08 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-27T21:25:15.947Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma curadoria focada em inovações, tendências e futuro do trabalho para estar pronto para o amanhã</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*whmFRO3vdrD_IpalXH2-Ew.png" /><figcaption>Foto: Joshua White</figcaption></figure><h3>Refik Anadol</h3><p><em>Living Paintings</em></p><p>Nascido em Istambul, Turquia, <strong>Refik Anadol</strong> é um artista de novas mídias, pioneiro na estética da machine intelligence. Seus projetos, hipinotizantes, são construídos a partir de algoritmos orientados para criar ambientes abstratos e oníricos. São obras imersivas baseadas no vento, na paisagem e no oceano. Refik atualmente mora em Los Angeles onde funciona o Refik Anadol Studio e o RAS LAB, dedicados a descobrir e desenvolver abordagens para narrativas de dados e inteligência artificial. Reconhecido internacionalmente, o artista também é professor do Departamento de Design Media Arts da UCLA, onde obteve o título de mestre em Belas Artes.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2Fbmr8YmwnZ3w%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dbmr8YmwnZ3w&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fbmr8YmwnZ3w%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/6e9bae2c2894889f90aa90e70abf775f/href">https://medium.com/media/6e9bae2c2894889f90aa90e70abf775f/href</a></iframe><h3><strong>Ansiosos pela estreia de </strong>‘<strong>Dumb Money</strong>’<strong>?</strong></h3><p><em>Longa mostra como o acesso à comunicação pode revolucionar o mercado financeiro</em></p><p>Em 2021, investidores amadores se reuniram no Reddit para catalisar uma explosão de mercado. O grupo aumentou artificialmente o valor das ações da <strong>GameStop</strong>, em baixa na pandemia. As ações chegaram a ter alta de 750% em apenas um mês. Por outro lado, o movimento causou perdas catastróficas de bilhões de dolares no mercado financeiro.</p><p>O esquema surreal é a base para a comédia ‘<strong>Dumb Money</strong>’, que estreia no fim de setembro nos EUA. O longa dirigido por <strong>Craig Gillespie</strong> (diretor de ‘Eu, Tonya’) acompanha <strong>Keith Gill</strong> (Paul Dano), que dá início à polêmica ao investir suas economias nas ações em queda da varejista de videogames. Depois que o personagem compartilha a iniciativa nas redes sociais, as postagens começam a viralizar. E, conforme a popularidade aumenta, a vida dele e de pessoas no seu entorno começam a mudar.</p><p>O fenômeno conhecido como ‘meme stocks’ mostra que a democratização do acesso à informação através das redes sociais, aliada ao poder das novas tecnologias, pode revolucionar as regras do jogo, mesmo em um mercado tradicional.</p><h3><strong>Menos é mais, sim</strong></h3><p><em>Pesquisa aponta que ‘subtrair elementos’ é a melhor estratégia para alcançar soluções</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*PtQVUFSDFbcARmpJwVS5gw.png" /></figure><p>As pessoas tendem a adicionar elementos quando são instadas a melhorar objetos, ideias e situações. No entanto, remover itens pode ser mais eficaz. Já pensou nisso?</p><p>Num estudo liderado pelos professores <strong>Gabrielle Adams</strong> e <strong>Leidy Klotz</strong>, da Universidade de Virginia (EUA), os participantes receberam tarefas, entre elas descobrir a melhor forma de estabilizar o topo de uma estrutura de ‘Lego’. Eles poderiam fazer isso adicionando peças a um custo ou removendo parte delas de graça.</p><p>Embora diminuir uma peça seja a estratégia mais simples — e barata — , a pesquisa revelou que cerca de 60% das pessoas optaram por acrescentar ‘tijolinhos’. Ou seja, a menos que fossem alertados, os integrantes quase não perceberam que a retirada de itens era vantajosa.</p><p>A tendência humana de somar em vez de subtrair é difundida desde o marketing até o design, passando por outras indústrias, inclusive as não criativas. Pode influenciar a maneira como os arquitetos projetam edifícios e também contribuir para o acréscimo de despesas desnecessárias aos governos. Isso acontece porque esperamos menos crédito por soluções subtrativas. Afinal, uma proposta para se livrar de algo pode parecer menos criativa. No fim, menos pode realmente ser mais. Quem topa praticar?</p><h3><strong>A reinvenção do impresso</strong></h3><p><em>O MECA (Journal) se consolida como estratégia inovadora de brand publishing</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/606/1*4uVaNeb9TguCWxmwGsEntg.png" /></figure><p>Com uma visão contemporânea, o MECA (Journal) reinventa o cenário da mídia impressa ao conectar o analógico ao digital. Acreditamos que a inovação vai muito além de criar coisas do zero — é saber recriar e ressignificar linguagens. O resultado? Uma peça sensorial afetiva que também ganha vida nas redes sociais. Um conteúdo que é gatilho de conversas e um recurso catalisador de relacionamento com influenciadores, prospects, clientes e mercado publicitário. “Eu nem sabia que precisava tanto dessa leitura IMPRESSA!” é o depoimenta da leitora @_greenga. O comentário materializa o sentimento de ter este jornal e mãos.</p><h3><strong>A arte da criatividade multidisciplinar</strong></h3><p>Pensata escrita por <em>Diego Machado que é Global Chief Creative Officer do hub criativo AKQA</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/930/1*cC9m2lIVR193rHMqOZj3RQ.png" /></figure><p>Tente aprender algo novo, mesmo que pela metade. A chave para atravessar nosso mundo ruidoso reside na mente dos inquietos multifacetados. Eu vivo cercado deles: redator que tem banda de heavy metal, estrategista yogue, pessoas que esculpem, tocam trompete e lideram o próprio bar.</p><p>Tendência global na gestão, a criatividade multidisciplinar, que muitas vezes é vista como falta de foco, é na verdade uma competência essencial para enfrentar qualquer desafio de hoje. E vai seguir em alta. Isso porque é justamente a interseção entre diferentes campos que impulsiona abordagens inovadoras e respostas alternativas para problemas — mesmo os mais complexos.</p><p>A expertise de Leonardo da Vinci como ilustrador, matemático, anatomista, pintor e escultor o consagrou como um gênio renascentista. A abordagem é comum a outras figuras notáveis do passado, como Walt Disney e Coco Chanel, e também a artistas e pensadores contemporâneos.</p><p>Thom Yorke, além de líder da banda Radiohead, se destaca como ativista e defensor da tecnologia sustentável, prometendo deixar um impacto duradouro na música e no ativismo ambiental. Já a arquiteta e designer Neri Oxman se aventura nos campos da biologia e da fabricação digital. E em uma simbiose entre natureza e tecnologia, ela cria projetos que combinam arte, design e ciência.</p><p>Deslocando o papo para a comunicação e a publicidade, um pouco mais a minha área, aponto a Nike como uma marca de produtos esportivos, uma plataforma de contar histórias inspiradoras e uma desenvolvedora de artigos inovadores em parceria com artistas, atletas e designers. Só para citar mais um exemplo: recentemente, aproveitando o poder da IA<br> e do machine learning, a Nike criou o projeto ‘Never Done Evolving’ com o objetivo de celebrar a carreira inspiradora de Serena Williams e, de quebra, desenvolver ferramentas para capacitar novos talentos. Tudo isso fazendo ela jogar contra si mesma em sua versão mais nova. Papo pra outra reflexão.</p><p>É até curioso que o Linkedin ainda não seja capaz de acolher as múltiplas ‘positions’. Os melhores profissionais e líderes sabem que não precisam e nem devem se restringir ao ‘job description’, assim como as melhores empresas incentivam cada membro de sua equipe a explorar novas versões de si mesmos. É nesse caminho que é possível construir algo que se destaque e permaneça. Já pensou o que pode testar hoje?</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=2f91b4a9d35c" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/para-ficar-de-olho-next-2f91b4a9d35c">Para ficar de olho (Next)</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Admirável envelhecer novo]]></title>
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            <category><![CDATA[inovação]]></category>
            <category><![CDATA[longevidade]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:38:46 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-12T21:14:34.716Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Em entrevista ao jornalista Helder Ferreira, o psicanalista Christian Dunker reflete sobre o que o futuro reserva para a geração que carrega consigo as vantagens — e as pressões — de representar o novo</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/491/1*XK_LflWpIbM8uTmlceKNVQ.png" /></figure><p>Nos últimos 20 anos, a geração millennial — grupo de pessoas nascidas entre 1981 e 1995 — tem estabelecido ‘novos normais’ para diferentes faixas etárias: os 20 viraram uma espécie de nova adolescência; os 30, uma ‘entrada-real-oficial’ na vida adulta; os 40 são os mais velhos, e por aí vai. Este parece ser só o começo.</p><p>Com os avanços da medicina e da farmacologia, a tendência é que essa geração e as próximas cheguem, em grande número e com melhor qualidade de vida, aos 70, 80, 90 e, até mesmo, aos 100 anos. Na entrevista abaixo, <strong>Christian Dunker</strong>, psicanalista e professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, nos ajuda a entender os caminhos e implicações deste futuro não tão distante, em que estamos prestes a redefinir o que significa ser idoso.</p><h4><strong>Falsa profecia</strong></h4><p>Os millennials formam uma geração nascida numa época em que a gente tinha uma grande esperança no futuro e havia um sentimento de que um novo mundo estava se abrindo. Entretanto, eles se viram confrontados com uma mudança de realidade. As promessas sociais não se cumpriram para todos os grupos, mas as pessoas dessa faixa etária representavam a mudança e estavam associadas ao novo. O novo que dá a sensação de nunca ter acontecido, de que a vida, o outro e o destino haviam prometido a elas e não lhes foi entregue. E isso, psiquicamente, é uma espécie de tragédia, de má profecia — faz com que a pessoa se sinta como uma impostora, alguém que está em déficit com seu glorioso destino prometido. Isso traz consigo uma outra maldição: é impossível envelhecer dessa forma. Como se vai envelhecer quando isso é, em certa medida, aceitar uma espécie de negociação do desejo com a realidade, aceitar que não deu muito certo?</p><h4><strong>Desejar e fracassar</strong></h4><p>Por isso, para essa geração também é difícil confessar o que quer. Quando eu anuncio o que desejo, antes preservado, anuncio também a condição do meu fracasso. Por exemplo: quero entrar na faculdade, mas não entro, e os outros estão vendo que não consegui. E esse olhar do outro, no fundo, é tão devastador porque confirma aquela experiência que o sujeito já está tendo. É muito ruim não poder envelhecer. É muito ruim não poder separar-se de um certo tipo de narcisismo, que a gente tem quando a vida é ainda um processo de aquisição e não de perdas, de saídas, de mais autocompreensão. Essa é uma lição de envelhecimento, é o que falta para os <em>millennials</em>, mas ainda dá tempo.</p><h4><strong>Novo velho</strong></h4><p>As expectativas para essa geração, que será mais longeva, são elevadas. É mais uma vez a maldição de representar o novo, mas agora o novo velho. O que isso significa? Uma velhice com a sexualidade ativa, dados os recursos e meios para isso. Mais uma fase produtiva na qual muitas pessoas que deixaram de lado os desejos primários para empreender trajetórias de sucesso talvez se reconciliem com isso e inventem formas de viver diferentes. Uma velhice menos solitária, que repare a própria experiência desta vida.</p><h4><strong>Morte do herói narcísico</strong></h4><p>A velhice é um momento de saneamento estrutural do narcisismo no qual passa­mos a nos importar menos com certas coisas, como a qualidade do nosso vestir, da nossa imagem. Isso acontece porque percebe­mos que vamos perder a batalha: as rugas aumentam, ficamos menos dinâmicos, perdemos força; algo no cor­po nos diz para aceitar que somos só esse ser — para o bem e para o mal. Isso pode gerar nos <em>millennials</em> um aumento de re­lações interpessoais, as quais foram impe­didas pela dinâmica do grande herói nar­císico, que consegue tudo sozinho na vida e está no topo de um pedestal en­quan­to os outros, os comuns, estão ba­ten­do palmas para ele. Essa narrativa deverá ser enterrada pra termos uma nova versão.</p><h4><strong>Tempo para o fim do mundo</strong></h4><p>É mais fácil a gente imaginar o fim do mundo do que uma mudança nos nossos modos de produção e consumo. E, de fato, é possível que exista uma confrontação forte dessa temática entre os <em>millennials</em> e a <em>Gen Z</em>. Ela já nasce e se estabelece ciente dos perigos, além de não ter uma promessa gloriosa de realização. Não. Ela nasce sabendo que a internet é perigosa, conhecendo os riscos do bullying digital, o caos das fake news, o problema da pós-verdade.</p><h4><strong>Do individual ao coletivo</strong></h4><p>Isso sugere conflitos geracionais. Pro­mete ser muito interessante esse futuro, porque vai, de um lado, puxar para estruturas de emancipação. Ima­gino que vão surgir lugares de encontro e paquera de idosos, além de comunidades, lares e clubes para esse grupo. Ou seja, uma vida social mais visível, mais organizada institucionalmente.</p><h4><strong>Sobre envelhecer</strong></h4><p>Acho que vão surgir novas narrativas sobre o envelhecimento, com as pessoas contando suas histórias de vida. E também vamos ter um público mais interessado nisso. Os filósofos estoicos, como Marco Aurélio e Sêneca, que voltaram à moda, diziam que a filosofia começa depois dos 60. Antes, o indivíduo precisa pagar contas, criar filhos, comprar coisas, se mostrar pro mundo. A hora em que o sujeito entende que isso aqui acaba, começa a conversa séria.</p><blockquote>“Vão surgir novas narrativas sobre o envelhecimento, com as pessoas contando suas histórias de vida. Vamos ter um público mais interessado nisso” — Christian Dunker</blockquote><h4><strong>Velho rico, velho pobre</strong></h4><p>Esse é outro aspecto que vai se tornar dramaticamente conflitivo. Quem tiver recursos para cirurgias plásticas, manutenção de medicação e de todos os sistemas de suporte, chamado de ‘enhanced’ — não só reparam o que a pessoa perdeu, mas aumentam a potência muscular, sexual, estética — vai envelhecer de outro modo. E isso vai produzir um incremento da divisão de classes. Então, o envelhecer pobre vai ser muito, mas muito diferente do envelhecer rico.</p><h4><strong>No divã</strong></h4><p>Freud dizia que não valia muito a pena fazer psicanálise na velhice. Eu discordo totalmente: adoro os meus velhinhos. Não é mais ‘psicanálise Nutella’ quando você quer saber o que fará com os 10 ou 15 anos de vida que lhe restam. O que é uma vida, do que ela foi feita, quais foram as escolhas que fizeram diferença, como quero contá-la e fazer ajustes com os fantasmas que ficaram pelo caminho? Os temas são os de sempre, mas levados mais a sério. Isso é fantástico! Quando não é só um processo rememorativo, mas, sim, um balanço comprimido para tomar decisões fundamentais, talvez as últimas. Quando a vida adquire uma relação de seriedade com o desejo. É isso mesmo que deveria ser desde sempre, mas aí a realidade está dando uma ajudinha pra gente chegar lá.</p><p><strong><em>✍ Helder Ferreira</em></strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6e02a8a3fc03" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/admir%C3%A1vel-envelhecer-novo-6e02a8a3fc03">Admirável envelhecer novo</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Os robôs do vale da estranheza]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[MECA]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:38:17 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-09-12T21:29:11.625Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Inteligências artificiais estão se tornando capazes de produzir conteúdos cada vez mais parecidos com a linguagem humana. O jornalista Nathan Fernandes investiga que rumos isso pode tomar</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*RzVMlfeIb_UQZ4X9pM_xAw.jpeg" /><figcaption>Foto: Divulgação</figcaption></figure><p>Em 1970, o pesquisador japonês <strong>Masahiro Mori</strong> já previa o desconforto que as pessoas sentiriam ao se depararem com robôs muito parecidos com seres humanos. Apesar da familiaridade observada nas máquinas poder despertar simpatia, à medida que essa aparência aumenta, pode virar desprezo. É o que Mori chamou de ‘Vale da Estranheza’ (ou ‘Uncanny Valley’), o ponto em que a semelhança humana encontra o abismo perturbador.</p><p>Todo mundo que já jogou games ultrarrealistas ou se emocionou com a Elis Regina cantando em um comercial de carro passou por essa sensação esquisita. Ultrapassar esse vale, ou seja, convencer as pessoas de que o robô (ou a imagem digital) é, de fato, um ser humano, ainda é um desafio. Mas nem tanto para as inteligências artificiais (IAs) generativas.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*WYqfL4shD3aWvF_KTVUx-A.png" /><figcaption>Foto: Divulgação</figcaption></figure><p>Em 2022, uma ilustração criada a partir do Midjourney pelo designer <strong>Jason Allen</strong> levou o primeiro lugar em uma competição de artes nos Estados Unidos. No começo de 2023, o designer <strong>Ammaar Reshi</strong> escreveu, editou e publicou um livro infantil inteiramente escrito utilizando o ChatGPT, em menos de 72 horas. À medida que essas ferramentas se tornam capazes de produzir conteúdo indistinguível da linguagem humana, a linha que separa o humano do artificial fica borrada.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*uuyxqeXixsfIG1JzdAla1Q.png" /><figcaption>Ilustração: Jason Allen</figcaption></figure><p>Para criar, as IAs generativas se alimentam de bancos de dados com informações que já existem. Em 2016, por exemplo, uma IA da Microsoft chamada Tay, treinada para responder usuários do Twitter, precisou ser desativada depois que começou a postar ideias nazistas e conspiratórias, influenciada pelos próprios usuários. Desde o episódio, isso virou uma preocupação crescente. O que aconteceria, então, se as informações que alimentam as IAs não fossem infectadas pelos preconceitos existentes na sociedade?</p><p>Segundo a pesquisadora <strong>Silvana Bahia</strong>, idealizadora do PretaLab e codiretora executiva da Olabi, uma das formas de garantir que as IAs não reproduzam os mesmos padrões nocivos passa pela busca de inclusão do público consumidor dessa tecnologia no processo de desenvolvimento. “Se ainda estamos no início, como seria incluir outros pontos de vista nessa criação? Outras perspectivas mais inclusivas não só de corpos, mas de subjetividades”, polemiza a empreendedora.</p><p>Foi pensando nisso que a startup norte-americana Anthropic desenvolveu o Claude, um bot rival do ChatGPT, que é orientado por princípios extraídos de fontes como a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU. Mas, além das iniciativas comerciais, a arte também reflete sobre como os preconceitos estão embutidos na linguagem científica. É o caso da artista <strong>Giselle Beiguelman</strong>, pesquisadora e professora da USP. No projeto ‘Botannica Tirannica’, ela abasteceu um banco de dados com nomes machistas, racistas e antissemitas de plantas — como Judeu errante, Maria-sem-vergonha, Bundade-mulata e Chá-de-bugre — e misturou as espécies com ajuda de uma IA, criando fotos e vídeos de um jardim digital de vegetação fictícia.</p><p>A imaginação também é importante, entre outros lugares, na área da saúde. Em 2023, pesquisadores da Universidade de Washington, nos EUA, lançaram um software chamado RFdiffusion. Ele funciona como o Midjourney, capaz de projetar proteínas nunca vistas em 3 bilhões de anos de evolução na Terra, que podem servir de base para vacinas, medicamentos e novas formas de terapias.</p><p>Essa imaginação não é imprescindível apenas para a arte ou a ciência, mas para o futuro das próprias IAs. Afinal, como disse a escritora de ficção científica <strong>Charlie Jane Anders</strong> em uma apresentação do TED Talks: “as pessoas não preveem o futuro, elas o imaginam”. O escritor <strong>Alexey Dodsworth</strong>, mestre em filosofia e coordenador do Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Riscos Globais da Unifesp, concorda. “A ficção científica pode ser absurda, como no filme ‘De Volta para o Futuro’, e também pode ser especulativa, que parte de cenários já existentes para projetar o futuro. Não à toa, tantas empresas estão contratando escritores de ficção científica para palestras e oficinas”, conta Dodsworth, reforçando uma tendência que companhias como Microsoft, Google e Apple já fazem há anos. A presença das IAs generativas é sentida em empresas de todos os setores. “Já as políticas públicas não ligam para isso. Os governantes ficam apagando incêndios e lidando com as coisas à medida que surgem”, reafirma o estudioso.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*w7sAjx12okohhI0TC58q_A.png" /><figcaption>Charlie Jane Anders. Foto: Divulgação</figcaption></figure><p>Essa falta de planejamento impede a criação de medidas como uma regulamentação mais efetiva. “Estamos criando IAs que não seguem nenhuma regra ética”, alerta Dodsworth, lembrando que a tecnologia é sempre mais rápida que as normas. “Muitos legisladores não entendem de tecnologia, nem conseguem imaginar essas questões. Por isso, vamos precisar de uma conversa cada vez mais ampla entre as pessoas que criam as leis e aquelas que estão inseridas nessas discussões”.</p><p>As bases para a criação de um futuro confortável — para além do ‘Vale da Estranheza’ — estão sendo lançadas agora. “As pessoas falam do futuro como se fosse um país das maravilhas tecnológicas ou algum tipo de churrasco apocalíptico de cocô. Mas a verdade é que não vai ser nenhuma dessas coisas”, enfatiza a escritora Charlie Jane Anders. “Vai estar no meio, vão ser ambos, vai ser tudo. A única coisa que sabemos é que o futuro será incrivelmente estranho. É só pensar no quão bizarro o início do século 21 pareceria para alguém do início do século 20”, diz ela.</p><h3><strong>3 perguntas para Silvana Bahia, pesquisadora de IAs e idealizadora do PretaLab</strong></h3><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*mCsYhJFuFWvjnWIY4WeakQ.png" /><figcaption>Silvana Bahia. Foto: Divulgação</figcaption></figure><h4><strong>1. Você acredita em um futuro positivo em relação às IAs?</strong></h4><p>Geralmente, a criação desse tipo de tecnologia está atrelada ao consumo ou à criação de demandas que nem existiam antes. Mas, sob uma ótica positiva, gosto de pensar no que acontece quando a gente coloca pessoas com backgrounds diferentes no processo de criação.</p><h4><strong>2. De que forma as IAs podem impactar nossos trabalhos?</strong></h4><p>Em um contexto como esse, a única coisa que a gente pode fazer é conservar a nossa habilidade de aprender. Talvez isso garanta a nossa sobrevivência no futuro. Acho que só existem duas certezas no amanhã: uma é que ele é incerto, outra é que o consumo de tecnologia não vai diminuir, não vamos voltar para o analógico. Então, é preciso manter a curiosidade e a disposição para ouvir, refletir e aprender.</p><h4><strong>3. O que mais te impressionou em relação às IAs, ultimamente?</strong></h4><p>O ChatGPT é uma coisa que chamou bastante a minha atenção. Para além de uma aplicação ou uma plataforma, o que se destaca é a nossa necessidade de fugir do presente. Vejo essas IAs que mostram como vamos ser mais velhos, ou como vão ser nossos filhos, por exemplo, como uma grande necessidade que temos de estar sempre pensando lá na frente. Por que temos tanta dificuldade de nos manter no presente? A gente se esquece que o futuro é construído no agora.</p><h3>Inteligência artificial Na Prática</h3><h4><strong>Wordtune</strong></h4><p>Reescreve e sugere frases em inglês para a escrita ficar mais natural</p><h4>Opus Clip</h4><p>Transforma vídeos longos em vários cortes viralizáveis</p><h4>Podcastle</h4><p>Plataforma com comandos simples para editar podcasts</p><h4>Deep Nostalgia</h4><p>Faz animações com fotos antigas</p><h4>PhotoFix</h4><p>Remove pessoas ou objetos indesejados de qualquer foto</p><p><strong>✍ <em>Nathan Fernandes</em></strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*tlLiPkIJOsCfSqA7mFkiMg.png" /></figure><p><strong>Siga a gente no </strong><a href="https://www.instagram.com/mecalovemeca/"><strong>Instagram</strong></a><strong> e no </strong><a href="https://www.linkedin.com/company/mecalovemeca/"><strong>LinkedIn</strong></a><strong> ;)</strong></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=20890a8d30f1" width="1" height="1" alt=""><hr><p><a href="https://medium.com/mecalovemeca/os-rob%C3%B4s-do-vale-da-estranheza-20890a8d30f1">Os robôs do vale da estranheza</a> was originally published in <a href="https://medium.com/mecalovemeca">MECA // Informação, cultura, criatividade e festivais: um radar da cena cultural do Brasil e do mundo. @mecalovemeca</a> on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.</p>]]></content:encoded>
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